Endemol Shine Brasil fecha parceria de licenciamento com Brinquedos Estrela

Acordo envolve marcas icônicas como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol

A Endemol Shine Brasil, anuncia uma parceria com a Brinquedos Estrela, para o licenciamento de algumas de suas marcas mais icônicas: Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol. A novidade amplia o portfólio de licenciamento da Endemol Shine Brasil e reforça sua estratégia de desenvolver propriedades intelectuais com forte reconhecimento do público, criando novas oportunidades de negócios e expansão para marcas que fazem parte da memória afetiva de diferentes gerações de brasileiros.

A parceria também incluí a XGUIDES, especialista em ativação de comunidades de fãs, que desenvolveu a estratégia criativa do projeto, identificando gatilhos de memória afetiva em marcas da Brinquedos Estrela com forte apelo de nostalgia para millennials e geração X, como Fofolete, Falcon, Maximus Pegasus e Banco Imobiliário, e desenvolveu o style guide que orienta sua aplicação em produtos e projetos de licenciamento.

O anúncio acontece em um momento simbólico para a Brinquedos Estrela, que se aproxima de seus 90 anos de história. Ao longo de quase nove décadas, a companhia consolidou um legado marcado pela inovação, pela capacidade de acompanhar as transformações do universo infantil e pela preservação de brinquedos que atravessaram gerações, tornando-se ícones da cultura brasileira.

“É uma grande satisfação anunciar esta parceria com a Brinquedos Estrela, uma marca que faz parte da memória afetiva de milhões de brasileiros e construiu uma relação única com diferentes gerações ao longo de quase nove décadas. Reunir em nosso portfólio propriedades tão icônicas como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol reforça nossa estratégia de trabalhar com marcas que unem relevância cultural, potencial de expansão e forte conexão emocional com o público”, ressalta Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine Brasil.

“A Estrela construiu, ao longo de décadas, um portfólio de marcas que faz parte da memória afetiva de milhões de brasileiros. Essa parceria com a Endemol Shine representa um passo importante para ampliarmos o potencial dessas propriedades intelectuais, levando nossas marcas para novas categorias de produtos, experiências e públicos. Estamos unindo a tradição e a força da Estrela à expertise da Endemol Shine em licenciamento para criar oportunidades de negócios que fortaleçam ainda mais o valor e a relevância das nossas marcas no mercado”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Brinquedos Estrela S.A.

Matéria publicada em Marcas Mais.

Endemol Shine Brasil reúne 14 marcas licenciadas na Licensing Con Latam 2026

Empresa apresenta novidades para os segmentos gastronômico, infantil e de entretenimento durante a principal feira de licenciamento da América Latina

A Endemol Shine Brasil, parte do grupo de mídia e entretenimento Banijay Entertainment, participa de mais uma edição da Licensing Con Latam, principal evento de licenciamento da América Latina, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto, em São Paulo.

Durante o evento, a empresa apresentará um portfólio diversificado de propriedades licenciadas, reunindo 14 marcas licenciadas que refletem sua atuação em diferentes segmentos do entretenimento: MasterChef Brasil, TudoGostoso, Palavra Cantada, Hora do Blec, Brinquedos Estrela, Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon, Pogobol, Ninja Warrior e Survivor.

Entre os destaques desta edição está a oficialização da parceria entre a Endemol Shine Brasil e a Estrela para o licenciamento de algumas das marcas mais tradicionais da fabricante de brinquedos, como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol.

Participando da Licensing Con Latam desde 2015, a Endemol Shine Brasil aproveita esta edição para reforçar a diversidade de seu portfólio e sua estratégia de desenvolver propriedades que dialogam com diferentes públicos e categorias de negócios. Gastronomia, entretenimento, universo infantil e marcas consagradas compõem uma operação que amplia o potencial das propriedades para além das telas, conectando conteúdo, consumo e experiências.

“A Licensing Con Latam é um dos principais pontos de encontro da indústria de licenciamento na região e, para a Endemol Shine Brasil, tem um significado ainda mais especial por representar um espaço estratégico para fortalecer parcerias, apresentar novidades e ampliar o potencial das nossas marcas em diferentes categorias de negócios. Nesta edição, reunimos um portfólio bastante diverso, que conecta gastronomia, universo infantil e entretenimento, refletindo a capacidade da empresa de desenvolver propriedades com relevância cultural, forte engajamento e múltiplas possibilidades de expansão”, destaca Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine Brasil.

A edição de 2026 também marca um momento simbólico para a companhia: a celebração dos dez anos de seu núcleo de licenciamento. Ao longo dessa trajetória, a Endemol Shine Brasil consolidou uma operação que soma mais de 700 produtos licenciados e mais de 40 milhões de itens comercializados, transformando propriedades intelectuais em negócios de longo prazo por meio de parcerias estratégicas, inovação e desenvolvimento de novas categorias.

“Esta edição da Licensing Con Latam tem um valor simbólico muito importante para nós, pois acontece no ano em que celebramos dez anos do núcleo de licenciamento da Endemol Shine Brasil. Ao longo desta década, construímos uma operação sólida, baseada em relacionamento, criatividade e visão estratégica, transformando conteúdos e propriedades em experiências impactantes para consumidores e parceiros”, conclui Fernanda Abreu.

Matéria publicada em Blog do Armindo.

Endemol Shine Brasil produzirá a nova temporada do branded reality ‘Pedreiro Top Brasil’ para a Band

‘Pedreiro Top Brasil’ coloca profissionais da construção civil em competição

A Endemol Shine Brasil será responsável pela produção da quarta temporada de ‘Pedreiro Top Brasil’, reality de branded entertainment criado pela Quartzolit, marca de materiais para construção do grupo Saint-Gobain.

A nova temporada será exibida a partir de outubro na TV aberta nacional pela Band e também estará disponível no canal da Quartzolit no YouTube.

A mudança marca uma nova etapa para o formato de competição entre profissionais da construção civil, que passa a ser produzido por uma das maiores produtoras de entretenimento do Brasil, após três temporadas realizadas pela brasileira FX Render.

A nova edição também será apresentada por André Vasco, conhecido por comandar o programa ‘Qual é o Seu Talento?’, no SBT.

Lançado pela marca Quartzolit em 2023 como uma iniciativa para valorizar o trabalho dos pedreiros, ‘Pedreiro Top Brasil’ coloca profissionais em desafios realizados em obras reais. A quarta temporada recebeu mais de 70 mil inscrições, cerca de 20 mil a mais que a edição anterior.

“A chegada da Endemol Shine Brasil traz a experiência de uma das maiores produtoras de realities do mundo, agregando ainda mais qualidade, narrativa e entretenimento ao projeto”, afirmou Vinícius Araújo, senior executive director de Estratégia e Marketing da Saint-Gobain.

Por sua vez, Mare Leal, diretora de Negócios da Endemol Shine Brasil, destacou que a companhia foi escolhida por compartilhar com a marca a visão sobre o potencial do entretenimento para gerar conexões com as audiências e desenvolver projetos de branded entertainment.

O reality será exibido aos sábados pela Band, e cada episódio ficará disponível às segundas-feiras no canal da Quartzolit no YouTube.

O projeto se tornou um dos casos mais representativos da evolução do branded entertainment no Brasil. Nascido como uma iniciativa digital para o canal da Quartzolit no YouTube, por ocasião do Dia do Pedreiro, o formato foi ampliando progressivamente seu alcance: a segunda temporada chegou à Band por meio de programas-resumo, e a terceira deu o salto para episódios completos na televisão aberta.

Matéria publicada em espanhol no Cveintiuno.

Microdramas aceleram mercado que deverá alcançar US$ 26 bilhões até 2030

Produzidos para consumo vertical em smartphones e com capítulos que geralmente não ultrapassam dois minutos, os microdramas devem impulsionar um mercado global projetado em US$ 26 bilhões até 2030. O formato atrai investimentos de produtoras, plataformas de streaming e empresas de mídia em diferentes mercados, e o avanço é refletido tanto na expansão da audiência quanto no aumento das receitas geradas por esse tipo de conteúdo.

A China permanece como o principal epicentro do segmento. A consultoria iiMedia Research estima que o mercado chinês de microdramas arrecadou cerca de 67,7 bilhões de yuans em 2025 (aproximadamente R$51 bilhões), alta de 34,4% em relação ao ano anterior. Já a consultoria Omdia estima que os microdramas geraram US$ 11 bilhões em receita global em 2025.

O crescimento observado na Ásia impulsiona a expansão internacional do modelo. No Brasil, uma das pioneiras na aposta do modelo foi o Kwai, que lançou o TeleKwai em 2022 e transformou os microdramas em uma das principais frentes de investimento da plataforma. O formato concentra cerca de 20% dos aportes realizados no país e conta com o apoio de roteiristas profissionais, produtoras parceiras e agências especializadas.

Expansão latina

Os números de um levantamento publicado pela Adjust mostram que os aplicativos de short dramas somaram 2,3 bilhões de downloads globais em 2025. As instalações cresceram 238% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as sessões registradas pelos usuários avançaram 679%.

A América Latina é uma das regiões de crescimento mais acelerado para o formato. As instalações de aplicativos de short dramas avançaram 913% na região no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, o maior crescimento registrado entre todos os mercados analisados em um levantamento da Adjust.

Globalmente, a média de sessões diárias por usuário passou de 1,61 no dia da instalação para 2,05 após 30 dias de uso. Já o tempo médio diário de visualização atingiu 37,7 minutos entre os usuários ativos. Na América Latina, os indicadores de retenção ficaram acima da média global, com taxa de 20% no primeiro dia e 4% após um mês, reforçando o potencial da região para empresas interessadas em explorar o segmento.

O interesse não se restringe ao público consumidor. Entre os profissionais de Marketing entrevistados pela Adjust, 69% afirmaram já ter sido impactados por anúncios de aplicativos de short dramas, enquanto 80% demonstraram interesse pelo formato após o contato com essas campanhas. Com efeito, 67% já anunciam ou pretendem anunciar nessas plataformas, e metade avalia desenvolver ou lançar aplicativos próprios voltados a esse mercado.

A concorrência também se intensificou. Mais de 700 empresas promoveram aplicativos de short dramas ao longo de 2025, enquanto o volume de peças publicitárias produzidas por anunciante cresceu 145% na comparação anual. Os números refletem a corrida de plataformas, produtoras e desenvolvedores para conquistar espaço em um mercado que ainda está em fase de consolidação, mas apresenta indicadores robustos de crescimento.

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Enquanto isso, a Endemol Shine Brasil e A Fábrica, empresas da Banijay Américas, firmaram uma parceria voltada à criação e produção de narrativas verticais para o consumo mobile. A iniciativa une a experiência da Endemol Shine na produção e comercialização de conteúdo com a especialização de A Fábrica no desenvolvimento de roteiros de ficção, mirando tanto plataformas digitais quanto projetos desenvolvidos para marcas.

A Endemol Shine Brasil já acumula experiência no segmento. Entre 2023 e 2024, a produtora realizou mais de dez microdramas para o programa TeleKwai, envolvendo nove anunciantes, entre eles Coca-Cola, Honda, PagBank, Skol, Devassa, MRV, Cheetos, Tang e Sorriso. No ano passado, a empresa também renovou a parceria com a Meta para o desenvolvimento de novelas verticais voltadas a marcas, incluindo projetos para Comfort.

No início de 2025, a produtora concluiu as gravações de um microdrama com 89 episódios para uma plataforma especializada em conteúdos verticais e recebeu sinal verde para outras duas produções que, juntas, somam 147 capítulos.

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Matéria completa publicada no Mundo do Marketing.

Mulheres que fizeram da pausa um compromisso

Líderes compartilham os rituais que as ajudam a desacelerar e a exercer uma liderança mais equilibrada

Uma pesquisa da Asics com a King’s College London, chamada “Desk Break”, revelou que realizar apenas 15 minutos de pausa para se movimentar no meio de um dia de trabalho melhora em 22,5% o estado mental do profissional. Os pesquisadores, liderados pelo professor Dr. Brendon Stubbs, reuniram trabalhadores de 16 países que costumam passar muito tempo no ofício para um experimento. Após três ou quatro horas de trabalho sem intervalos, eles precisavam fazer 15 minutos de exercícios. E os resultados foram surpreendentes.

O estudo indicou que fazer uma pausa diária durante uma semana de trabalho reduziu os níveis de estresse em 14,7%, aumentou a produtividade em 33,2% e melhorou o foco em 28,6%. Além disso, houve uma melhora dos níveis médios de confiança em 13,3% e uma redução dos níveis de ansiedade em 12%. Com apenas 15 minutos. Mas a realidade é que muitas pessoas ainda passam horas a fio sentados na frente do computador trabalhando.

Já a pesquisa State of Mind, também da Asics, identificou que o estado mental das pessoas que não se exercitam no Brasil é de 55 pontos. Já as pessoas ativas fizeram 14 pontos acima, 69. As mulheres brasileiras têm uma média de 61 pontos e se exercitam, em média, 135 minutos por semana. Entre os homens, o índice de estado mental é de 68 e eles se exercitam uma média de 180 minutos.

Esses números revelam uma realidade das mulheres brasileiras. Mais sobrecarregadas, elas têm menos horas para se exercitar e estão com a saúde mental mais prejudicada. A pausa, muitas vezes, é praticamente impossível de se realizar em meio a uma rotina que equilibra trabalho, casa, família, e quando possível, amigos e lazer. O que deveríamos entender, no entanto, é que a pausa é tão essencial quanto o trabalho em si.

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Pausas para alimentar o espírito

Tempo com a família e suas origens também entram aqui como maneiras de relembrar quem se é por dentro. “Desacelero nos momentos que mais me conectam ao que realmente importa: o tempo com a minha filha e minha família, as viagens e, principalmente, o mar da Bahia, meu refúgio e minha fonte de inspiração. É diante dele que me reconecto com a minha espiritualidade, encontro paz, clareza e a energia necessária para viver e liderar melhor”, diz Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.

Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (Crédito: Divulgação)

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Matéria completa publicada no Meio & Mensagem.

 

Endemol Shine Brasil aposta na “economia da experiência” para conectar marcas e público

Por meio da realização de eventos, clubes e encontros presenciais, empresas buscam transformar espectadores em participantes ativos de suas comunidades, ao mesmo tempo em que aproximam suas marcas e conteúdos do público brasileiro.

Experiências imersivas inspiradas em programas de televisão, espetáculos multimídia em espaços históricos e sessões de filmes seguidas de debates são alguns exemplos da maneira como empresas como a Endemol Shine Brasil — entre outras — vêm investindo em eventos presenciais para aproximar suas marcas e conteúdos do público. Essa estratégia ganhou força nos últimos anos com o crescimento da chamada “economia da experiência”, um conceito que prioriza a participação direta dos consumidores em atividades relacionadas a marcas, produtos e conteúdos. Sua relevância é tamanha que, segundo um estudo da Collinson International, a indústria mundial do entretenimento ao vivo estava avaliada em aproximadamente US$ 465,9 bilhões em 2024 e a previsão é que ultrapasse US$ 1,1 trilhão em 2032.

A Endemol Shine Brasil é uma das empresas que expandiram sua presença nesse segmento. A produtora brasileira vem investindo em experiências ao vivo, sensoriais e imersivas baseadas na estrutura e no conhecimento adquiridos na produção audiovisual. Entre seus projetos está o “Banijay Presents”, uma plataforma voltada para espetáculos, festivais e eventos realizados nos estúdios da companhia.

“O investimento em entretenimento ao vivo representa uma evolução natural do modelo de negócios da companhia. E, no Brasil, o cenário é bastante atrativo para investimentos”, afirmou Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influenciadores da Endemol Shine Brasil, em entrevista ao veículo brasileiro Exame.

“Globalmente, a Banijay já vem fortalecendo a divisão Banijay Live como um braço estratégico de crescimento, ampliando o ciclo de vida das propriedades intelectuais e criando novas fontes de receita. No Brasil, vemos uma combinação muito favorável: marcas fortes, um público ávido por experiências presenciais e um mercado que amadureceu consideravelmente, valorizando encontros, cultura e eventos imersivos”, detalhou.

Outro produto da companhia é o “Luminiscence – Luzes de São Paulo”, um espetáculo imersivo apresentado na Catedral da Sé, com o qual a companhia celebra seu décimo aniversário. A atração já alcançou mais de um milhão de pessoas em países como França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Espanha e Estados Unidos antes de chegar ao Brasil.

A produtora também inaugurou o “MasterChef – The TV Experience”, um restaurante temático localizado no interior de São Paulo. O espaço reproduz elementos do reality show gastronômico e permite que os visitantes vivenciem referências do programa em um ambiente físico.

“Ao longo desses dez anos, fomos além da tela da televisão, criando conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e baseado em inovação constante. Estamos planejando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, concluiu Abreu.

Matéria publicada em espanhol no Señal News.

Núcleo de licenciamento da Endemol Shine Brasil completa dez anos com mais de 34 milhões de produtos vendidos

Neste ano, a Endemol Shine Brasil celebra os dez anos do núcleo de licenciamento, com mais de 34 milhões de produtos vendidos. Fernanda Abreu, Vice-Presidente de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência, e seu time, criaram do zero a operação de licenciamento da produtora, assim como sua transformação em uma das áreas comerciais mais relevantes da empresa, tendo o “MasterChef” como principal case de extensão de marca.

O departamento é responsável por conectar parceiros e audiências a partir do licenciamento de produtos, digital, branded placement e experiências, como foi o caso do “Expresso MasterChef Brasil”, projeto itinerante que garantiu o principal prêmio do setor de licenciamento de marcas e personagens na América Latina, o Prêmio LCON, na categoria “Experiência”. A ação ofereceu uma vivência gastronômica realizada a bordo de um trem de luxo (em parceria com a AirPromo e a Serra Verde Express), comandada pelo chef Henrique Fogaça e outros ex-participantes do programa. A Endemol Shine Brasil foi a única empresa a concorrer e vencer utilizando uma marca licenciada de um reality show.

Outro troféu de destaque foi o de Melhor Produto Licenciado na Categoria “Saúde e Beleza”, pela linha de cosméticos masculinos inspirada na série “Peaky Blinders”, feita em parceria com a marca Don Alcides. A linha trouxe produtos como shampoos, desodorantes e modeladores com notas olfativas ambientadas na atmosfera da Birmingham dos anos 1920.

Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil (Foto: Divulgação)

“Nesses dez anos, ultrapassamos a tela da TV ao criar conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e movido pela inovação contínua. Estamos desenhando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, comenta Fernanda Abreu.

O diferencial da produtora é oferecer ao mercado soluções a partir de marcas próprias, como “Simon’s Cat”, “Mr. Bean”, “Black Mirror” e “MasterChef Brasil”, assim como marcas fora do grupo Banijay – da qual a Endemol Shine Brasil faz parte -, como “Hora do Blec”, “Palavra Cantada”, “TudoGostoso” e “School of Rock”. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados no mercado.

“Comemoramos essa década com mais um importante case que é o Luminiscence – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo que ficou em cartaz por seis meses na Catedral da Sé, unindo arte, cultura e música, para um público de 100 mil espectadores. Resultados como esse refletem nosso compromisso em reunir talentos, criatividade e excelência para desenvolver projetos que emocionam, conectam e proporcionam experiências memoráveis ao público que nos acompanha ao longo de todos esses anos”, conclui Fernanda.

Matéria publicada em Tela Viva.

Do MasterChef ao Porta dos Fundos: a ‘economia da experiência’ chegou às telas — e vale US$ 465 bi

Endemol, Elo Studios e Porta dos Fundos investem em eventos, clubes e encontros ao vivo para transformar espectadores em participantes ativos de suas comunidades

Da tela para o mundo real: produtoras e marcas de entretenimento apostam em experiências presenciais para ampliar engajamento e novas fontes de receita. (Ilustração feita por IA/Exame)
Da tela para o mundo real: produtoras e marcas de entretenimento apostam em experiências presenciais para ampliar engajamento e novas fontes de receita. (Ilustração feita por IA/Exame)

Experiências imersivas inspiradas no reality de gastronomia MasterChef, espetáculos multimídia em espaços históricos e sessões de cinema acompanhadas por debates são alguns exemplos de como empresas como a Endemol Shine Brasil e a Elo Studios passaram a investir em ações presenciais para aproximar suas marcas e conteúdos do público.

O movimento acompanha uma tendência global que vem transformando a forma como o entretenimento se relaciona com suas audiências, levando experiências antes restritas às telas para espaços físicos e encontros presenciais.

A estratégia ganhou força nos últimos anos com a valorização da chamada “economia da experiência”, conceito que prioriza a participação direta do consumidor em atividades ligadas a marcas, produtos e conteúdos. No setor de entretenimento, a mudança tem impulsionado investimentos em atrações imersivas, eventos temáticos, festivais, encontros com fãs e ações exclusivas para comunidades de espectadores.

Os números ajudam a explicar o avanço desse mercado. A indústria global de entretenimento ao vivo foi avaliada em cerca de US$ 465,9 bilhões em 2024 e deve ultrapassar US$ 1,1 trilhão até 2032, segundo um levantamento da companhia de benefícios Collinson International. O crescimento é atribuído à retomada das atividades presenciais após a pandemia, ao aumento da procura por experiências físicas e à integração entre ambientes digitais e presenciais.

Empresas de mídia e produtoras passaram a enxergar essas iniciativas como uma extensão natural de suas propriedades intelectuais. Em vez de limitar a experiência ao consumo de um programa, filme ou conteúdo digital, a estratégia busca criar pontos de contato capazes de transformar espectadores em participantes ativos de uma comunidade.

A Endemol Shine Brasil é uma das companhias que ampliaram sua presença nesse segmento. A produtora tem apostado em experiências ao vivo, sensoriais e imersivas a partir da estrutura e do conhecimento adquiridos na produção audiovisual.

Entre os projetos está o “Banijay Apresenta”, plataforma voltada para shows, festivais e eventos realizados nos estúdios da empresa.

Segundo Fernanda Abreu, Vice-presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine, a aposta no entretenimento ao vivo representa uma evolução natural do modelo de negócio da companhia. E no Brasil, o cenário é bastante atrativo para investimentos.

LUMINISCENCE – Luzes de São Paulo: espetáculo imersivo realizado na Catedral da Sé (Divulgação)

“A Banijay, globalmente, já vem fortalecendo a divisão Banijay Live como um braço estratégico de crescimento, ampliando o ciclo de vida das propriedades intelectuais e criando novas fontes de receita”, explica a executiva em entrevista à EXAME. “No país, enxergamos uma combinação muito favorável: marcas fortes, um público ávido por experiências presenciais e um mercado que amadureceu bastante, valorizando encontros, cultura e eventos imersivos”.

Outro produto da companhia é o LUMINISCENCE – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo realizado na Catedral da Sé. A atração já alcançou mais de um milhão de pessoas em países como França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Espanha e Estados Unidos antes de chegar ao Brasil.

A empresa também inaugurou o MasterChef – The TV Experience, restaurante temático localizado no interior paulista. O espaço reproduz elementos do reality culinário e permite que os visitantes vivenciem referências do programa em um ambiente físico.

“O que nos chama atenção é a qualidade da conexão com o público. São experiências que geram pertencimento, compartilhamento orgânico, desejo de repetição. O entretenimento ao vivo tem essa força: ele cria memória. E memória é um ativo poderosíssimo para qualquer marca. Percebemos também uma receptividade muito positiva do mercado e dos parceiros comerciais, que enxergam nessas iniciativas uma forma sofisticada e emocional de se conectar com seus consumidores”.

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Matéria completa publicada na Exame.

 

O modelo de negócio do entretenimento mudou do tamanho da audiência para a profundidade do pertencimento

Diretora de Comunicação e Marketing da Endemol Shine Brasil
Diretora de Comunicação e Marketing

Há algumas semanas, folheando conversas que tive ao longo dos anos com executivos de entretenimento, percebi uma frase que se repetia, de formas diferentes, em quase todas elas: “preciso aumentar minha audiência.”

Nunca: “preciso aprofundar minha audiência.”

Essa distinção parece simples, mas diz muito sobre como o mercado ainda pensa. E foi exatamente essa tensão que começou a me incomodar de verdade. Porque, quando olho para os projetos que realmente duram, a lógica é outra.

O que fica claro, quando você para para observar, é que estamos diante de uma virada que não é apenas de comportamento de consumo. É uma virada na forma como o valor é gerado dentro da indústria.

Durante muito tempo, o modelo foi construído sobre distribuição. Quanto maior o alcance, maior o poder. Mas o alcance, por si só, nunca gerou pertencimento. E é o pertencimento — não a audiência — que sustenta um negócio ao longo do tempo.

Comecei a enxergar isso com mais nitidez quando passei a observar o que diferencia os projetos que duram daqueles que explodem e somem. Os que duram raramente são os que chegaram primeiro ou os que tiveram o maior orçamento de mídia. São os que conseguiram fazer com que as pessoas sentissem que faziam parte de algo, e que voltassem por vontade própria.

Esse movimento não é novo para quem trabalha com entretenimento há anos. Mas chegou a um ponto de maturidade em que precisa ser tratado como estratégia, não como consequência natural de um bom produto.

Hoje, os projetos mais relevantes da indústria são construídos com uma lógica que se aproxima da de um showrunner: há uma narrativa central, formatos que se repetem e evoluem, rituais que o público reconhece e antecipa, e espaços — digitais e físicos — onde a comunidade existe para além do momento da exibição. Cada plataforma cumpre um papel dentro de um ecossistema maior, e o público não é apenas destinatário desse conteúdo. Ele é parte constitutiva dele.

É uma mudança de mentalidade profunda. Sair da lógica do produto — que se esgota após a entrega — e entrar na lógica da plataforma de experiência, que se retroalimenta com o tempo.

E o que mais me chama a atenção nessa transição é que ela altera a pergunta central do negócio. Por muito tempo, o mercado se organizou em torno de uma métrica: quantas pessoas assistiram? Era uma pergunta legítima quando o modelo dependia de publicidade por volume, de bilheteria por sessão, de audiência por episódio.

Mas essa questão não captura o que realmente sustenta um projeto ao longo do tempo. Não mede o quanto as pessoas se identificam com aquele universo. Não mede o quanto elas voltam, recomendam, defendem, constroem identidade a partir dali.

A pergunta que começa a reorganizar o setor é outra: quantas pessoas querem fazer parte?

Não é algo  sobre alcance. É sobre relevância. Sobre o espaço simbólico que um projeto ocupa na vida das pessoas. E é justamente nesse espaço — entre conteúdo, experiência e comunidade — que os modelos de negócio do entretenimento estão sendo reescritos.

Para marcas, produtoras e criadores, a oportunidade está em começar a projetar dessa forma desde o início. Não como produto que será lançado, mas como universo que será habitado.

Porque a audiência que apenas assiste pode ir embora na próxima semana. A comunidade que sente que pertence tende a ficar — e a trazer outras pessoas junto.

Artigo publicado em Mundo do Marketing.

‘Luminiscence’ ganhará novas apresentações após atrair 75 mil pessoas à Catedral da Sé

O espetáculo imersivo “Luminiscence” ganhará novas apresentações na Catedral da Sé e seguirá em cartaz até 5 de julho, na capital paulista. Desde a estreia, em janeiro, ele atraiu mais 75 mil pessoas, segundo a organização.

Interior de catedral com iluminação azul projetada nas colunas e teto, formando padrão de teia de aranha. Público observa espetáculo de luzes no ambiente escuro.

O evento ocupa o interior da igreja neogótica com imagens tridimensionais que dialogam com a arquitetura do espaço, com projeções mapeadas, trilha sonora e performances ao vivo. O projeto já passou por catedrais e basílicas de países como França, Alemanha, Bélgica, Espanha e Estados Unidos, onde alcançou mais de um milhão de espectadores.

O espetáculo estreou em São Paulo em janeiro, com sessões de quinta a domingo. Há versões com orquestra e coro ao vivo, apenas coro e também apresentações com trilha gravada.

A produção brasileira é liderada pela Endemol Shine Brasil, responsável por realities como “Big Brother Brasil” e “MasterChef Brasil”, e que vem ampliando sua atuação na área de entretenimento ao vivo e experiências imersivas.

“Com o ‘Luminiscence’ pudemos nos conectar com o público e criar momentos memoráveis para ele. O sucesso da temporada consolida nossa atuação em entretenimento 360°, para além das telas, proporcionando experiências presenciais impactantes”, afirma Nani Freitas, CEO da produtora.

Matéria publicada na Folha de São Paulo.