Ouvi de várias pessoas experientes do South by Southwest que, quando foram pela primeira vez, foram “picadas pelo bichinho do SXSW”. Achei curiosa essa expressão. Mais curioso ainda foi perceber que ela vinha de gente muito diferente, mas que hoje tem uma relação profunda com o festival.
Ir ao SXSW pela primeira vez realmente não é simples. Um evento dessa dimensão, com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, não é fácil de entender logo de cara, nem para quem já está acostumado com grandes encontros. Em 2026, foram mais de 3.700 eventos em sete dias, incluindo mais de 850 sessões de conferência, cerca de 4.400 músicos, mais de 375 filmes e produções de TV, 450 marcas com ativações, além de centenas de encontros de networking, mentorias e shows. Pela primeira vez em 40 anos, os festivais de Inovação, Filme e TV, Música e Comédia aconteceram simultaneamente, concentrados em uma única semana. Mais compacto, mais diverso, mais democrático e mais descentralizado. Espalhado pela cidade inteira. O tema do ano, “All Together Now”, parecia fazer ainda mais sentido quando se vivia tudo isso na prática.
Caminhando por Austin, essa sensação ficava ainda mais evidente. Entre casas antigas de madeira, diversos canteiros de obra, prédios novos subindo, bicicletas, patinetes, pedestres, carros autônomos, restaurantes tradicionais e hotéis de luxo, a cidade parecia vibrar em várias frequências ao mesmo tempo. A música vinha dos bares, dos palcos e, às vezes, da própria rua. E, a cada dia, Austin ia sendo tomada por pessoas com badges pendurados no pescoço, indo de um lugar para outro como se o evento estivesse em toda parte. Sem o centro de convenções disponível este ano, o SXSW ganhou outra personalidade. Ele se espalhou. E, espalhado, parecia ainda mais vivo. Andando por ali, dava para sentir o evento pulsando como um organismo.
Foi justamente aí que, para mim, começou a ficar clara uma das grandes mensagens do SXSW 2026. O futuro do entretenimento, das marcas e da cultura não está apenas em produzir conteúdo. Está em criar experiências ao vivo que gerem presença, participação e conexão real. No fundo, o que estava em jogo ali era o valor crescente do IRL — do encontro real, presencial e compartilhado. O SXSW não foi só o lugar onde isso foi discutido. Ele próprio encarnou esse argumento. Em um momento de saturação digital, aceleração da IA e enfraquecimento da confiança online, o festival confirmou que o valor do ao vivo está crescendo, não apenas como formato de entretenimento, mas como espaço de presença, comunidade, autenticidade e experiência cultural.
Um dos temas que mais apareceu nas palestras foi a ideia de que as pessoas já não querem apenas consumir conteúdo. Elas querem participar. Querem viver, comentar, circular, se reconhecer, influenciar. No debate The Death of Passive Entertainment – A Future for Participants, essa mudança apareceu de forma muito clara. A conversa girou em torno da força das comunidades, do fandom e da necessidade de pertencimento. A ideia não é mais interromper uma audiência, mas criar condições para que ela se sinta parte da experiência. O entretenimento deixa de ser algo apenas assistido e passa a ser vivido.
Essa percepção apareceu também em uma das palestras mais importantes para mim no festival, The Present and Future of Live Experiences, com Julius Solaris. Ele diz que redescobrimos o valor do presencial e que é a conexão que está levando as pessoas aos eventos, e não o conteúdo. Essa formulação me marcou muito, porque ajuda a explicar o que está acontecendo agora. Em uma era de IA, deepfakes e baixa confiança no ambiente digital, o presencial volta a ganhar força como espaço de autenticidade, credibilidade e encontro real. Quanto mais o digital se torna excessivo, automatizado e manipulável, mais o ao vivo passa a ser percebido como um lugar de realidade. Julius também observa que as pessoas amam eventos e amam se encontrar ao vivo, e que os CMOs estão obcecados por eventos porque eles funcionam.
Outra ideia forte no SXSW foi a de que o valor do ao vivo não está só no palco. Está no ecossistema. Talvez essa tenha sido uma das coisas que eu mais senti no festival. O SXSW não se resume às palestras. Ele acontece nas filas, nas caminhadas, nos encontros improváveis, nos side events, nas ativações, nas conversas rápidas no meio do caminho. É aí que o festival revela sua dimensão mais IRL: não apenas no que é programado, mas no que acontece entre uma coisa e outra, no encontro, no deslocamento e na presença partilhada. Em muitos momentos, o mais interessante não estava apenas dentro da sala, mas também no intervalo entre uma coisa e outra. Talvez por isso uma das melhores maneiras de entender o SXSW não seja como agenda, mas como sistema de experiência.
Essa leitura conversa muito com outra palestra importante, Reality Hacked: Tech, Story, and the Future of Experience. Ali apareceu uma ideia que ficou na minha cabeça: “The future of storytelling is spatialized.” Ou seja, as experiências estão deixando de acontecer apenas em telas ou recintos fechados e passam a ocupar espaço, cidade, deslocamento, território. Isso fez muito sentido para mim dentro do próprio SXSW. O festival já funciona assim. Ele não é apenas programação formal. É uma experiência urbana espalhada, feita de camadas, trajetos, descobertas, encontros e contextos múltiplos. A cidade deixa de ser pano de fundo e passa a fazer parte da narrativa.
O futuro da experiência também apareceu no SXSW como algo mais sensorial, mais corporal e menos centrado apenas no visual. Em Sensory Storytelling: Using XR to Connect to the Body, esse ponto ficou muito claro. Foi uma palestra que me fez pensar bastante sobre o próximo passo dos eventos e das experiências ao vivo. A imersão do futuro talvez não seja apenas aquilo que o público vê. Talvez seja, cada vez mais, aquilo que ele sente. Uma experiência memorável não é só algo bonito ou impressionante. É algo que atravessa o corpo. Uma das frases que mais me marcou foi: “When a story is felt in the body, it becomes absolutely impossible to ignore.” Quando uma história é sentida no corpo, ela se torna impossível de ignorar. É uma frase forte, mas faz sentido. Há experiências que a gente entende. E há experiências que a gente sente. As segundas costumam marcar mais.
Ao mesmo tempo, o SXSW reforçou para mim uma outra dimensão do ao vivo: a do pertencimento. Em um mundo cada vez mais automatizado e mediado por interfaces, talvez o diferencial dos eventos ao vivo esteja justamente em criar presença significativa. No keynote de Jennifer B. Wallace, ela falou sobre mattering, essa sensação de que você importa, de que é visto, reconhecido e valorizado. Quando ouvi a frase “What we are really nostalgic for is mattering”, tive a sensação de que ela dava nome a algo que eu estava percebendo no festival inteiro. O que muita gente está buscando não é apenas conteúdo, mas a sensação de pertencer a algo, ainda que por algumas horas ou por alguns dias.
Nesse sentido, eventos ao vivo não são apenas plataformas de conteúdo. Eles podem funcionar como espaços de reconexão humana. Lugares onde as pessoas encontram presença, atenção, reconhecimento e uma espécie de comunidade temporária. O SXSW, para mim, foi isso o tempo todo: não apenas uma agenda intensa, mas um contexto social, cultural e emocional em que a sensação de participar de algo maior fazia parte da experiência.
Talvez por isso a fala de Steven Spielberg também tenha ressoado tanto. Quando ele disse que existe um impulso coletivo gerado por uma boa história que atinge todos nós ao mesmo tempo e que, ao final de uma grande experiência cinematográfica, estamos todos unidos, eu senti que aquela observação sobre cinema servia também para o festival como um todo. Pessoas muito diferentes, vindas de lugares e repertórios muito distintos, ainda podem partilhar uma mesma experiência estética, emocional e cultural. E isso, hoje, tem um valor enorme.
No fim, a sensação de estar em Austin durante o SXSW me deixou impregnado por algo que toda boa experiência ao vivo deveria provocar: emoção, memória, conexão, presença. Mais do que conteúdo, o que ficou foi a sensação de ter vivido algo. E talvez esse seja o ponto principal. O SXSW 2026 mostrou que, em um mundo cada vez mais mediado por telas, algoritmos e inteligências artificiais, o valor do ao vivo não diminui. Ele se redefine e cresce. Porque o que está em jogo já não é apenas assistir, mas estar.
Eu fui para estudar eventos ao vivo. Saí de lá com a sensação de que o próprio SXSW era, na prática, o melhor estudo de caso possível. E acho que eu também fui picado.
Em meio à fragmentação digital, cresce a busca por pertencimento via entretenimento e comunidades
Vanessa Costa Diretora de Marketing e Comunicação
Depois de duas décadas trabalhando com entretenimento, conteúdo e construção de marcas, existe uma pergunta que sempre volta para mim: o que realmente faz as pessoas se conectarem?
Durante muito tempo, a indústria acompanhou de perto os grandes números: audiência, alcance e distribuição. Esses indicadores continuam sendo parte importante da forma como o setor mede desempenho. Porém, ao longo da minha trajetória no mercado, também comecei a observar outro movimento: quando uma história consegue formar uma comunidade ao seu redor, a relação do público com esse conteúdo se torna mais profunda.
Na prática, isso aparece no comportamento desse público. E quando isso acontece, o papel da audiência muda: não são apenas pessoas assistindo, mas pessoas que querem participar, comentar, defender, compartilhar e fazer aquele conteúdo continuar vivo.
Começo esta semana no South by Southwest com essa pergunta em mente. Porque, fica cada vez mais claro que estamos vivendo um momento de transformação na forma como o público se relaciona com o entretenimento.
Mais do que audiência, estamos falando de pertencimento.
Quando uma audiência começa a se transformar em comunidade, a relação com o entretenimento tende a ir além do consumo pontual e se tornar mais contínua. E isso também abre espaço para novas possibilidades de negócio dentro da indústria.
O conteúdo passa a se expandir para além do momento da exibição, ganhando desdobramentos em diferentes formatos, como experiências ao vivo, extensões digitais, interações com o público e modelos de monetização que vão além da publicidade tradicional.
Foi com essa curiosidade que vim ao SXSW: para entender como essa transição está sendo discutida e construída globalmente. O evento reúne diferentes visões sobre o futuro do entretenimento, que se torna cada vez mais transmídia, participativo e culturalmente relevante.
Para marcas, produtoras de conteúdo e criadores, a oportunidade está em construir universos onde o público não apenas assiste, mas quer fazer parte, vivenciar.
No fim, talvez a pergunta estratégica esteja mudando. Durante muito tempo questionamos: quantas pessoas assistiram?
Agora, cada vez mais, a pergunta passa a ser: quantas pessoas querem voltar? Porque é nesse espaço — entre conteúdo, experiência e comunidade — que os negócios do entretenimento estão evoluindo.
Produtoras se unem para projetos de produção, desenvolvimento e criação de microdramas
Luiz Noronha, diretor executivo de A Fábrica e Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (Crédito: Divulgação)
A Endemol Shine Brasil se une à produtora Fábrica para a produção de microdramas em formato vertical.
Pelo acordo, a Endemol ficará responsável pela produção executiva dos projetos, bem como a liderança das negociações com marcas e plataformas. Já a Fábrica ficará com a criação e desenvolvimento dos roteiros de ficção.
A proposta das duas empresas é aproveitar o interesse pelas novelinhas verticais, que já vêm demandando investimento de players como Globo, Play9, YouTube e outros.
A Endemol Shine Brasil já havia trabalhado com microdramas nos anos de 2023 e 2024, quando a empresa foi parceira do Kwai no desenvolvimento de novelinhas.
Na época, foram parceiras comerciais da iniciativa as marcas Sorriso, Tang, Honda, Skol, Coca-Cola, Devassa, MRV e Cheetos.
A empresa também é parceira da Meta para a criação de novelas verticais.
Além do novo acordo, a Endemol Shine Brasil é parceira da Fábrica na criação de outras duas novelas verticais para o Globoplay.
Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil, diz que o investimento em microdrama é uma tendência clara do mercado.
“O consumo aponta cada vez mais para projetos dinâmicos e de curta duração, e nosso foco é ampliar a produção de novelas verticais sem abrir mão da qualidade e da agilidade, que são marcas da Endemol Shine Brasil”.
Luiz Noronha, diretor executivo da Fábrica, afirma que a verticalização da dramaturgia é uma resposta direta à transformação do consumo audiovisual.
“O formato exige linguagem própria e construção sólida de histórias. Ao unir nossa expertise em ficção à inteligência de mercado da Endemol Shine Brasil, estruturamos o microdrama como um pilar estratégico dentro da A Fábrica”, completa.
Restaurante MasterChef – The TV Experience (Foto: 134 Office/ Divulgação)
A Endemol Shine Brasil é uma divisão da Banijay Entertainment, o maior conglomerado de produção e distribuição de conteúdo independente do mundo. Para além de criar, licenciar e produzir reality shows, game e talent shows, factuais e documentários para diferentes clientes e plataformas, tendo em seu catálogo sucessos nacionais e mundiais, como “MasterChef Brasil”, “Canta Comigo” e o premiado com o Emmy Internacional “The Bridge Brasil”, a empresa é também responsável por entregar serviços de produção para formatos como “The Masked Singer Brasil” e “Casamento às Cegas Brasil”. Parceira das principais agências de publicidade, cria e produz formatos de branded content, é também especializada em licenciamento de marcas e em iniciativas digitais e, recentemente, tem expandido sua atuação em entretenimento ao vivo e experiências imersivas.
Em entrevista exclusiva para TELA VIVA, Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil, falou sobre essa divisão em diferentes frentes e explicou que, na empresa, o conteúdo é visto como ponto de partida de um ecossistema muito maior de relacionamento com o público. “A televisão, o streaming e as plataformas digitais são onde as histórias nascem e onde as marcas ganham relevância, mas o nosso trabalho vai além da tela. Quando pensamos em licenciamento de produtos, experiências ao vivo ou ativações de marca, estamos na verdade ampliando a vida daquele conteúdo. É uma forma de transformar uma narrativa em algo que as pessoas podem viver, consumir, experimentar e levar para o seu dia a dia”, avalia.
Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil
Na visão da executiva, essa dinâmica cria um ciclo muito poderoso: o conteúdo gera conexão emocional, essa conexão se traduz em produtos, eventos e experiências que aproximam ainda mais o público da marca, e isso, por sua vez, retroalimenta o valor do próprio conteúdo. “Além de fortalecer o relacionamento com a audiência, essas extensões também criam novas fontes de receita e tornam as marcas muito mais longevas. No fim do dia, estamos falando de transformar programas de sucesso em universos de marca que vivem em diferentes plataformas e momentos da vida do público”.
É claro que, nos tempos atuais, marcados por um excesso de telas, entre televisão, plataformas de streaming, aplicativos e redes sociais, essas experiências e eventos presenciais se tornaram ainda mais relevantes. “Quanto mais o mundo se digitaliza, mais as pessoas buscam experiências reais, sensoriais e compartilhadas. Nós passamos muitas horas por dia diante de telas, consumindo conteúdo de forma rápida e, muitas vezes, individual. As experiências presenciais oferecem exatamente o oposto: elas criam memória, emoção e conexão coletiva”, destaca Fernanda.
Do ponto de vista do negócio, isso também torna-se extremamente valioso. “Quando uma pessoa participa de uma experiência ligada a uma marca que ela gosta, o vínculo emocional se torna muito mais profundo. Aquilo deixa de ser apenas um conteúdo que ela consome e passa a ser algo que ela vive“, analisa a executiva. “Existe inclusive uma dimensão muito interessante do ponto de vista comportamental e até da neurociência: experiências sensoriais e emocionais ativam memórias mais duradouras. Por isso, eventos, espetáculos e experiências imersivas têm um poder enorme de fortalecer comunidades de fãs e criar lembranças positivas associadas à marca”, completa.
Entretenimento ao vivo e experiências
O restaurante MasterChef – The TV Experience, inaugurado em Sorocaba, no interior de São Paulo, no início deste ano, é um exemplo dessa estratégia. Com mais de mil metros quadrados e capacidade para mais de 200 pessoas, a casa funciona como uma espécie de centro de experiências, e reúne elementos do cenário da competição, como o mercado, o mezanino, o grande relógio e a bancada central, além do logo do programa espalhado nos detalhes e, claro, televisões exibindo cenas do reality. “‘MasterChef é uma marca extremamente forte, que já faz parte da cultura e da rotina de muitas pessoas. E a gastronomia é, por natureza, algo sensorial e emocional, então levar essa experiência para um espaço físico é uma forma muito natural de aprofundar a conexão com os fãs”, entende Fernanda.
Para ela, o público que frequenta o restaurante não está apenas assistindo ao programa, e sim vivendo o universo da marca. Desde o ambiente até o menu, tudo busca traduzir o espírito do “MasterChef”. “Esse tipo de iniciativa amplia o alcance da marca, cria novas formas de interação com a comunidade de fãs e também gera um modelo de negócio sustentável, porque transforma um sucesso de audiência em uma experiência que continua ativa no dia a dia das pessoas”.
Outro case de sucesso é o Luminiscence – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo que combina projeções de luz com trilha sonora sinfônica – interpretada por orquestra e coro ao vivo – transformando monumentos históricos em verdadeiros palcos de arte. No Brasil, a atração ocupa um dos marcos mais icônicos do centro da cidade: a Catedral da Sé. A Endemol Shine Brasil é a empresa responsável por trazer o espetáculo ao país.
“O Luminiscence nasce da vontade de criar experiências que conectem arte, tecnologia e emoção em um formato imersivo. Hoje, o público busca cada vez mais experiências que tragam encantamento, que estimulem os sentidos e que proporcionem momentos de bem-estar e contemplação. O espetáculo trabalha exatamente nessa intersecção entre música, luz, narrativa visual, história, cultura e arquitetura. A ideia é criar uma experiência sensorial completa, capaz de gerar impacto emocional e também um momento de pausa, de conexão com o belo e com a emoção. Ele ativa muitas camadas de sensações”, afirma Fernanda, que acrescenta: “Esse tipo de projeto reflete muito uma tendência atual do entretenimento: conteúdos que vão além da narrativa tradicional e que convidam o público a sentir, viver e compartilhar aquela experiência”.
Licenciamento de produtos
A Endemol também tem uma lista extensa de produtos licenciados – a empresa trabalha muitas marcas e o processo começa sempre pela força de cada uma e pelo tipo de conexão que ela tem com o público. Internamente, o caminho para começar um novo licenciamento passa pelo entendimento de qual e como o conteúdo pode se transformar em produto. “Avaliamos fatores como relevância cultural, engajamento da audiência, potencial de comunidade e afinidade com determinadas categorias de consumo. A partir daí, buscamos parceiros que consigam traduzir a essência da marca em produtos que façam sentido para o público”, detalha.
Hoje, a Endemol está presente em diversas categorias, como alimentos, utensílios, editorial, games, editorial, brinquedos, experiências gastronômicas, entre outras. Para Fernanda, o mais importante é que o produto seja um item além do logo estampado, que realmente expanda o universo da marca e entregue valor para quem consome.
Histórica e culturalmente, o licenciamento sempre teve uma presença muito forte no universo infantil, principalmente porque o vínculo entre crianças e personagens é lúdico e emocional. Quando a criança se identifica com aquele universo, o produto passa a ser uma extensão natural daquela história, e isso cria um potencial de conexão e consumo. Mas, hoje, a Endemol enxerga o licenciamento de forma muito mais ampla. “Ele pode nascer a partir de qualquer tipo de conteúdo ou marca – de entretenimento, games, esportes, marcas corporativas, universidades e propriedades culturais, entre outras – e dialogar com públicos de diferentes idades”, pontua a VP.
No caso do entretenimento, por exemplo, muitas vezes o licenciamento conversa também com a memória afetiva. “Adultos gostam de consumir produtos ligados a marcas que fizeram parte da sua história, da sua infância ou de momentos importantes da vida. Isso cria uma conexão muito forte. Por isso, o mais importante não é apenas a idade do público, mas o tipo de relação que ele tem com aquela marca. Quando existe identificação, comunidade e significado, o licenciamento se torna uma forma poderosa de manter essa conexão viva no cotidiano das pessoas”, ressalta.
Mas, ainda pensando no público infantil, ele é ainda mais sensível nos dias de hoje. Se antigamente já existiam leis e imposições para regular a publicidade direcionada à essa audiência, elas se tornam ainda mais relevantes no contexto atual, onde crianças são bombardeadas por conteúdos, informações e novidades o tempo todo. Nesse cenário, é ainda mais desafiador criar experiências que agreguem valor e sejam criativas.
Para Fernanda, esse é um ponto muito importante, uma vez que, num cenário de excesso de estímulos, a responsabilidade das marcas e produtoras de conteúdo se torna ainda maior. “Nosso foco é criar experiências que sejam positivas, criativas e que contribuam para o desenvolvimento emocional e social das crianças. Isso passa por pensar em conteúdo de qualidade, experiências interativas, estímulos à imaginação e momentos de convivência familiar. A ideia é que as experiências tenham significado e não sejam apenas mais um estímulo passageiro em meio a tantos outros”.
Tendências e futuro
De modo geral, as produtoras de conteúdo estão cada vez mais entendendo a importância de ampliar seus meios de atuação e ir além da produção por si só – algo que a Endemol já faz há bastante tempo. Fernanda corrobora com a ideia de que o futuro do entretenimento está cada vez mais ligado à construção de universos de marca. “Conteúdos que conseguem criar comunidades fortes tendem a se expandir para diferentes formatos: experiências ao vivo, produtos, eventos, ativações imersivas, espaços físicos e até novos modelos digitais. Outra tendência muito clara é o crescimento das experiências sensoriais e imersivas. O público quer viver histórias, não apenas assisti-las”, defende. “Além disso, vemos cada vez mais a convergência entre entretenimento, bem-estar e emoção. As experiências que conseguem gerar impacto emocional positivo e criar memórias duradouras têm um valor enorme tanto para o público quanto para as marcas”, completa.
Especificamente no horizonte da Endemol, o foco é continuar expandindo o potencial das suas marcas de forma estratégia, criando experiências, produtos e parcerias que ampliem o relacionamento com o público. “A Endemol tem um portfólio muito forte de conteúdos e formatos globais, marcas parceiras com muita relevância, e o nosso objetivo é seguir explorando novas formas de transformar essas propriedades em experiências relevantes para as pessoas – isso inclui desde novas iniciativas de licenciamento até projetos de entretenimento ao vivo, experiências imersivas e colaborações com parceiros de diferentes setores. Acreditamos muito no poder das marcas que conseguem gerar emoção, criar comunidade e fazer parte da vida das pessoas. É nesse território que queremos continuar inovando e crescendo”, finaliza a executiva.
Produção será exibida neste ano no GNT, TV Globo e Globoplay
Vista interna da estação Sé do metrô de São Paulo (Reprodução/ANP Trilhos)
Os trilhos da maior metrópole do País se tornam cenário em Cidade Subterrânea, novo doc-reality que chega ao GNT e ao Globoplay no dia 26 de março, e ao Fantástico, na TV Globo, no dia 29 de março. A produção mergulha no ecossistema das linhas do metrô da capital paulista para mostrar que, por trás do fluxo constante de milhões de pessoas, existe uma operação que nunca para.
A série revela histórias surpreendentes de passageiros que atravessam as catracas diariamente, trazendo à tona vivências e curiosidades que compõem o enredo da cidade “que nunca dorme”. O doc-reality apresenta o lado invisível de diferentes estações, registrando no detalhe o ritmo frenético das equipes que se mobilizam para manter as linhas em movimento.
O projeto também utiliza imagens de segurança do Centro de Operações e ângulos das câmeras corporais nos uniformes dos agentes, permitindo que o público acompanhe de perto os desafios reais entre as plataformas, desde o atendimento a urgências de saúde até o monitoramento contra furtos, comércio ambulante e casos de assédio.
Cidade Subterrânea intercala a agitação operacional com a sensibilidade das histórias de quem circula pelos vagões. O público vai conhecer os destinos de quem usa o transporte diariamente, revelando os sonhos, as urgências e curiosidades que habitam o tempo entre uma estação e outra.
“Este doc-reality traz uma nova perspectiva para uma realidade que, muitas vezes, passa despercebida no dia a dia das grandes metrópoles. Convidamos a audiência a entrar em lugares restritos e a conhecer a adrenalina e a emoção que existem nos bastidores deste universo sob trilhos. É uma narrativa que mistura curiosidade, personagens diversos e entretenimento, revelando uma cidade subterrânea vibrante e cheia de histórias surpreendentes”, afirma Patrícia Koslinski, Head de Conteúdo de Variedades em Produtos Digitais da Globo.
Licenciado pela Endemol Shine Brasil, o formato costura diferentes narrativas reais por capítulo. As câmeras tiveram acesso inédito a áreas restritas, como o Centro de Controle de Operações, a manutenção dos trens e a Sala de Inteligência e Segurança, captando personagens que correm contra o tempo, salvam vidas e vivem grandes emoções na rotina sob os trilhos da capital.
“O grande diferencial desta série documental está no olhar amplo que propomos. Iremos revelar, pela primeira vez, o metrô de São Paulo em todas as suas dimensões, desde histórias de anônimos que circulam todos os dias nos trens e estações, até o funcionamento da potência ferroviária que movimenta a maior cidade da América Latina. Para isso, estruturamos uma operação especial, com equipes de plantão em diferentes turnos, garantindo que o registro aconteça de forma espontânea, sem interferir no ritmo natural do sistema”, completa Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.
O projeto é um formato original da Endemol Shine Brasil com direção de Eduardo Rajabally. A estreia será na quinta-feira, 26 março de 2026, às 21h45, no GNT, e no dia 29 de março na TV Globo, como um quadro no Fantástico. Os episódios também ficarão disponíveis no Globoplay, no plano Premium.
Produzido em Portugal, produto premium aposta em qualidade e excelência
O Azeite Total MasterChef acaba de chegar aos mercados de todo o Brasil, levando para a mesa dos consumidores um produto que une qualidade, sabor e a excelência que consagrou a marca MasterChef como referência em gastronomia. Produzido em Portugal, o lançamento reforça o compromisso da marca em oferecer azeites premium para o dia a dia, com rigorosos padrões de produção e seleção de ingredientes.
O produto tem Erick Jacquin, jurado do MasterChef Brasil, como embaixador da marca. Desenvolvido para atender tanto o consumidor final quanto os segmentos de varejo e food service, o Azeite Total MasterChef apresenta baixa acidez e alto teor de antioxidantes, combinando a tradição da produção europeia com a autoridade de uma das maiores marcas gastronômicas do mundo.
Com embalagem de 500 ml, o azeite já está à venda em canais físicos e online. Em breve, a linha será ampliada com o lançamento de mais duas versões, ampliando o portfólio de azeites da marca para diferentes perfis de consumo e usos na cozinha.
“O Azeite Total MasterChef nasce com o propósito de levar a excelência que o público já reconhece na marca MasterChef para dentro da casa das pessoas, de forma acessível e prática. Queremos mostrar que é possível cozinhar melhor no dia a dia, com um produto de alta qualidade e preço competitivo”, afirma Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine Brasil.
“O Azeite Total MasterChef surgiu da intenção de trazer ao consumidor o que há de melhor em um azeite extra virgem. Nosso propósito de sempre entregar qualidade a um preço justo nos fez desenvolver esse produto, que ficou magnífico. Masterchef trouxe a validação de sua qualidade, com uma participação intensa em todo processo de desenvolvimento, além de agregar relevância e excelência ao setor gourmet, apoiado em seu renome internacional. Nosso produto veio para somar e fazer a diferença na mesa dos brasileiros”, exclama João Bonelli, Diretor da Total Foods.
Aviso de Fraude | A Endemol Shine Brasil comunica que não cobra taxas para inscrição nos
projetos.
A Endemol Shine Brasil comunica que não realiza a seleção de participantes para projetos através de “olheiros”. Informamos que pessoas mal-intencionadas usam o nome da empresa para aplicar golpes, inclusive, cobrando taxas de inscrição e envio de dados pessoais de forma não oficial.
Esclarecemos que a escolha de participantes de projetos da Endemol Shine Brasil passa por um criterioso processo de seleção, realizado somente pelos contratados e por canais oficiais da empresa, e que não é permitida a cobrança de valores para a participação em seus programas.
Para você se prevenir contra essas atitudes mal-intencionadas, a Endemol Shine Brasil mantém permanentemente informações oficiais de inscrições a novos projetos nas redes sociais oficiais da empresa.
Se você desconfiar de alguma informação sobre projetos da Endemol Shine Brasil, fale conosco. Denuncie aqui
Produzido em mais de 60 territórios e transmitido em mais de 200 pelo mundo, o MasterChef é uma competição que busca o melhor cozinheiro do país, através da paixão, criatividade, habilidade técnica e amor pela comida. Os participantes encaram duros desafios e são testados por jurados que são alguns dos melhores chefs reconhecidos no universo culinário. Visto globalmente por mais de 300 milhões de pessoas, este formato toca os telespectadores, mostrando pessoas comuns realizando seu sonho de se tornar um MasterChef.
As emoções voam alto quando os esperançosos participantes sobem ao palco para cantar em frente a um elenco de 100 consagrados jurados do mundo da música, e são estes 100 que decidem o destino de cada concorrente. O objetivo do jogo é impressionar os jurados e fazer com que o maior número deles se levante de seus assentos e cante junto com você, podendo formar um emocionante coro ou um terrível pesadelo, se ficarem em completo silêncio. Quanto mais cantores participarem, maior será a pontuação, e somente os 3 melhores permanecem na competição para a tão temida final. Diversos estilos musicais tomam conta do palco e o vencedor leva um grande prêmio em dinheiro.
Em The Masked Singer Brasil, versão brasileira do formato original sul-coreano King of Mask Singer, 12 personalidades fazem performances musicais semanais, porém suas identidades estão ocultas por incríveis fantasias. Os jurados, além de julgar as apresentações, devem tentar adivinhar, junto ao público, quem é o artista por trás dos figurinos. A cada episódio, dicas são dadas sobre os competidores, mas apenas o eliminado da semana tem sua identidade revelada. The Masked Singer Brasil é comandado por Ivete Sangalo e conta com uma banca de jurados composta por celebridades convidadas.
Nesse formato totalmente imprevisível, enormes somas em dinheiro estão em jogo. Dois participantes trabalham juntos para enfrentar o gigante muro, enquanto a confiança um no outro é testada durante as apostas. Se os jogadores respondem à pergunta do apresentador corretamente, a bola fica verde. Ao ser jogada, a bola cai aleatoriamente em um dos buracos na base do muro, com diversas quantias, que vão direto para o bolso dos participantes. Já se a resposta for incorreta, a bola fica vermelha e retira o valor do total já acumulado.
Na segunda rodada, um dos participantes fica isolado respondendo às perguntas, sem saber as respostas, enquanto o outro comanda o muro. A rodada final chega com muita emoção, onde o jogador isolado deve escolher entre assinar um contrato por uma quantia fixa ou apostar para ver se tiveram sorte. Uma montanha-russa de emoções, perdas e vitórias, o que The Wall dá, The Wall pode tirar.
A série de renovação de casas mais bem avaliada globalmente. Seja dando destaque para “heróis” locais ou a famílias que enfrentam dificuldades, o formato proporciona uma renovação completa da casa dessas pessoas.
As reformas incluem o interior, exterior, paisagismo – tudo pronto em apenas sete dias, enquanto os moradores tiram férias em algum lugar incrível, sem saber como a transformação ficará. A série mostra construtores, designers e paisagistas que correm contra o relógio para renovar a casa completamente antes que a família retorne.
Formato Netflix, produção Endemol Shine Brasil.
Quem não quer encontrar o verdadeiro amor, para além do interesse físico? Os participantes deste reality show buscam exatamente isso: serem amados por sua essência e não pela aparência. Os solteiros conversam com potenciais candidatos em cabines individuais apenas por voz, sem imagens e sem nenhuma distração do mundo exterior, e devem escolher com quem mais se identificam emocionalmente para fazer o tão esperado pedido de casamento, e só depois do “sim” é que se veem pela primeira vez. Então eles são levados para a vida real: viagem de lua de mel, morar juntos, conhecerem as famílias um do outro e, por fim, a cerimônia de casamento. Será que eles vão conseguir passar por todos os desafios do dia a dia de um casal e provar que o amor é realmente cego?
Após o enorme sucesso da franquia Shore em todo o mundo, o reality show Rio Shore chega ao Brasil, mostrando o dia a dia de 10 jovens fluminenses enquanto aproveitam as festas mais épicas, as pegações mais quentes, as melhores resenhas e as tretas mais avassaladoras! Diretamente de Búzios (RJ), o elenco principal ainda recebe diversos convidados especiais que agitam o dia a dia da casa e tornam Rio Shore o reality mais bombástico de todos.
Versão nacional do formato de sucesso da BBC “Dancing With the Stars”, produzida pela Endemol Shine Brasil. Comandado por Xuxa, uma das apresentadoras mais queridas do país, o programa traz celebridades que são treinadas por dançarinos profissionais. A cada semana eles se apresentam em diferentes estilos de dança e, ao final do programa, o participante vencedor leva para casa um prêmio em dinheiro e seu técnico ganha um carro novo.
Este show de talentos produzido pela Endemol Shine Brasil, é a versão brasileira do programa estadunidense “The Four: Battle for Stardom”. Trata-se de um formato diferente de todas as atrações do gênero, pois ele começa por onde os outros terminam – os quatro finalistas são revelados logo no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio em dinheiro.
Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados e pela plateia, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, através de duelos musicais, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare.
Produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Amazon Prime Video, o programa testa se a atração por alguém realmente vai além das aparências. A cada episódio, um participante descreve o seu parceiro dos sonhos, desde a cor do cabelo até a roupa que veste, e entra em uma casa com sete “clones”, de acordo com o seu perfil ideal. Os clones passam por diversos desafios durante os encontros, até restar apenas uma pessoa, escolhida por aspectos de sua personalidade. Apresentado por Sabrina Sato, esse é um formato muito diferente de qualquer reality de relacionamento que você já viu.
Independente de gênero, idade ou orientação sexual, os participantes exploram locais da cidade em busca de um novo amor. A ideia é que eles deixem os aplicativos de namoro de lado e aceitem conhecer pessoas novas de uma forma diferente. Após diversas conversas e beijos com alguns pretendentes, quem eles escolherão para um segundo encontro? Essa versão brasileira do programa estadunidense “Dating Around”, produzida pela Endemol Shine Brasil, é mais um reality show de relacionamento com um toque inusitado.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show produzido para a marca Stella Artrois busca descobrir novas experiências gastronômicas na cidade de São Paulo. Com apresentação de Alex Atala, o programa mostra ao público que não é preciso ir longe ou pagar caro para comer bem. Ao longo de quatro episódios, Alex Atala recebe amigos e anda pela cidade para apresentar oito restaurantes e conhecer as histórias de quem está atrás do balcão. Após cada episódio, o público vota pelo Twitter para escolher a sua experiência preferida. Ao final do programa, os finalistas são testados pelos jurados, para escolher o chef vencedor, que vai comandar a cozinha do “Portinha Stella”, um espaço conceito da cerveja, que funcionará em São Paulo por tempo limitado.
Reality show criado e produzido pela Endemol Shine Brasil e idealizado pela agência Grey Brasil, especialmente para a marca Pantene Brasil. Exibido tanto na TV quanto nos canais digitais, o programa busca os cabelos mais bonitos do país para serem os novos representantes da marca. Mais de 40 mil pessoas de todos os cantos do Brasil já se inscreveram no programa. Os selecionados passam por desafios que testam suas atitudes, fotogenia e, claro, seus cabelos. Os vencedores se tornam embaixadores oficiais de Pantene.
Reality show apresentado por Luan Santana e Mariana Rios, traz participantes com talento de sobra e um sonho em comum: se tornar um astro da música sertaneja. Artistas renomados compõem o time de mentores dos competidores, mas é o público quem escolhe quem será o próximo sucesso nos palcos do Brasil. O formato é uma iniciativa da Brahma em parceria com a Endemol Shine Brasil, Google, VillaMix e Africa.
Beats, a marca da curtição, estreou o reality show como uma grande ação para o carnaval de 2021. O programa isolou a cantora Anitta e mais dez influenciadores em uma ilha paradisíaca no Rio de Janeiro, para cumprir desafios que sacudiram a internet. Distribuído em seis episódios, o reality foi produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a agência WMcCann, e transmitido através das plataformas digitais.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality Hit Estourado reuniu os melhores compositores de forró do Brasil na fazenda do cantor Wesley Safadão e mostrou o passo-a-passo para a criação de um novo sucesso. A música, chamada “Eu pulo, eu passo”, foi escolhida com ajuda do público e será lançada pela Som Livre, cantada por Wesley Safadão. O projeto foi realizado para a marca Skol e faz parte da plataforma de conteúdo “Skol Forró”, com conceito criativo assinado pela agência Califórnia.
Uma iniciativa do Facebook, criado e desenvolvido pela Endemol Shine Brasil para a Skol e inspirado no fenômeno digital de um dos grupos mais famosos do Facebook, o LDRV. Com participação de Blogueirinha (Bruno Matos), Rita Von Hunty e Paulette Pink, o curta-metragem traz a trajetória de três personagens: Francis, Bela e Will. Cada um deles tem o sonho de emplacar na vida e na internet, mas nenhum deles conseguiu se realizar ainda.
Onix Music Trip leva 3 bandas para a estrada, em um campeonato de turnês musicais colaborativas! Durante o trajeto, grandes artistas e influenciadores fazem uma viagem incrível enquanto competem pelos seus likes. Os três carros percorrem caminhos diferentes, sempre conectados e movidos pelo engajamento do público e como destino uma live do vencedor.
Unindo música, conectividade e tecnologia, o projeto desenvolvido para a Chevrolet é uma criação da WMcCann – por meio de sua divisão Commonwealth//McCann -, em parceria da Isobar, a dentsu Company, e formato e produção da Endemol Shine Brasil.
Criado pela agência AKQA e com assinatura de formato original e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show é uma busca por novos embaixadores para a Beats!
Com participação de Blogueirinha, Foquinha, Gabi Lopes, Rafa Uccman e Jerry Smith como apresentadores e mentores, o formato foi transmitido nas plataformas digitais da marca. Os dois vencedores assinaram um contrato, no valor de R$ 50 mil, para divulgar os novos produtos de Beats.
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago criou, junto com a GUT São Paulo, o Gincana da Grana, com apresentação de Sabrina Sato e Nath Finanças e participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL. O quarteto participa de provas que testam os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. O vencedor leva R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
Uma adaptação de “Survivor”, No Limite foi o primeiro reality show da televisão brasileira, exibido no ano 2000. Em 2021, retorna com uma nova temporada para trazer adrenalina para os telespectadores. Isolados em uma praia deserta, os participantes encaram desafios que exigem força física, resistência psicológica e coragem, competindo em equipes ou individualmente. O time que não conseguir atingir o resultado estipulado ou demorar mais tempo para realizá-lo, é obrigado a escolher um companheiro para sair do programa, através de votação secreta.
Um formato inovador que revolucionou a televisão e é um fenômeno de audiência até hoje. Criado em 1999, na Holanda, o Big Brother chegou ao Brasil em 2002 e já teve 21 temporadas. Os participantes entram nesta disputa confinados em uma casa, sem contato com o mundo exterior, onde irão compartilhar seu dia a dia com desconhecidos durante meses, sendo filmados 24h por dia. Semanalmente, uma pessoa é eliminada, a partir da votação dos milhões de telespectadores, que assistem, torcem e julgam suas atitudes.
The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar um grande prêmio em dinheiro. O tesouro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio.
Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Os desafios físicos e mentais geram conflitos entre os participantes, ao mesmo tempo que dependem um do outro para alcançarem o objetivo. Se chegarem ao outro lado, resta saber: quem ficará com o dinheiro? Cada concorrente deve votar em outro para ganhar o prêmio. A pessoa com mais votos pode optar por ficar com todo o dinheiro ou compartilhá-lo com seus aliados. Chegar a essa final requer um plano de jogo baseado em estratégia, negociação e confiança. O vencedor escolherá manter suas promessas e compartilhar a riqueza, ou queimar suas pontes e acumular o tesouro?
Celulares, redes sociais, webcams – a nossa sociedade atual está sempre sob vigilância, desde sacar dinheiro no caixa eletrônico até quando fazemos compras no supermercado. Já imaginou como seria desaparecer completamente nos dias de hoje? Isso seria possível? Para descobrir, grupos de pessoas comuns fogem, enquanto um time dos melhores e mais experientes investigadores os procuram. Hunted explora o nível de vigilância em que vivemos, por meio de um experimento social em frente às câmeras.
A série mostra participantes em uma ilha remota no Pacífico, onde ficarão totalmente sozinhos com câmeras, filmando a si mesmos, e tendo que caçar sua comida, buscar água, fazer fogo, erguer abrigo e tentar sobreviver usando apenas força, determinação e algumas ferramentas básicas. Será que eles têm o que é necessário para resistir durante um longo mês?
Tanto individualmente, como em pares ou famílias, os concorrentes se mudam para o rancho The Biggest Loser para iniciar uma jornada em busca de reverter os efeitos da obesidade em suas vidas, enquanto competem por um grande prêmio em dinheiro. Além das centenas de concorrentes que perderam peso durante o programa, o formato tem ajudado os telespectadores que estão em casa, motivando-os não apenas com histórias inspiradoras, mas também através de suas extensões de marca de sucesso.
Série premiada, que conta histórias fictícias de dramas envolvendo o mal-estar coletivo sobre nosso mundo moderno. Nos últimos anos, a tecnologia transformou quase todos os aspectos de nossas vidas. Em cada casa; em cada mesa; em cada palma da mão – uma tela de plasma; um monitor; um smartphone – um reflexo de nossa existência do século XXI.
Os algoritmos das plataformas nos conhecem mais intimamente do que nossas famílias ou amigos. Temos acesso a todas as informações do mundo. Black Mirror retrata a imaginação de uma geração e nos leva à uma montanha-russa de sentimentos. Cada episódio traz uma nova história e novas personagens conectadas em torno desse questionamento tecnológico.
Essa série premiada retrata uma história que envolve família, guerra, amor, política, traição e vingança. Passa-se nos anos 20, em Birmingham, em uma era tumultuada por gangues, militares e revolucionários em meio a Primeira Guerra Mundial. Thomas Shelby e a sua família fazem parte da mais temida e poderosa gangue local, os Peaky Blinders. Eles ganham seu dinheiro com apostas ilegais, mas as ambições de Tommy vão além de ser apenas o dono das ruas, querendo expandir o seu negócio para toda a Inglaterra.
Após emigrar da Romênia nos anos 50, a família Zelig ocupa terras que acabaram passando por brechas de diferentes autoridades. Apesar dos desejos do governo, empresários e moradores da elite, os Zeligs não deixam o lugar. A família é comandada pela avó Aliza. Ela é dona da terra, e tem poder e liderança sobre os demais parentes, que vivem amedrontados com a possibilidade de perder a ajuda de Aliza e, principalmente, sua herança. A ideia de matar a avó é exibida como uma piada no primeiro episódio, mas se desenvolve de forma macabra, engraçada e triste no decorrer da série.
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