Há algumas semanas, folheando conversas que tive ao longo dos anos com executivos de entretenimento, percebi uma frase que se repetia, de formas diferentes, em quase todas elas: “preciso aumentar minha audiência.”
Nunca: “preciso aprofundar minha audiência.”
Essa distinção parece simples, mas diz muito sobre como o mercado ainda pensa. E foi exatamente essa tensão que começou a me incomodar de verdade. Porque, quando olho para os projetos que realmente duram, a lógica é outra.
O que fica claro, quando você para para observar, é que estamos diante de uma virada que não é apenas de comportamento de consumo. É uma virada na forma como o valor é gerado dentro da indústria.
Durante muito tempo, o modelo foi construído sobre distribuição. Quanto maior o alcance, maior o poder. Mas o alcance, por si só, nunca gerou pertencimento. E é o pertencimento — não a audiência — que sustenta um negócio ao longo do tempo.
Comecei a enxergar isso com mais nitidez quando passei a observar o que diferencia os projetos que duram daqueles que explodem e somem. Os que duram raramente são os que chegaram primeiro ou os que tiveram o maior orçamento de mídia. São os que conseguiram fazer com que as pessoas sentissem que faziam parte de algo, e que voltassem por vontade própria.
Esse movimento não é novo para quem trabalha com entretenimento há anos. Mas chegou a um ponto de maturidade em que precisa ser tratado como estratégia, não como consequência natural de um bom produto.
Hoje, os projetos mais relevantes da indústria são construídos com uma lógica que se aproxima da de um showrunner: há uma narrativa central, formatos que se repetem e evoluem, rituais que o público reconhece e antecipa, e espaços — digitais e físicos — onde a comunidade existe para além do momento da exibição. Cada plataforma cumpre um papel dentro de um ecossistema maior, e o público não é apenas destinatário desse conteúdo. Ele é parte constitutiva dele.
É uma mudança de mentalidade profunda. Sair da lógica do produto — que se esgota após a entrega — e entrar na lógica da plataforma de experiência, que se retroalimenta com o tempo.
E o que mais me chama a atenção nessa transição é que ela altera a pergunta central do negócio. Por muito tempo, o mercado se organizou em torno de uma métrica: quantas pessoas assistiram? Era uma pergunta legítima quando o modelo dependia de publicidade por volume, de bilheteria por sessão, de audiência por episódio.
Mas essa questão não captura o que realmente sustenta um projeto ao longo do tempo. Não mede o quanto as pessoas se identificam com aquele universo. Não mede o quanto elas voltam, recomendam, defendem, constroem identidade a partir dali.
A pergunta que começa a reorganizar o setor é outra: quantas pessoas querem fazer parte?
Não é algo sobre alcance. É sobre relevância. Sobre o espaço simbólico que um projeto ocupa na vida das pessoas. E é justamente nesse espaço — entre conteúdo, experiência e comunidade — que os modelos de negócio do entretenimento estão sendo reescritos.
Para marcas, produtoras e criadores, a oportunidade está em começar a projetar dessa forma desde o início. Não como produto que será lançado, mas como universo que será habitado.
Porque a audiência que apenas assiste pode ir embora na próxima semana. A comunidade que sente que pertence tende a ficar — e a trazer outras pessoas junto.
O espetáculo imersivo “Luminiscence” ganhará novas apresentações na Catedral da Sé e seguirá em cartaz até 5 de julho, na capital paulista. Desde a estreia, em janeiro, ele atraiu mais 75 mil pessoas, segundo a organização.
O evento ocupa o interior da igreja neogótica com imagens tridimensionais que dialogam com a arquitetura do espaço, com projeções mapeadas, trilha sonora e performances ao vivo. O projeto já passou por catedrais e basílicas de países como França, Alemanha, Bélgica, Espanha e Estados Unidos, onde alcançou mais de um milhão de espectadores.
O espetáculo estreou em São Paulo em janeiro, com sessões de quinta a domingo. Há versões com orquestra e coro ao vivo, apenas coro e também apresentações com trilha gravada.
A produção brasileira é liderada pela Endemol Shine Brasil, responsável por realities como “Big Brother Brasil” e “MasterChef Brasil”, e que vem ampliando sua atuação na área de entretenimento ao vivo e experiências imersivas.
“Com o ‘Luminiscence’ pudemos nos conectar com o público e criar momentos memoráveis para ele. O sucesso da temporada consolida nossa atuação em entretenimento 360°, para além das telas, proporcionando experiências presenciais impactantes”, afirma Nani Freitas, CEO da produtora.
CEO da Endemol Shine Brasil reflete sobre a demanda e o crescimento de conteúdo vertical no país, afirmando que a construção sólida de sua narrativa é o que garantirá a evolução do formato.
Há pouco mais de um mês, duas produtoras brasileiras que fazem parte do grupo Banijay Americas uniram forças para criar microdramas em formato vertical, voltados especificamente para o ecossistema mobile, plataformas digitais e projetos de marca. A Señal News conversou com Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil , que detalhou a aliança com a A Fábrica e definiu a estratégia de produção de conteúdo e construção narrativa para o formato vertical .
Após o acordo entre a Endemol Shine Brasil e a A Fábrica para a produção de microdramas verticais, qual estratégia será implementada para esse desenvolvimento? – “Nossa estratégia consiste em estruturar uma produção contínua e escalável de microdramas verticais, concebida para o consumo em dispositivos móveis. A proposta é desenvolver séries nativas para telas verticais, com linguagem e ritmo próprios, em colaboração com as principais plataformas e marcas. Nosso objetivo é combinar a agilidade do modelo de produção com a qualidade narrativa para oferecer histórias curtas, dinâmicas e seriadas que se conectem aos novos hábitos de consumo.”
Qual será a contribuição de cada parte neste acordo? – “A aliança foi concebida de forma complementar: a Endemol Shine Brasil assume a produção executiva dos projetos e lidera as negociações com marcas e plataformas, contribuindo com seu conhecimento de mercado, escalabilidade e experiência em entretenimento multiplataforma. A Fábrica fica responsável pela criação e desenvolvimento dos roteiros de ficção, aplicando sua experiência em dramaturgia para garantir histórias bem construídas e relevantes para este novo formato.”
Como você analisa a demanda e o crescimento do conteúdo vertical no Brasil? – “A ascensão do conteúdo vertical no Brasil reflete diretamente um mercado com consumo cada vez mais focado em dispositivos móveis. O público busca histórias dinâmicas, envolventes e fáceis de acompanhar, que retratem o cotidiano. Essa tendência já está sendo abraçada pelos principais veículos e plataformas de mídia, reforçando o fato de que o investimento em microdramas é uma tendência crescente no consumo audiovisual do país.”
Como a experiência da Endemol Shine Brasil com a TeleKwai e conteúdo de marca contribui para fortalecer a nova proposta? – “A experiência anterior com microdramas para a TeleKwai foi fundamental para a compreensão da lógica de produção, distribuição e participação no formato vertical. Além disso, o desempenho consistente da Endemol Shine Brasil em conteúdo de marca proporcionou importantes lições sobre a integração orgânica de marcas em narrativas sem comprometer o entretenimento. Esse repertório fortalece a aliança com A Fábrica, combinando dramaturgia com projetos viáveis e atraentes para o mercado publicitário.”
Quais são os principais aspectos para que a dramaturgia vertical adquira uma linguagem própria? – “O fundamental é respeitar que o formato vertical não é uma adaptação da telenovela tradicional, mas sim uma nova linguagem. Isso implica episódios mais curtos, narrativas diretas, personagens com os quais o público se identifica e conflitos claros desde o início. Também é essencial considerar o ritmo, o enquadramento e o desenvolvimento da história para que faça sentido para quem a consome em seus celulares, muitas vezes em momentos fragmentados do dia. Além disso, definir as premissas que sustentam os orçamentos e os cronogramas de filmagem, como a quantidade e o tipo de locações e o número de dias de filmagem, é fundamental. A construção sólida da narrativa é o que garante que o formato evolua de uma tendência para um pilar consistente de conteúdo.”
Aviso de Fraude | A Endemol Shine Brasil comunica que não cobra taxas para inscrição nos
projetos.
A Endemol Shine Brasil comunica que não realiza a seleção de participantes para projetos através de “olheiros”. Informamos que pessoas mal-intencionadas usam o nome da empresa para aplicar golpes, inclusive, cobrando taxas de inscrição e envio de dados pessoais de forma não oficial.
Esclarecemos que a escolha de participantes de projetos da Endemol Shine Brasil passa por um criterioso processo de seleção, realizado somente pelos contratados e por canais oficiais da empresa, e que não é permitida a cobrança de valores para a participação em seus programas.
Para você se prevenir contra essas atitudes mal-intencionadas, a Endemol Shine Brasil mantém permanentemente informações oficiais de inscrições a novos projetos nas redes sociais oficiais da empresa.
Se você desconfiar de alguma informação sobre projetos da Endemol Shine Brasil, fale conosco. Denuncie aqui
Produzido em mais de 60 territórios e transmitido em mais de 200 pelo mundo, o MasterChef é uma competição que busca o melhor cozinheiro do país, através da paixão, criatividade, habilidade técnica e amor pela comida. Os participantes encaram duros desafios e são testados por jurados que são alguns dos melhores chefs reconhecidos no universo culinário. Visto globalmente por mais de 300 milhões de pessoas, este formato toca os telespectadores, mostrando pessoas comuns realizando seu sonho de se tornar um MasterChef.
As emoções voam alto quando os esperançosos participantes sobem ao palco para cantar em frente a um elenco de 100 consagrados jurados do mundo da música, e são estes 100 que decidem o destino de cada concorrente. O objetivo do jogo é impressionar os jurados e fazer com que o maior número deles se levante de seus assentos e cante junto com você, podendo formar um emocionante coro ou um terrível pesadelo, se ficarem em completo silêncio. Quanto mais cantores participarem, maior será a pontuação, e somente os 3 melhores permanecem na competição para a tão temida final. Diversos estilos musicais tomam conta do palco e o vencedor leva um grande prêmio em dinheiro.
Em The Masked Singer Brasil, versão brasileira do formato original sul-coreano King of Mask Singer, 12 personalidades fazem performances musicais semanais, porém suas identidades estão ocultas por incríveis fantasias. Os jurados, além de julgar as apresentações, devem tentar adivinhar, junto ao público, quem é o artista por trás dos figurinos. A cada episódio, dicas são dadas sobre os competidores, mas apenas o eliminado da semana tem sua identidade revelada. The Masked Singer Brasil é comandado por Ivete Sangalo e conta com uma banca de jurados composta por celebridades convidadas.
Nesse formato totalmente imprevisível, enormes somas em dinheiro estão em jogo. Dois participantes trabalham juntos para enfrentar o gigante muro, enquanto a confiança um no outro é testada durante as apostas. Se os jogadores respondem à pergunta do apresentador corretamente, a bola fica verde. Ao ser jogada, a bola cai aleatoriamente em um dos buracos na base do muro, com diversas quantias, que vão direto para o bolso dos participantes. Já se a resposta for incorreta, a bola fica vermelha e retira o valor do total já acumulado.
Na segunda rodada, um dos participantes fica isolado respondendo às perguntas, sem saber as respostas, enquanto o outro comanda o muro. A rodada final chega com muita emoção, onde o jogador isolado deve escolher entre assinar um contrato por uma quantia fixa ou apostar para ver se tiveram sorte. Uma montanha-russa de emoções, perdas e vitórias, o que The Wall dá, The Wall pode tirar.
A série de renovação de casas mais bem avaliada globalmente. Seja dando destaque para “heróis” locais ou a famílias que enfrentam dificuldades, o formato proporciona uma renovação completa da casa dessas pessoas.
As reformas incluem o interior, exterior, paisagismo – tudo pronto em apenas sete dias, enquanto os moradores tiram férias em algum lugar incrível, sem saber como a transformação ficará. A série mostra construtores, designers e paisagistas que correm contra o relógio para renovar a casa completamente antes que a família retorne.
Formato Netflix, produção Endemol Shine Brasil.
Quem não quer encontrar o verdadeiro amor, para além do interesse físico? Os participantes deste reality show buscam exatamente isso: serem amados por sua essência e não pela aparência. Os solteiros conversam com potenciais candidatos em cabines individuais apenas por voz, sem imagens e sem nenhuma distração do mundo exterior, e devem escolher com quem mais se identificam emocionalmente para fazer o tão esperado pedido de casamento, e só depois do “sim” é que se veem pela primeira vez. Então eles são levados para a vida real: viagem de lua de mel, morar juntos, conhecerem as famílias um do outro e, por fim, a cerimônia de casamento. Será que eles vão conseguir passar por todos os desafios do dia a dia de um casal e provar que o amor é realmente cego?
Após o enorme sucesso da franquia Shore em todo o mundo, o reality show Rio Shore chega ao Brasil, mostrando o dia a dia de 10 jovens fluminenses enquanto aproveitam as festas mais épicas, as pegações mais quentes, as melhores resenhas e as tretas mais avassaladoras! Diretamente de Búzios (RJ), o elenco principal ainda recebe diversos convidados especiais que agitam o dia a dia da casa e tornam Rio Shore o reality mais bombástico de todos.
Versão nacional do formato de sucesso da BBC “Dancing With the Stars”, produzida pela Endemol Shine Brasil. Comandado por Xuxa, uma das apresentadoras mais queridas do país, o programa traz celebridades que são treinadas por dançarinos profissionais. A cada semana eles se apresentam em diferentes estilos de dança e, ao final do programa, o participante vencedor leva para casa um prêmio em dinheiro e seu técnico ganha um carro novo.
Este show de talentos produzido pela Endemol Shine Brasil, é a versão brasileira do programa estadunidense “The Four: Battle for Stardom”. Trata-se de um formato diferente de todas as atrações do gênero, pois ele começa por onde os outros terminam – os quatro finalistas são revelados logo no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio em dinheiro.
Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados e pela plateia, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, através de duelos musicais, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare.
Produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Amazon Prime Video, o programa testa se a atração por alguém realmente vai além das aparências. A cada episódio, um participante descreve o seu parceiro dos sonhos, desde a cor do cabelo até a roupa que veste, e entra em uma casa com sete “clones”, de acordo com o seu perfil ideal. Os clones passam por diversos desafios durante os encontros, até restar apenas uma pessoa, escolhida por aspectos de sua personalidade. Apresentado por Sabrina Sato, esse é um formato muito diferente de qualquer reality de relacionamento que você já viu.
Independente de gênero, idade ou orientação sexual, os participantes exploram locais da cidade em busca de um novo amor. A ideia é que eles deixem os aplicativos de namoro de lado e aceitem conhecer pessoas novas de uma forma diferente. Após diversas conversas e beijos com alguns pretendentes, quem eles escolherão para um segundo encontro? Essa versão brasileira do programa estadunidense “Dating Around”, produzida pela Endemol Shine Brasil, é mais um reality show de relacionamento com um toque inusitado.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show produzido para a marca Stella Artrois busca descobrir novas experiências gastronômicas na cidade de São Paulo. Com apresentação de Alex Atala, o programa mostra ao público que não é preciso ir longe ou pagar caro para comer bem. Ao longo de quatro episódios, Alex Atala recebe amigos e anda pela cidade para apresentar oito restaurantes e conhecer as histórias de quem está atrás do balcão. Após cada episódio, o público vota pelo Twitter para escolher a sua experiência preferida. Ao final do programa, os finalistas são testados pelos jurados, para escolher o chef vencedor, que vai comandar a cozinha do “Portinha Stella”, um espaço conceito da cerveja, que funcionará em São Paulo por tempo limitado.
Reality show criado e produzido pela Endemol Shine Brasil e idealizado pela agência Grey Brasil, especialmente para a marca Pantene Brasil. Exibido tanto na TV quanto nos canais digitais, o programa busca os cabelos mais bonitos do país para serem os novos representantes da marca. Mais de 40 mil pessoas de todos os cantos do Brasil já se inscreveram no programa. Os selecionados passam por desafios que testam suas atitudes, fotogenia e, claro, seus cabelos. Os vencedores se tornam embaixadores oficiais de Pantene.
Reality show apresentado por Luan Santana e Mariana Rios, traz participantes com talento de sobra e um sonho em comum: se tornar um astro da música sertaneja. Artistas renomados compõem o time de mentores dos competidores, mas é o público quem escolhe quem será o próximo sucesso nos palcos do Brasil. O formato é uma iniciativa da Brahma em parceria com a Endemol Shine Brasil, Google, VillaMix e Africa.
Beats, a marca da curtição, estreou o reality show como uma grande ação para o carnaval de 2021. O programa isolou a cantora Anitta e mais dez influenciadores em uma ilha paradisíaca no Rio de Janeiro, para cumprir desafios que sacudiram a internet. Distribuído em seis episódios, o reality foi produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a agência WMcCann, e transmitido através das plataformas digitais.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality Hit Estourado reuniu os melhores compositores de forró do Brasil na fazenda do cantor Wesley Safadão e mostrou o passo-a-passo para a criação de um novo sucesso. A música, chamada “Eu pulo, eu passo”, foi escolhida com ajuda do público e será lançada pela Som Livre, cantada por Wesley Safadão. O projeto foi realizado para a marca Skol e faz parte da plataforma de conteúdo “Skol Forró”, com conceito criativo assinado pela agência Califórnia.
Uma iniciativa do Facebook, criado e desenvolvido pela Endemol Shine Brasil para a Skol e inspirado no fenômeno digital de um dos grupos mais famosos do Facebook, o LDRV. Com participação de Blogueirinha (Bruno Matos), Rita Von Hunty e Paulette Pink, o curta-metragem traz a trajetória de três personagens: Francis, Bela e Will. Cada um deles tem o sonho de emplacar na vida e na internet, mas nenhum deles conseguiu se realizar ainda.
Onix Music Trip leva 3 bandas para a estrada, em um campeonato de turnês musicais colaborativas! Durante o trajeto, grandes artistas e influenciadores fazem uma viagem incrível enquanto competem pelos seus likes. Os três carros percorrem caminhos diferentes, sempre conectados e movidos pelo engajamento do público e como destino uma live do vencedor.
Unindo música, conectividade e tecnologia, o projeto desenvolvido para a Chevrolet é uma criação da WMcCann – por meio de sua divisão Commonwealth//McCann -, em parceria da Isobar, a dentsu Company, e formato e produção da Endemol Shine Brasil.
Criado pela agência AKQA e com assinatura de formato original e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show é uma busca por novos embaixadores para a Beats!
Com participação de Blogueirinha, Foquinha, Gabi Lopes, Rafa Uccman e Jerry Smith como apresentadores e mentores, o formato foi transmitido nas plataformas digitais da marca. Os dois vencedores assinaram um contrato, no valor de R$ 50 mil, para divulgar os novos produtos de Beats.
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago criou, junto com a GUT São Paulo, o Gincana da Grana, com apresentação de Sabrina Sato e Nath Finanças e participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL. O quarteto participa de provas que testam os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. O vencedor leva R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
Uma adaptação de “Survivor”, No Limite foi o primeiro reality show da televisão brasileira, exibido no ano 2000. Em 2021, retorna com uma nova temporada para trazer adrenalina para os telespectadores. Isolados em uma praia deserta, os participantes encaram desafios que exigem força física, resistência psicológica e coragem, competindo em equipes ou individualmente. O time que não conseguir atingir o resultado estipulado ou demorar mais tempo para realizá-lo, é obrigado a escolher um companheiro para sair do programa, através de votação secreta.
Um formato inovador que revolucionou a televisão e é um fenômeno de audiência até hoje. Criado em 1999, na Holanda, o Big Brother chegou ao Brasil em 2002 e já teve 21 temporadas. Os participantes entram nesta disputa confinados em uma casa, sem contato com o mundo exterior, onde irão compartilhar seu dia a dia com desconhecidos durante meses, sendo filmados 24h por dia. Semanalmente, uma pessoa é eliminada, a partir da votação dos milhões de telespectadores, que assistem, torcem e julgam suas atitudes.
The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar um grande prêmio em dinheiro. O tesouro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio.
Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Os desafios físicos e mentais geram conflitos entre os participantes, ao mesmo tempo que dependem um do outro para alcançarem o objetivo. Se chegarem ao outro lado, resta saber: quem ficará com o dinheiro? Cada concorrente deve votar em outro para ganhar o prêmio. A pessoa com mais votos pode optar por ficar com todo o dinheiro ou compartilhá-lo com seus aliados. Chegar a essa final requer um plano de jogo baseado em estratégia, negociação e confiança. O vencedor escolherá manter suas promessas e compartilhar a riqueza, ou queimar suas pontes e acumular o tesouro?
Celulares, redes sociais, webcams – a nossa sociedade atual está sempre sob vigilância, desde sacar dinheiro no caixa eletrônico até quando fazemos compras no supermercado. Já imaginou como seria desaparecer completamente nos dias de hoje? Isso seria possível? Para descobrir, grupos de pessoas comuns fogem, enquanto um time dos melhores e mais experientes investigadores os procuram. Hunted explora o nível de vigilância em que vivemos, por meio de um experimento social em frente às câmeras.
A série mostra participantes em uma ilha remota no Pacífico, onde ficarão totalmente sozinhos com câmeras, filmando a si mesmos, e tendo que caçar sua comida, buscar água, fazer fogo, erguer abrigo e tentar sobreviver usando apenas força, determinação e algumas ferramentas básicas. Será que eles têm o que é necessário para resistir durante um longo mês?
Tanto individualmente, como em pares ou famílias, os concorrentes se mudam para o rancho The Biggest Loser para iniciar uma jornada em busca de reverter os efeitos da obesidade em suas vidas, enquanto competem por um grande prêmio em dinheiro. Além das centenas de concorrentes que perderam peso durante o programa, o formato tem ajudado os telespectadores que estão em casa, motivando-os não apenas com histórias inspiradoras, mas também através de suas extensões de marca de sucesso.
Série premiada, que conta histórias fictícias de dramas envolvendo o mal-estar coletivo sobre nosso mundo moderno. Nos últimos anos, a tecnologia transformou quase todos os aspectos de nossas vidas. Em cada casa; em cada mesa; em cada palma da mão – uma tela de plasma; um monitor; um smartphone – um reflexo de nossa existência do século XXI.
Os algoritmos das plataformas nos conhecem mais intimamente do que nossas famílias ou amigos. Temos acesso a todas as informações do mundo. Black Mirror retrata a imaginação de uma geração e nos leva à uma montanha-russa de sentimentos. Cada episódio traz uma nova história e novas personagens conectadas em torno desse questionamento tecnológico.
Essa série premiada retrata uma história que envolve família, guerra, amor, política, traição e vingança. Passa-se nos anos 20, em Birmingham, em uma era tumultuada por gangues, militares e revolucionários em meio a Primeira Guerra Mundial. Thomas Shelby e a sua família fazem parte da mais temida e poderosa gangue local, os Peaky Blinders. Eles ganham seu dinheiro com apostas ilegais, mas as ambições de Tommy vão além de ser apenas o dono das ruas, querendo expandir o seu negócio para toda a Inglaterra.
Após emigrar da Romênia nos anos 50, a família Zelig ocupa terras que acabaram passando por brechas de diferentes autoridades. Apesar dos desejos do governo, empresários e moradores da elite, os Zeligs não deixam o lugar. A família é comandada pela avó Aliza. Ela é dona da terra, e tem poder e liderança sobre os demais parentes, que vivem amedrontados com a possibilidade de perder a ajuda de Aliza e, principalmente, sua herança. A ideia de matar a avó é exibida como uma piada no primeiro episódio, mas se desenvolve de forma macabra, engraçada e triste no decorrer da série.
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