Acordo envolve marcas icônicas como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol
A Endemol Shine Brasil, anuncia uma parceria com a Brinquedos Estrela, para o licenciamento de algumas de suas marcas mais icônicas: Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol. A novidade amplia o portfólio de licenciamento da Endemol Shine Brasil e reforça sua estratégia de desenvolver propriedades intelectuais com forte reconhecimento do público, criando novas oportunidades de negócios e expansão para marcas que fazem parte da memória afetiva de diferentes gerações de brasileiros.
A parceria também incluí a XGUIDES, especialista em ativação de comunidades de fãs, que desenvolveu a estratégia criativa do projeto, identificando gatilhos de memória afetiva em marcas da Brinquedos Estrela com forte apelo de nostalgia para millennials e geração X, como Fofolete, Falcon, Maximus Pegasus e Banco Imobiliário, e desenvolveu o style guide que orienta sua aplicação em produtos e projetos de licenciamento.
O anúncio acontece em um momento simbólico para a Brinquedos Estrela, que se aproxima de seus 90 anos de história. Ao longo de quase nove décadas, a companhia consolidou um legado marcado pela inovação, pela capacidade de acompanhar as transformações do universo infantil e pela preservação de brinquedos que atravessaram gerações, tornando-se ícones da cultura brasileira.
“É uma grande satisfação anunciar esta parceria com a Brinquedos Estrela, uma marca que faz parte da memória afetiva de milhões de brasileiros e construiu uma relação única com diferentes gerações ao longo de quase nove décadas. Reunir em nosso portfólio propriedades tão icônicas como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol reforça nossa estratégia de trabalhar com marcas que unem relevância cultural, potencial de expansão e forte conexão emocional com o público”, ressalta Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine Brasil.
“A Estrela construiu, ao longo de décadas, um portfólio de marcas que faz parte da memória afetiva de milhões de brasileiros. Essa parceria com a Endemol Shine representa um passo importante para ampliarmos o potencial dessas propriedades intelectuais, levando nossas marcas para novas categorias de produtos, experiências e públicos. Estamos unindo a tradição e a força da Estrela à expertise da Endemol Shine em licenciamento para criar oportunidades de negócios que fortaleçam ainda mais o valor e a relevância das nossas marcas no mercado”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Brinquedos Estrela S.A.
Empresa apresenta novidades para os segmentos gastronômico, infantil e de entretenimento durante a principal feira de licenciamento da América Latina
A Endemol Shine Brasil, parte do grupo de mídia e entretenimento Banijay Entertainment, participa de mais uma edição da Licensing Con Latam, principal evento de licenciamento da América Latina, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto, em São Paulo.
Durante o evento, a empresa apresentará um portfólio diversificado de propriedades licenciadas, reunindo 14 marcas licenciadas que refletem sua atuação em diferentes segmentos do entretenimento: MasterChef Brasil, TudoGostoso, Palavra Cantada, Hora do Blec, Brinquedos Estrela, Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon, Pogobol, Ninja Warrior e Survivor.
Entre os destaques desta edição está a oficialização da parceria entre a Endemol Shine Brasil e a Estrela para o licenciamento de algumas das marcas mais tradicionais da fabricante de brinquedos, como Fofolete, Autorama, Ferrorama, Maximus, Banco Imobiliário, Falcon e Pogobol.
Participando da Licensing Con Latam desde 2015, a Endemol Shine Brasil aproveita esta edição para reforçar a diversidade de seu portfólio e sua estratégia de desenvolver propriedades que dialogam com diferentes públicos e categorias de negócios. Gastronomia, entretenimento, universo infantil e marcas consagradas compõem uma operação que amplia o potencial das propriedades para além das telas, conectando conteúdo, consumo e experiências.
“A Licensing Con Latam é um dos principais pontos de encontro da indústria de licenciamento na região e, para a Endemol Shine Brasil, tem um significado ainda mais especial por representar um espaço estratégico para fortalecer parcerias, apresentar novidades e ampliar o potencial das nossas marcas em diferentes categorias de negócios. Nesta edição, reunimos um portfólio bastante diverso, que conecta gastronomia, universo infantil e entretenimento, refletindo a capacidade da empresa de desenvolver propriedades com relevância cultural, forte engajamento e múltiplas possibilidades de expansão”, destaca Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine Brasil.
A edição de 2026 também marca um momento simbólico para a companhia: a celebração dos dez anos de seu núcleo de licenciamento. Ao longo dessa trajetória, a Endemol Shine Brasil consolidou uma operação que soma mais de 700 produtos licenciados e mais de 40 milhões de itens comercializados, transformando propriedades intelectuais em negócios de longo prazo por meio de parcerias estratégicas, inovação e desenvolvimento de novas categorias.
“Esta edição da Licensing Con Latam tem um valor simbólico muito importante para nós, pois acontece no ano em que celebramos dez anos do núcleo de licenciamento da Endemol Shine Brasil. Ao longo desta década, construímos uma operação sólida, baseada em relacionamento, criatividade e visão estratégica, transformando conteúdos e propriedades em experiências impactantes para consumidores e parceiros”, conclui Fernanda Abreu.
‘Pedreiro Top Brasil’ coloca profissionais da construção civil em competição
A Endemol Shine Brasil será responsável pela produção da quarta temporada de ‘Pedreiro Top Brasil’, reality de branded entertainment criado pela Quartzolit, marca de materiais para construção do grupo Saint-Gobain.
A nova temporada será exibida a partir de outubro na TV aberta nacional pela Band e também estará disponível no canal da Quartzolit no YouTube.
A mudança marca uma nova etapa para o formato de competição entre profissionais da construção civil, que passa a ser produzido por uma das maiores produtoras de entretenimento do Brasil, após três temporadas realizadas pela brasileira FX Render.
A nova edição também será apresentada por André Vasco, conhecido por comandar o programa ‘Qual é o Seu Talento?’, no SBT.
Lançado pela marca Quartzolit em 2023 como uma iniciativa para valorizar o trabalho dos pedreiros, ‘Pedreiro Top Brasil’ coloca profissionais em desafios realizados em obras reais. A quarta temporada recebeu mais de 70 mil inscrições, cerca de 20 mil a mais que a edição anterior.
“A chegada da Endemol Shine Brasil traz a experiência de uma das maiores produtoras de realities do mundo, agregando ainda mais qualidade, narrativa e entretenimento ao projeto”, afirmou Vinícius Araújo, senior executive director de Estratégia e Marketing da Saint-Gobain.
Por sua vez, Mare Leal, diretora de Negócios da Endemol Shine Brasil, destacou que a companhia foi escolhida por compartilhar com a marca a visão sobre o potencial do entretenimento para gerar conexões com as audiências e desenvolver projetos de branded entertainment.
O reality será exibido aos sábados pela Band, e cada episódio ficará disponível às segundas-feiras no canal da Quartzolit no YouTube.
O projeto se tornou um dos casos mais representativos da evolução do branded entertainment no Brasil. Nascido como uma iniciativa digital para o canal da Quartzolit no YouTube, por ocasião do Dia do Pedreiro, o formato foi ampliando progressivamente seu alcance: a segunda temporada chegou à Band por meio de programas-resumo, e a terceira deu o salto para episódios completos na televisão aberta.
Produzidos para consumo vertical em smartphones e com capítulos que geralmente não ultrapassam dois minutos, os microdramas devem impulsionar um mercado global projetado em US$ 26 bilhões até 2030. O formato atrai investimentos de produtoras, plataformas de streaming e empresas de mídia em diferentes mercados, e o avanço é refletido tanto na expansão da audiência quanto no aumento das receitas geradas por esse tipo de conteúdo.
A China permanece como o principal epicentro do segmento. A consultoria iiMedia Research estima que o mercado chinês de microdramas arrecadou cerca de 67,7 bilhões de yuans em 2025 (aproximadamente R$51 bilhões), alta de 34,4% em relação ao ano anterior. Já a consultoria Omdia estima que os microdramas geraram US$ 11 bilhões em receita global em 2025.
O crescimento observado na Ásia impulsiona a expansão internacional do modelo. No Brasil, uma das pioneiras na aposta do modelo foi o Kwai, que lançou o TeleKwai em 2022 e transformou os microdramas em uma das principais frentes de investimento da plataforma. O formato concentra cerca de 20% dos aportes realizados no país e conta com o apoio de roteiristas profissionais, produtoras parceiras e agências especializadas.
Expansão latina
Os números de um levantamento publicado pela Adjust mostram que os aplicativos de short dramas somaram 2,3 bilhões de downloads globais em 2025. As instalações cresceram 238% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as sessões registradas pelos usuários avançaram 679%.
A América Latina é uma das regiões de crescimento mais acelerado para o formato. As instalações de aplicativos de short dramas avançaram 913% na região no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior, o maior crescimento registrado entre todos os mercados analisados em um levantamento da Adjust.
Globalmente, a média de sessões diárias por usuário passou de 1,61 no dia da instalação para 2,05 após 30 dias de uso. Já o tempo médio diário de visualização atingiu 37,7 minutos entre os usuários ativos. Na América Latina, os indicadores de retenção ficaram acima da média global, com taxa de 20% no primeiro dia e 4% após um mês, reforçando o potencial da região para empresas interessadas em explorar o segmento.
O interesse não se restringe ao público consumidor. Entre os profissionais de Marketing entrevistados pela Adjust, 69% afirmaram já ter sido impactados por anúncios de aplicativos de short dramas, enquanto 80% demonstraram interesse pelo formato após o contato com essas campanhas. Com efeito, 67% já anunciam ou pretendem anunciar nessas plataformas, e metade avalia desenvolver ou lançar aplicativos próprios voltados a esse mercado.
A concorrência também se intensificou. Mais de 700 empresas promoveram aplicativos de short dramas ao longo de 2025, enquanto o volume de peças publicitárias produzidas por anunciante cresceu 145% na comparação anual. Os números refletem a corrida de plataformas, produtoras e desenvolvedores para conquistar espaço em um mercado que ainda está em fase de consolidação, mas apresenta indicadores robustos de crescimento.
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Enquanto isso, a Endemol Shine Brasil e A Fábrica, empresas da Banijay Américas, firmaram uma parceria voltada à criação e produção de narrativas verticais para o consumo mobile. A iniciativa une a experiência da Endemol Shine na produção e comercialização de conteúdo com a especialização de A Fábrica no desenvolvimento de roteiros de ficção, mirando tanto plataformas digitais quanto projetos desenvolvidos para marcas.
A Endemol Shine Brasil já acumula experiência no segmento. Entre 2023 e 2024, a produtora realizou mais de dez microdramas para o programa TeleKwai, envolvendo nove anunciantes, entre eles Coca-Cola, Honda, PagBank, Skol, Devassa, MRV, Cheetos, Tang e Sorriso. No ano passado, a empresa também renovou a parceria com a Meta para o desenvolvimento de novelas verticais voltadas a marcas, incluindo projetos para Comfort.
No início de 2025, a produtora concluiu as gravações de um microdrama com 89 episódios para uma plataforma especializada em conteúdos verticais e recebeu sinal verde para outras duas produções que, juntas, somam 147 capítulos.
Líderes compartilham os rituais que as ajudam a desacelerar e a exercer uma liderança mais equilibrada
Uma pesquisa da Asics com a King’s College London, chamada “Desk Break”, revelou que realizar apenas 15 minutos de pausa para se movimentar no meio de um dia de trabalho melhora em 22,5% o estado mental do profissional. Os pesquisadores, liderados pelo professor Dr. Brendon Stubbs, reuniram trabalhadores de 16 países que costumam passar muito tempo no ofício para um experimento. Após três ou quatro horas de trabalho sem intervalos, eles precisavam fazer 15 minutos de exercícios. E os resultados foram surpreendentes.
O estudo indicou que fazer uma pausa diária durante uma semana de trabalho reduziu os níveis de estresse em 14,7%, aumentou a produtividade em 33,2% e melhorou o foco em 28,6%. Além disso, houve uma melhora dos níveis médios de confiança em 13,3% e uma redução dos níveis de ansiedade em 12%. Com apenas 15 minutos. Mas a realidade é que muitas pessoas ainda passam horas a fio sentados na frente do computador trabalhando.
Já a pesquisa State of Mind, também da Asics, identificou que o estado mental das pessoas que não se exercitam no Brasil é de 55 pontos. Já as pessoas ativas fizeram 14 pontos acima, 69. As mulheres brasileiras têm uma média de 61 pontos e se exercitam, em média, 135 minutos por semana. Entre os homens, o índice de estado mental é de 68 e eles se exercitam uma média de 180 minutos.
Esses números revelam uma realidade das mulheres brasileiras. Mais sobrecarregadas, elas têm menos horas para se exercitar e estão com a saúde mental mais prejudicada. A pausa, muitas vezes, é praticamente impossível de se realizar em meio a uma rotina que equilibra trabalho, casa, família, e quando possível, amigos e lazer. O que deveríamos entender, no entanto, é que a pausa é tão essencial quanto o trabalho em si.
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Pausas para alimentar o espírito
Tempo com a família e suas origens também entram aqui como maneiras de relembrar quem se é por dentro. “Desacelero nos momentos que mais me conectam ao que realmente importa: o tempo com a minha filha e minha família, as viagens e, principalmente, o mar da Bahia, meu refúgio e minha fonte de inspiração. É diante dele que me reconecto com a minha espiritualidade, encontro paz, clareza e a energia necessária para viver e liderar melhor”, diz Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.
Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (Crédito: Divulgação)
Por meio da realização de eventos, clubes e encontros presenciais, empresas buscam transformar espectadores em participantes ativos de suas comunidades, ao mesmo tempo em que aproximam suas marcas e conteúdos do público brasileiro.
Experiências imersivas inspiradas em programas de televisão, espetáculos multimídia em espaços históricos e sessões de filmes seguidas de debates são alguns exemplos da maneira como empresas como a Endemol Shine Brasil — entre outras — vêm investindo em eventos presenciais para aproximar suas marcas e conteúdos do público. Essa estratégia ganhou força nos últimos anos com o crescimento da chamada “economia da experiência”, um conceito que prioriza a participação direta dos consumidores em atividades relacionadas a marcas, produtos e conteúdos. Sua relevância é tamanha que, segundo um estudo da Collinson International,a indústria mundial do entretenimento ao vivo estava avaliada em aproximadamente US$ 465,9 bilhões em 2024 e a previsão é que ultrapasse US$ 1,1 trilhão em 2032.
A Endemol Shine Brasil é uma das empresas que expandiram sua presença nesse segmento. A produtora brasileira vem investindo em experiências ao vivo, sensoriais e imersivas baseadas na estrutura e no conhecimento adquiridos na produção audiovisual. Entre seus projetos está o “Banijay Presents”, uma plataforma voltada para espetáculos, festivais e eventos realizados nos estúdios da companhia.
“O investimento em entretenimento ao vivo representa uma evolução natural do modelo de negócios da companhia. E, no Brasil, o cenário é bastante atrativo para investimentos”, afirmou Fernanda Abreu, VP de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influenciadores da Endemol Shine Brasil, em entrevista ao veículo brasileiro Exame.
“Globalmente, a Banijay já vem fortalecendo a divisão Banijay Live como um braço estratégico de crescimento, ampliando o ciclo de vida das propriedades intelectuais e criando novas fontes de receita. No Brasil, vemos uma combinação muito favorável: marcas fortes, um público ávido por experiências presenciais e um mercado que amadureceu consideravelmente, valorizando encontros, cultura e eventos imersivos”, detalhou.
Outro produto da companhia é o “Luminiscence – Luzes de São Paulo”, um espetáculo imersivo apresentado na Catedral da Sé, com o qual a companhia celebra seu décimo aniversário. A atração já alcançou mais de um milhão de pessoas em países como França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Espanha e Estados Unidos antes de chegar ao Brasil.
A produtora também inaugurou o “MasterChef – The TV Experience”, um restaurante temático localizado no interior de São Paulo. O espaço reproduz elementos do reality show gastronômico e permite que os visitantes vivenciem referências do programa em um ambiente físico.
“Ao longo desses dez anos, fomos além da tela da televisão, criando conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e baseado em inovação constante. Estamos planejando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, concluiu Abreu.
Neste ano, a Endemol Shine Brasil celebra os dez anos do núcleo de licenciamento, com mais de 34 milhões de produtos vendidos. Fernanda Abreu, Vice-Presidente de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência, e seu time, criaram do zero a operação de licenciamento da produtora, assim como sua transformação em uma das áreas comerciais mais relevantes da empresa, tendo o “MasterChef” como principal case de extensão de marca.
O departamento é responsável por conectar parceiros e audiências a partir do licenciamento de produtos, digital, branded placement e experiências, como foi o caso do “Expresso MasterChef Brasil”, projeto itinerante que garantiu o principal prêmio do setor de licenciamento de marcas e personagens na América Latina, o Prêmio LCON, na categoria “Experiência”. A ação ofereceu uma vivência gastronômica realizada a bordo de um trem de luxo (em parceria com a AirPromo e a Serra Verde Express), comandada pelo chef Henrique Fogaça e outros ex-participantes do programa. A Endemol Shine Brasil foi a única empresa a concorrer e vencer utilizando uma marca licenciada de um reality show.
Outro troféu de destaque foi o de Melhor Produto Licenciado na Categoria “Saúde e Beleza”, pela linha de cosméticos masculinos inspirada na série “Peaky Blinders”, feita em parceria com a marca Don Alcides. A linha trouxe produtos como shampoos, desodorantes e modeladores com notas olfativas ambientadas na atmosfera da Birmingham dos anos 1920.
Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil (Foto: Divulgação)
“Nesses dez anos, ultrapassamos a tela da TV ao criar conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e movido pela inovação contínua. Estamos desenhando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, comenta Fernanda Abreu.
O diferencial da produtora é oferecer ao mercado soluções a partir de marcas próprias, como “Simon’s Cat”, “Mr. Bean”, “Black Mirror” e “MasterChef Brasil”, assim como marcas fora do grupo Banijay – da qual a Endemol Shine Brasil faz parte -, como “Hora do Blec”, “Palavra Cantada”, “TudoGostoso” e “School of Rock”. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados no mercado.
“Comemoramos essa década com mais um importante case que é o Luminiscence – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo que ficou em cartaz por seis meses na Catedral da Sé, unindo arte, cultura e música, para um público de 100 mil espectadores. Resultados como esse refletem nosso compromisso em reunir talentos, criatividade e excelência para desenvolver projetos que emocionam, conectam e proporcionam experiências memoráveis ao público que nos acompanha ao longo de todos esses anos”, conclui Fernanda.
Endemol, Elo Studios e Porta dos Fundos investem em eventos, clubes e encontros ao vivo para transformar espectadores em participantes ativos de suas comunidades
Da tela para o mundo real: produtoras e marcas de entretenimento apostam em experiências presenciais para ampliar engajamento e novas fontes de receita. (Ilustração feita por IA/Exame)
Experiências imersivas inspiradas no reality de gastronomia MasterChef, espetáculos multimídia em espaços históricos e sessões de cinema acompanhadas por debates são alguns exemplos de como empresas como a Endemol Shine Brasil e a Elo Studios passaram a investir em ações presenciais para aproximar suas marcas e conteúdos do público.
O movimento acompanha uma tendência global que vem transformando a forma como o entretenimento se relaciona com suas audiências, levando experiências antes restritas às telas para espaços físicos e encontros presenciais.
A estratégia ganhou força nos últimos anos com a valorização da chamada “economia da experiência”, conceito que prioriza a participação direta do consumidor em atividades ligadas a marcas, produtos e conteúdos. No setor de entretenimento, a mudança tem impulsionado investimentos em atrações imersivas, eventos temáticos, festivais, encontros com fãs e ações exclusivas para comunidades de espectadores.
Os números ajudam a explicar o avanço desse mercado. A indústria global de entretenimento ao vivo foi avaliada em cerca de US$ 465,9 bilhões em 2024 e deve ultrapassar US$ 1,1 trilhão até 2032, segundo um levantamento da companhia de benefícios Collinson International. O crescimento é atribuído à retomada das atividades presenciais após a pandemia, ao aumento da procura por experiências físicas e à integração entre ambientes digitais e presenciais.
Empresas de mídia e produtoras passaram a enxergar essas iniciativas como uma extensão natural de suas propriedades intelectuais. Em vez de limitar a experiência ao consumo de um programa, filme ou conteúdo digital, a estratégia busca criar pontos de contato capazes de transformar espectadores em participantes ativos de uma comunidade.
A Endemol Shine Brasil é uma das companhias que ampliaram sua presença nesse segmento. A produtora tem apostado em experiências ao vivo, sensoriais e imersivas a partir da estrutura e do conhecimento adquiridos na produção audiovisual.
Entre os projetos está o “Banijay Apresenta”, plataforma voltada para shows, festivais e eventos realizados nos estúdios da empresa.
Segundo Fernanda Abreu, Vice-presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência da Endemol Shine, a aposta no entretenimento ao vivo representa uma evolução natural do modelo de negócio da companhia. E no Brasil, o cenário é bastante atrativo para investimentos.
LUMINISCENCE – Luzes de São Paulo: espetáculo imersivo realizado na Catedral da Sé (Divulgação)
“A Banijay, globalmente, já vem fortalecendo a divisão Banijay Live como um braço estratégico de crescimento, ampliando o ciclo de vida das propriedades intelectuais e criando novas fontes de receita”, explica a executiva em entrevista à EXAME. “No país, enxergamos uma combinação muito favorável: marcas fortes, um público ávido por experiências presenciais e um mercado que amadureceu bastante, valorizando encontros, cultura e eventos imersivos”.
Outro produto da companhia é o LUMINISCENCE – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo realizado na Catedral da Sé. A atração já alcançou mais de um milhão de pessoas em países como França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Espanha e Estados Unidos antes de chegar ao Brasil.
A empresa também inaugurou o MasterChef – The TV Experience, restaurante temático localizado no interior paulista. O espaço reproduz elementos do reality culinário e permite que os visitantes vivenciem referências do programa em um ambiente físico.
“O que nos chama atenção é a qualidade da conexão com o público. São experiências que geram pertencimento, compartilhamento orgânico, desejo de repetição. O entretenimento ao vivo tem essa força: ele cria memória. E memória é um ativo poderosíssimo para qualquer marca. Percebemos também uma receptividade muito positiva do mercado e dos parceiros comerciais, que enxergam nessas iniciativas uma forma sofisticada e emocional de se conectar com seus consumidores”.
Há algumas semanas, folheando conversas que tive ao longo dos anos com executivos de entretenimento, percebi uma frase que se repetia, de formas diferentes, em quase todas elas: “preciso aumentar minha audiência.”
Nunca: “preciso aprofundar minha audiência.”
Essa distinção parece simples, mas diz muito sobre como o mercado ainda pensa. E foi exatamente essa tensão que começou a me incomodar de verdade. Porque, quando olho para os projetos que realmente duram, a lógica é outra.
O que fica claro, quando você para para observar, é que estamos diante de uma virada que não é apenas de comportamento de consumo. É uma virada na forma como o valor é gerado dentro da indústria.
Durante muito tempo, o modelo foi construído sobre distribuição. Quanto maior o alcance, maior o poder. Mas o alcance, por si só, nunca gerou pertencimento. E é o pertencimento — não a audiência — que sustenta um negócio ao longo do tempo.
Comecei a enxergar isso com mais nitidez quando passei a observar o que diferencia os projetos que duram daqueles que explodem e somem. Os que duram raramente são os que chegaram primeiro ou os que tiveram o maior orçamento de mídia. São os que conseguiram fazer com que as pessoas sentissem que faziam parte de algo, e que voltassem por vontade própria.
Esse movimento não é novo para quem trabalha com entretenimento há anos. Mas chegou a um ponto de maturidade em que precisa ser tratado como estratégia, não como consequência natural de um bom produto.
Hoje, os projetos mais relevantes da indústria são construídos com uma lógica que se aproxima da de um showrunner: há uma narrativa central, formatos que se repetem e evoluem, rituais que o público reconhece e antecipa, e espaços — digitais e físicos — onde a comunidade existe para além do momento da exibição. Cada plataforma cumpre um papel dentro de um ecossistema maior, e o público não é apenas destinatário desse conteúdo. Ele é parte constitutiva dele.
É uma mudança de mentalidade profunda. Sair da lógica do produto — que se esgota após a entrega — e entrar na lógica da plataforma de experiência, que se retroalimenta com o tempo.
E o que mais me chama a atenção nessa transição é que ela altera a pergunta central do negócio. Por muito tempo, o mercado se organizou em torno de uma métrica: quantas pessoas assistiram? Era uma pergunta legítima quando o modelo dependia de publicidade por volume, de bilheteria por sessão, de audiência por episódio.
Mas essa questão não captura o que realmente sustenta um projeto ao longo do tempo. Não mede o quanto as pessoas se identificam com aquele universo. Não mede o quanto elas voltam, recomendam, defendem, constroem identidade a partir dali.
A pergunta que começa a reorganizar o setor é outra: quantas pessoas querem fazer parte?
Não é algo sobre alcance. É sobre relevância. Sobre o espaço simbólico que um projeto ocupa na vida das pessoas. E é justamente nesse espaço — entre conteúdo, experiência e comunidade — que os modelos de negócio do entretenimento estão sendo reescritos.
Para marcas, produtoras e criadores, a oportunidade está em começar a projetar dessa forma desde o início. Não como produto que será lançado, mas como universo que será habitado.
Porque a audiência que apenas assiste pode ir embora na próxima semana. A comunidade que sente que pertence tende a ficar — e a trazer outras pessoas junto.
O espetáculo imersivo “Luminiscence” ganhará novas apresentações na Catedral da Sé e seguirá em cartaz até 5 de julho, na capital paulista. Desde a estreia, em janeiro, ele atraiu mais 75 mil pessoas, segundo a organização.
O evento ocupa o interior da igreja neogótica com imagens tridimensionais que dialogam com a arquitetura do espaço, com projeções mapeadas, trilha sonora e performances ao vivo. O projeto já passou por catedrais e basílicas de países como França, Alemanha, Bélgica, Espanha e Estados Unidos, onde alcançou mais de um milhão de espectadores.
O espetáculo estreou em São Paulo em janeiro, com sessões de quinta a domingo. Há versões com orquestra e coro ao vivo, apenas coro e também apresentações com trilha gravada.
A produção brasileira é liderada pela Endemol Shine Brasil, responsável por realities como “Big Brother Brasil” e “MasterChef Brasil”, e que vem ampliando sua atuação na área de entretenimento ao vivo e experiências imersivas.
“Com o ‘Luminiscence’ pudemos nos conectar com o público e criar momentos memoráveis para ele. O sucesso da temporada consolida nossa atuação em entretenimento 360°, para além das telas, proporcionando experiências presenciais impactantes”, afirma Nani Freitas, CEO da produtora.
Aviso de Fraude | A Endemol Shine Brasil comunica que não cobra taxas para inscrição nos
projetos.
A Endemol Shine Brasil comunica que não realiza a seleção de participantes para projetos através de “olheiros”. Informamos que pessoas mal-intencionadas usam o nome da empresa para aplicar golpes, inclusive, cobrando taxas de inscrição e envio de dados pessoais de forma não oficial.
Esclarecemos que a escolha de participantes de projetos da Endemol Shine Brasil passa por um criterioso processo de seleção, realizado somente pelos contratados e por canais oficiais da empresa, e que não é permitida a cobrança de valores para a participação em seus programas.
Para você se prevenir contra essas atitudes mal-intencionadas, a Endemol Shine Brasil mantém permanentemente informações oficiais de inscrições a novos projetos nas redes sociais oficiais da empresa.
Se você desconfiar de alguma informação sobre projetos da Endemol Shine Brasil, fale conosco. Denuncie aqui
Produzido em mais de 60 territórios e transmitido em mais de 200 pelo mundo, o MasterChef é uma competição que busca o melhor cozinheiro do país, através da paixão, criatividade, habilidade técnica e amor pela comida. Os participantes encaram duros desafios e são testados por jurados que são alguns dos melhores chefs reconhecidos no universo culinário. Visto globalmente por mais de 300 milhões de pessoas, este formato toca os telespectadores, mostrando pessoas comuns realizando seu sonho de se tornar um MasterChef.
As emoções voam alto quando os esperançosos participantes sobem ao palco para cantar em frente a um elenco de 100 consagrados jurados do mundo da música, e são estes 100 que decidem o destino de cada concorrente. O objetivo do jogo é impressionar os jurados e fazer com que o maior número deles se levante de seus assentos e cante junto com você, podendo formar um emocionante coro ou um terrível pesadelo, se ficarem em completo silêncio. Quanto mais cantores participarem, maior será a pontuação, e somente os 3 melhores permanecem na competição para a tão temida final. Diversos estilos musicais tomam conta do palco e o vencedor leva um grande prêmio em dinheiro.
Em The Masked Singer Brasil, versão brasileira do formato original sul-coreano King of Mask Singer, 12 personalidades fazem performances musicais semanais, porém suas identidades estão ocultas por incríveis fantasias. Os jurados, além de julgar as apresentações, devem tentar adivinhar, junto ao público, quem é o artista por trás dos figurinos. A cada episódio, dicas são dadas sobre os competidores, mas apenas o eliminado da semana tem sua identidade revelada. The Masked Singer Brasil é comandado por Ivete Sangalo e conta com uma banca de jurados composta por celebridades convidadas.
Nesse formato totalmente imprevisível, enormes somas em dinheiro estão em jogo. Dois participantes trabalham juntos para enfrentar o gigante muro, enquanto a confiança um no outro é testada durante as apostas. Se os jogadores respondem à pergunta do apresentador corretamente, a bola fica verde. Ao ser jogada, a bola cai aleatoriamente em um dos buracos na base do muro, com diversas quantias, que vão direto para o bolso dos participantes. Já se a resposta for incorreta, a bola fica vermelha e retira o valor do total já acumulado.
Na segunda rodada, um dos participantes fica isolado respondendo às perguntas, sem saber as respostas, enquanto o outro comanda o muro. A rodada final chega com muita emoção, onde o jogador isolado deve escolher entre assinar um contrato por uma quantia fixa ou apostar para ver se tiveram sorte. Uma montanha-russa de emoções, perdas e vitórias, o que The Wall dá, The Wall pode tirar.
A série de renovação de casas mais bem avaliada globalmente. Seja dando destaque para “heróis” locais ou a famílias que enfrentam dificuldades, o formato proporciona uma renovação completa da casa dessas pessoas.
As reformas incluem o interior, exterior, paisagismo – tudo pronto em apenas sete dias, enquanto os moradores tiram férias em algum lugar incrível, sem saber como a transformação ficará. A série mostra construtores, designers e paisagistas que correm contra o relógio para renovar a casa completamente antes que a família retorne.
Formato Netflix, produção Endemol Shine Brasil.
Quem não quer encontrar o verdadeiro amor, para além do interesse físico? Os participantes deste reality show buscam exatamente isso: serem amados por sua essência e não pela aparência. Os solteiros conversam com potenciais candidatos em cabines individuais apenas por voz, sem imagens e sem nenhuma distração do mundo exterior, e devem escolher com quem mais se identificam emocionalmente para fazer o tão esperado pedido de casamento, e só depois do “sim” é que se veem pela primeira vez. Então eles são levados para a vida real: viagem de lua de mel, morar juntos, conhecerem as famílias um do outro e, por fim, a cerimônia de casamento. Será que eles vão conseguir passar por todos os desafios do dia a dia de um casal e provar que o amor é realmente cego?
Após o enorme sucesso da franquia Shore em todo o mundo, o reality show Rio Shore chega ao Brasil, mostrando o dia a dia de 10 jovens fluminenses enquanto aproveitam as festas mais épicas, as pegações mais quentes, as melhores resenhas e as tretas mais avassaladoras! Diretamente de Búzios (RJ), o elenco principal ainda recebe diversos convidados especiais que agitam o dia a dia da casa e tornam Rio Shore o reality mais bombástico de todos.
Versão nacional do formato de sucesso da BBC “Dancing With the Stars”, produzida pela Endemol Shine Brasil. Comandado por Xuxa, uma das apresentadoras mais queridas do país, o programa traz celebridades que são treinadas por dançarinos profissionais. A cada semana eles se apresentam em diferentes estilos de dança e, ao final do programa, o participante vencedor leva para casa um prêmio em dinheiro e seu técnico ganha um carro novo.
Este show de talentos produzido pela Endemol Shine Brasil, é a versão brasileira do programa estadunidense “The Four: Battle for Stardom”. Trata-se de um formato diferente de todas as atrações do gênero, pois ele começa por onde os outros terminam – os quatro finalistas são revelados logo no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio em dinheiro.
Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados e pela plateia, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, através de duelos musicais, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare.
Produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Amazon Prime Video, o programa testa se a atração por alguém realmente vai além das aparências. A cada episódio, um participante descreve o seu parceiro dos sonhos, desde a cor do cabelo até a roupa que veste, e entra em uma casa com sete “clones”, de acordo com o seu perfil ideal. Os clones passam por diversos desafios durante os encontros, até restar apenas uma pessoa, escolhida por aspectos de sua personalidade. Apresentado por Sabrina Sato, esse é um formato muito diferente de qualquer reality de relacionamento que você já viu.
Independente de gênero, idade ou orientação sexual, os participantes exploram locais da cidade em busca de um novo amor. A ideia é que eles deixem os aplicativos de namoro de lado e aceitem conhecer pessoas novas de uma forma diferente. Após diversas conversas e beijos com alguns pretendentes, quem eles escolherão para um segundo encontro? Essa versão brasileira do programa estadunidense “Dating Around”, produzida pela Endemol Shine Brasil, é mais um reality show de relacionamento com um toque inusitado.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show produzido para a marca Stella Artrois busca descobrir novas experiências gastronômicas na cidade de São Paulo. Com apresentação de Alex Atala, o programa mostra ao público que não é preciso ir longe ou pagar caro para comer bem. Ao longo de quatro episódios, Alex Atala recebe amigos e anda pela cidade para apresentar oito restaurantes e conhecer as histórias de quem está atrás do balcão. Após cada episódio, o público vota pelo Twitter para escolher a sua experiência preferida. Ao final do programa, os finalistas são testados pelos jurados, para escolher o chef vencedor, que vai comandar a cozinha do “Portinha Stella”, um espaço conceito da cerveja, que funcionará em São Paulo por tempo limitado.
Reality show criado e produzido pela Endemol Shine Brasil e idealizado pela agência Grey Brasil, especialmente para a marca Pantene Brasil. Exibido tanto na TV quanto nos canais digitais, o programa busca os cabelos mais bonitos do país para serem os novos representantes da marca. Mais de 40 mil pessoas de todos os cantos do Brasil já se inscreveram no programa. Os selecionados passam por desafios que testam suas atitudes, fotogenia e, claro, seus cabelos. Os vencedores se tornam embaixadores oficiais de Pantene.
Reality show apresentado por Luan Santana e Mariana Rios, traz participantes com talento de sobra e um sonho em comum: se tornar um astro da música sertaneja. Artistas renomados compõem o time de mentores dos competidores, mas é o público quem escolhe quem será o próximo sucesso nos palcos do Brasil. O formato é uma iniciativa da Brahma em parceria com a Endemol Shine Brasil, Google, VillaMix e Africa.
Beats, a marca da curtição, estreou o reality show como uma grande ação para o carnaval de 2021. O programa isolou a cantora Anitta e mais dez influenciadores em uma ilha paradisíaca no Rio de Janeiro, para cumprir desafios que sacudiram a internet. Distribuído em seis episódios, o reality foi produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a agência WMcCann, e transmitido através das plataformas digitais.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality Hit Estourado reuniu os melhores compositores de forró do Brasil na fazenda do cantor Wesley Safadão e mostrou o passo-a-passo para a criação de um novo sucesso. A música, chamada “Eu pulo, eu passo”, foi escolhida com ajuda do público e será lançada pela Som Livre, cantada por Wesley Safadão. O projeto foi realizado para a marca Skol e faz parte da plataforma de conteúdo “Skol Forró”, com conceito criativo assinado pela agência Califórnia.
Uma iniciativa do Facebook, criado e desenvolvido pela Endemol Shine Brasil para a Skol e inspirado no fenômeno digital de um dos grupos mais famosos do Facebook, o LDRV. Com participação de Blogueirinha (Bruno Matos), Rita Von Hunty e Paulette Pink, o curta-metragem traz a trajetória de três personagens: Francis, Bela e Will. Cada um deles tem o sonho de emplacar na vida e na internet, mas nenhum deles conseguiu se realizar ainda.
Onix Music Trip leva 3 bandas para a estrada, em um campeonato de turnês musicais colaborativas! Durante o trajeto, grandes artistas e influenciadores fazem uma viagem incrível enquanto competem pelos seus likes. Os três carros percorrem caminhos diferentes, sempre conectados e movidos pelo engajamento do público e como destino uma live do vencedor.
Unindo música, conectividade e tecnologia, o projeto desenvolvido para a Chevrolet é uma criação da WMcCann – por meio de sua divisão Commonwealth//McCann -, em parceria da Isobar, a dentsu Company, e formato e produção da Endemol Shine Brasil.
Criado pela agência AKQA e com assinatura de formato original e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show é uma busca por novos embaixadores para a Beats!
Com participação de Blogueirinha, Foquinha, Gabi Lopes, Rafa Uccman e Jerry Smith como apresentadores e mentores, o formato foi transmitido nas plataformas digitais da marca. Os dois vencedores assinaram um contrato, no valor de R$ 50 mil, para divulgar os novos produtos de Beats.
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago criou, junto com a GUT São Paulo, o Gincana da Grana, com apresentação de Sabrina Sato e Nath Finanças e participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL. O quarteto participa de provas que testam os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. O vencedor leva R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
Uma adaptação de “Survivor”, No Limite foi o primeiro reality show da televisão brasileira, exibido no ano 2000. Em 2021, retorna com uma nova temporada para trazer adrenalina para os telespectadores. Isolados em uma praia deserta, os participantes encaram desafios que exigem força física, resistência psicológica e coragem, competindo em equipes ou individualmente. O time que não conseguir atingir o resultado estipulado ou demorar mais tempo para realizá-lo, é obrigado a escolher um companheiro para sair do programa, através de votação secreta.
Um formato inovador que revolucionou a televisão e é um fenômeno de audiência até hoje. Criado em 1999, na Holanda, o Big Brother chegou ao Brasil em 2002 e já teve 21 temporadas. Os participantes entram nesta disputa confinados em uma casa, sem contato com o mundo exterior, onde irão compartilhar seu dia a dia com desconhecidos durante meses, sendo filmados 24h por dia. Semanalmente, uma pessoa é eliminada, a partir da votação dos milhões de telespectadores, que assistem, torcem e julgam suas atitudes.
The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar um grande prêmio em dinheiro. O tesouro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio.
Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Os desafios físicos e mentais geram conflitos entre os participantes, ao mesmo tempo que dependem um do outro para alcançarem o objetivo. Se chegarem ao outro lado, resta saber: quem ficará com o dinheiro? Cada concorrente deve votar em outro para ganhar o prêmio. A pessoa com mais votos pode optar por ficar com todo o dinheiro ou compartilhá-lo com seus aliados. Chegar a essa final requer um plano de jogo baseado em estratégia, negociação e confiança. O vencedor escolherá manter suas promessas e compartilhar a riqueza, ou queimar suas pontes e acumular o tesouro?
Celulares, redes sociais, webcams – a nossa sociedade atual está sempre sob vigilância, desde sacar dinheiro no caixa eletrônico até quando fazemos compras no supermercado. Já imaginou como seria desaparecer completamente nos dias de hoje? Isso seria possível? Para descobrir, grupos de pessoas comuns fogem, enquanto um time dos melhores e mais experientes investigadores os procuram. Hunted explora o nível de vigilância em que vivemos, por meio de um experimento social em frente às câmeras.
A série mostra participantes em uma ilha remota no Pacífico, onde ficarão totalmente sozinhos com câmeras, filmando a si mesmos, e tendo que caçar sua comida, buscar água, fazer fogo, erguer abrigo e tentar sobreviver usando apenas força, determinação e algumas ferramentas básicas. Será que eles têm o que é necessário para resistir durante um longo mês?
Tanto individualmente, como em pares ou famílias, os concorrentes se mudam para o rancho The Biggest Loser para iniciar uma jornada em busca de reverter os efeitos da obesidade em suas vidas, enquanto competem por um grande prêmio em dinheiro. Além das centenas de concorrentes que perderam peso durante o programa, o formato tem ajudado os telespectadores que estão em casa, motivando-os não apenas com histórias inspiradoras, mas também através de suas extensões de marca de sucesso.
Série premiada, que conta histórias fictícias de dramas envolvendo o mal-estar coletivo sobre nosso mundo moderno. Nos últimos anos, a tecnologia transformou quase todos os aspectos de nossas vidas. Em cada casa; em cada mesa; em cada palma da mão – uma tela de plasma; um monitor; um smartphone – um reflexo de nossa existência do século XXI.
Os algoritmos das plataformas nos conhecem mais intimamente do que nossas famílias ou amigos. Temos acesso a todas as informações do mundo. Black Mirror retrata a imaginação de uma geração e nos leva à uma montanha-russa de sentimentos. Cada episódio traz uma nova história e novas personagens conectadas em torno desse questionamento tecnológico.
Essa série premiada retrata uma história que envolve família, guerra, amor, política, traição e vingança. Passa-se nos anos 20, em Birmingham, em uma era tumultuada por gangues, militares e revolucionários em meio a Primeira Guerra Mundial. Thomas Shelby e a sua família fazem parte da mais temida e poderosa gangue local, os Peaky Blinders. Eles ganham seu dinheiro com apostas ilegais, mas as ambições de Tommy vão além de ser apenas o dono das ruas, querendo expandir o seu negócio para toda a Inglaterra.
Após emigrar da Romênia nos anos 50, a família Zelig ocupa terras que acabaram passando por brechas de diferentes autoridades. Apesar dos desejos do governo, empresários e moradores da elite, os Zeligs não deixam o lugar. A família é comandada pela avó Aliza. Ela é dona da terra, e tem poder e liderança sobre os demais parentes, que vivem amedrontados com a possibilidade de perder a ajuda de Aliza e, principalmente, sua herança. A ideia de matar a avó é exibida como uma piada no primeiro episódio, mas se desenvolve de forma macabra, engraçada e triste no decorrer da série.
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