Nani Freitas: “Nuestras producciones se diferencian por la innovación constante”

La CEO de Endemol Shine Brasil, sostiene que en los últimos dos años ha habido un reacomodamiento entre los players y afirma que las excelentes IPs y la buena narración siguen siendo el foco de crecimiento.

Nani Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil.

Es conocido el interés que los reality shows despiertan en el público de América Latina, donde la audiencia brasileña se destaca especialmente por su alto consumo y engagament. “Nani” Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil, explica por qué sus contenidos trascienden la televisión y se convierten en pasiones nacionales. Además, destaca que la coproducción es un pilar estratégico para la compañía, mientras pone bajo la lupa el momento que vive la industria con el streaming en el centro de la escena.

¿Qué lugar ocupan en el portafolio de contenidos de ESB y cuáles son los principales atributos que diferencian a estas producciones?“Los reality shows ocupan un lugar mayoritario en el portafolio de Endemol Shine Brasil, lo que nos conecta profundamente con el público brasileño que, además de destacarse por su alto consumo, transforma los contenidos en conversaciones cotidianas, aumentando el engagement.

Nuestras producciones se diferencian por la innovación constante, que adapta los formatos globales al contexto local, la excelencia técnica y artística, además del compromiso con la diversidad, reflejando la pluralidad cultural de nuestro país. Programas como “MasterChef Brasil” y “The Masked Singer Brasil” son una muestra de nuestro objetivo de crear contenidos que trasciendan la televisión, conquisten diferentes generaciones y se conviertan en pasiones nacionales. Seguimos invirtiendo en nuevas ideas para mantener esta conexión vibrante con la audiencia.”

 

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“Deal or No Deal Island”: Conheça o reality que acaba de estrear segunda temporada nos EUA e promete ser sucesso no Brasil

Adaptação do clássico “Topa ou Não Topa” é um formato original da Banijay e está sendo vendido nacionalmente pela filial brasileira

Joe Manganiello, apresentador do “Deal or No Deal Island” dos EUA

Depois de uma primeira temporada de sucesso nos Estados Unidos, “Deal or No Deal Island”, que alcançou 24 milhões de espectadores na NBC, Peacock e outras plataformas digitais, pode desembarcar no Brasil. O spin off do clássico “Topa ou Não Topa”, já conhecido no país, é um formato original da Banijay e está sendo vendido nacionalmente pela Endemol Shine Brasil.  

Com a promessa de que vão viver uma aventura em uma ilha luxuosa e poderão ganhar milhões, 13 participantes descobrem que, na verdade, terão que ir atrás do seu prêmio no meio da floresta. O reality envolve as clássicas negociações com o Banqueiro e mistura com provas de sobrevivência. Eles passarão por desafios complexos e de tirar o fôlego para achar as 100 malas com dinheiro, escondidas em lugares improváveis. A cada episódio, o competidor que conseguir a mala mais valiosa irá responder o “Topa ou Não Topa”, tomando a decisão de aceitar ou não a quantia em dinheiro proposta para o grupo. O valor dentro de cada mala é adicionado ao prêmio final, e o participante que chegar mais longe na disputa se torna o oponente do Banqueiro.  

“‘Deal or No Deal Island’ é uma mistura de ‘Big Brother’, ‘No Limite’ e o game show de maior sucesso da TV norte americana. Além da força física, a estratégia também é fundamental. Quem enfrenta o Banqueiro e ganha, volta para o jogo mais poderoso. Quem perde é eliminado. O Brasil tem cenários perfeitos para essa competição emocionante e acreditamos que o público brasileiro vai gostar de assistir aos desafios propostos na ilha”, conta Allan Lico, VP de Criação da Endemol Shine Brasil.  

“Deal or No Deal Island” está sendo negociado em vários países. Nos Estados Unidos, apresentado por Joe Manganiello, a estreia da primeira temporada foi classificada como o ‘lançamento não roteirizado’ número um na NBC até agora. A segunda temporada estreou recentemente no país e está em alta. O diretor do reality, Joseph Guidry, foi indicado ao DGA Awards 2025.  

Renato Martínez, Endemol Shine Brasil: «Estamos apuntando a tres productos importantes de Banijay»

Deal or no Deal Island un spin off del éxito mundial Deal or no Deal, The Summit que es un formato original de Australia y The Fortune Hotel, son los tres títulos clave que trae la compañía a Content Americas.

Renato Martinez, VP de Vendas de Conteúdos e Aquisições da Endemol Shine Brasil

Endemol Shine Brasil, empresa del Grupo Banijay, ha logrado colocar importantes contenidos de la compañía en los players más importantes del territorio brasilero y en el marco de Content Americas, están apuntando a consolidar tres productos importantes que aún no han llegado a tierras cariocas, pero que acumulan éxito mundial.

Renato Martínez, VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, comentó a ttvnews que están enfocados en crecer en el territorio brasileño y la disponibilidad de los estudios que tienen en la región, facilitará el desarrollo de todos sus reconocidos formatos.

«Para Content Americas hemos traído tres productos importantes para Banijay en este momento. Estamos apuntando a títulos como Deal or no Deal Island que es un spin off del éxito mundial Deal or no Deal; The Summit que es un formato original de Australia y el otro es The Fortune Hotel, que es un formato que está al aire en ITV en Reino Unido, que es un reality que creemos que funcionará muy bien en nuestro territorio», dijo.

Según el ejecutivo de Endemol Shine Brasil, quieren seguir produciendo con altísima calidad y mantener los éxitos que han logrado con sus socios. «Para los próximos años estamos apuntando a documentales, fuimos los realizadores del documental de Xuxa para Globoplay el año pasado que fue un gran éxito».

«El 2024 se puso muy bueno para Endemol Shine Brasil, tenemos producciones en los principales players de Brasil, desde The Masked Singer en Globo, Love is Blind para Netflix, Canta conmigo para Record, Masterchef en Bandeirantes, Tentation Island en Amazon. Estamos en los principales players y con modelos de negocio distinto, en algunos producimos 100% y en otras ocasiones tenemos la licencia, o una parte más chica de la producción, adaptamos el modelo de negocio como sea más interesante para nuestros socios o la ocasión», señaló Martínez.

El VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, refirió que en Brasil están acostumbrados a hacer grandes producciones. «Pero también nos estamos enfocando en documentales y realizamos docurealities como Kilos Mortales para Warner», concluyó.

Artículo publicado en TODO TV News.

‘Realities se conectam emocionalmente com o público’, diz CEO da Endemol

Nani Freitas explica o sucesso de público e negócio em formatos como Big Brother Brasil, MasterChef e Casamento às Cegas

Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil Foto: Daniela Toviansky

Na véspera de sua estreia, o Big Brother Brasil ainda guarda alguns mistérios para sua 25ª edição. Além dos nomes de alguns participantes que ainda serão escolhidos pelo público, há a expectativa pelo impacto das mudanças promovidas por Rodrigo Dourado, novo diretor de realities da Globo que assumiu o lugar de José Bonifácio Brasil de Oliveira, o famoso Boninho, que comandava a atração desde o início. Uma coisa, porém, é certa: a atração terá recorde de marcas em ativações nesta edição. São 21, superando o resultado do ano passado em dois patrocinadores, um novo sucesso comercial.

“Esses formatos oferecem uma combinação única de engajamento e alcance”, explica Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil, empresa criadora original do formato licenciado para a Globo. Segundo a executiva, mais de 40% dos telespectadores disseram considerar eficazes as ações de marcas em reality shows, citando pesquisa realizada pela Wake Creators. De acordo com o mesmo estudo, a identificação dos telespectadores com o BBB é a mais intensa, sendo o programa do gênero preferido por 61% dos brasileiros, seguido por MasterChef (10%), também formato da Endemol, e Casamento às Cegas (8%), produção da Endemol para a Netflix.

Na entrevista a seguir, a executiva fala ao ESTADÃO sobre os motivos dessa paixão entre a audiência e os realities e como a empresa tem diversificado seus negócios, embora o formato pelo qual ficou famosa não demonstre sinais de cansaço. “Atualmente, um dos nossos focos está na produção de documentários e docurealities, formatos que têm gerado grande interesse do público e do mercado”, conta Freitas, citando títulos como Xuxa — O Documentário, Quilos Mortais e Muquiranas, além de novas receitas vindas de licenciamento e branded content.

A executiva também passou pela liderança de empresas de audiovisual como Grupo Bandeirantes, SporTV e New Content. Na Endemol Shine Brasil, parte da multinacional de entretenimento Banijay, Nani Freitas está desde 2016.

 

“As marcas perceberam rapidamente o potencial desses formatos para contar suas histórias e gerar identificação com o consumidor”

 

Como analisa o forte relacionamento entre realities e publicidade no Brasil?

É muito forte porque esses formatos oferecem uma combinação única de engajamento e alcance. Realities criam narrativas envolventes com personagens reais e situações que conectam emocionalmente o público, o que permite às marcas se integrarem de forma orgânica e autêntica. Além disso, a audiência brasileira tem uma relação muito próxima com esse tipo de entretenimento, o que amplia ainda mais as oportunidades de exposição. No Brasil, as marcas perceberam rapidamente o potencial desses formatos para contar suas histórias e gerar identificação com o consumidor.

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Leia matéria na íntegra no ESTADÃO.

‘Não olhamos somente o Ibope’: qual o futuro dos reality shows no Brasil?

Kleber Bambam e a icônica boneca Maria Eugênia – Imagem: Globo/ Manoella Mello

Os reality shows continuam ocupando um espaço relevante no mercado brasileiro de entretenimento. O BBB (Globo), por exemplo, garantiu repercussão, audiência e sucesso comercial ao longo da 24ª temporada.

Ao mesmo tempo em que a TV aberta vem perdendo audiência, o programa permanece sendo um exemplo positivo quando o assunto é distribuição multiplataforma. Aqui, o Globoplay e as redes sociais representam fortes aliados.

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Alan Lico, vice-presidente de Criação e Conteúdo da Endemol Shine Brasil, destaca as mudanças no comportamento de consumo do gênero. “Hoje, nós não olhamos somente para o Ibope para medir o sucesso de um reality. A queda nesse índice específico mostra que menos pessoas estão pela TV aberta, mas continuam consumindo em outras plataformas”, disse o executivo, em entrevista a Splash.

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“The Summit”, “Fortune Hotel” e “Deal or No Deal Island” estão sendo negociados com players para estrear no Brasil. Segundo Allan Lico, da Endemol Brasil, “as expectativas são excelentes” neste novo ano.

O Summit, por exemplo, foi indicado ao Emmy Internacional. É um formato de aventura inovador, muito cinematográfico e realmente muito diferente de tudo que já vimos no Brasil.
Allan Lico

Fortune Hotel é um formato onde os participantes, hospedados em um hotel, tem que blefar, fingir e disfarçar o tempo todo para ganhar o prêmio em dinheiro. “Um formato que vem na linha desse novo gênero onde a lealdade e a traição são os principais fatores”, completa o diretor da Endemol Shine Brasil.

Já o Deal or No deal Island é um reboot de um dos maiores sucessos da TV mundial. “É um game show apimentado com convivência e provas físicas. Junte Big Brother, No Limite e o game show de maior sucesso da TV e temos o Deal or No deal Island”, explica Lico.

Leia matéria na íntegra no SPLASH UOL.