Três meses após a estreia no YouTube do game show “Latam Pass: suas escolhas valem milhas!”, realizado em parceria entre a Endemol Shine Brasil – parte da Banijay Américas -, o Google e a LATAM – companhia aérea líder na América Latina, o conteúdo apresenta resultados expressivos:
Taxa de visualização: 52%
Taxa de retenção: 22% (estimativa de pessoas que assistiram do primeiro ao último episódio)
Views das cápsulas educativas (miniaulas de 2 a 3 minutos): 63 milhões
Além disso, um estudo qualitativo conduzido pela equipe do LATAM Pass Brasil, revela:
90% identificam claramente que se trata de um vídeo do LATAM Pass – indicador de forte associação de marca;
81% afirmam que os conteúdos explicam de forma clara e fácil os conceitos apresentados;
74% dizem que pretendem utilizar os benefícios explicados nos vídeos.
O projeto de branded entertainment combina competição e conteúdo educativo em três episódios de aproximadamente 30 minutos conduzidos por Gil do Vigor. O objetivo é explicar, de forma leve e prática, como funciona o LATAM Pass, programa de fidelidade da companhia aérea que permite acumular milhas, resgatar passagens e aproveitar benefícios exclusivos.
“Um dos nossos principais objetivos no LATAM Pass é simplificar a experiência para que mais pessoas tenham acesso aos benefícios de acumular e resgatar milhas de diferentes formas. Com o LATAM Pass: suas escolhas valem milhas, evidenciamos o potencial do branded entertainment para entregar conteúdo relevante, gerar engajamento e ampliar o alcance do programa e de suas vantagens a novos públicos”, aponta Martin Holdschmidt, diretor-geral do LATAM Pass no Brasil.
“Os dados demonstram que o público não apenas absorve ativamente projetos de branded entertainment, mas também os valoriza quando entregam informação relevante em um formato dinâmico e de entretenimento. O sucesso da campanha é evidente ao alcançar um público amplo, indo além dos membros do LATAM PASS. A aceitação e o engajamento têm sido muito positivos”, comenta Mare Leal, Diretora de Branded Content da Endemol Shine Brasil.
Disponível no YouTube e no LATAM Play – plataforma de entretenimento a bordo da companhia – a atração apresenta três duplas de criadores de conteúdo (Rodrigo e Beta; Juzão e Nathalia Cruz; Jacira Doce e Leonardo Bagarolo) em provas clássicas de game show, intercaladas por explicações práticas sobre como maximizar o uso do LATAM Pass.
O ano de 2025 foi de altos de baixos no setor audiovisual. O início foi promissor, com a conquista inédita do Oscar para o cinema brasileiro com “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, eleito o Melhor Filme Internacional na maior premiação do cinema mundial depois de ter conquistado diversos outros prêmios em festivais no Brasil e no mundo. Os filmes produzidos aqui continuaram atraindo atenção global, com novas conquistas tanto em premiações quanto na crítica especializada. E, agora, o ano chega ao fim com um clima promissor no ar: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, atingiu mais de um milhão de espectadores nas salas de cinema do país e está entre os pré-indicados ao Oscar de 2026. Ao que tudo indica, o audiovisual nacional seguirá se destacando na premiação.
O setor também viu com bons olhos a retomada de algumas políticas públicas e a reativação de editais, bem como o anúncio dos Arranjos Regionais para o próximo ano. Mas, mesmo com todos os esforços – é nítido que há neste Governo uma boa intenção de fazer acontecer – o mercado chega em dezembro sentindo falta de resultados mais concretos e expressivos. Além de, é claro, frustrado pela falta de regulamentação do VoD. A novela segue em 2026.
Entre os “baixos” do ano que passou, os produtores também sentiram falta de um calendário com previsibilidade de editais e linhas de investimento – promessa que havia sido feita por essa gestão do MinC. Em suma, apesar dos avanços, a sensação é de que falta um projeto estruturante, contínuo e verdadeiramente inclusivo, que garanta uma política audiovisual perene, previsível e tratada como estratégia de desenvolvimento.
TELA VIVA ouviu mais de 20 mulheres produtoras do audiovisual, de todas as regiões do país, para saber que avaliação elas fazem do ano que passou – o que foi bom, o que foi ruim, o que fica de expectativa para o ano que vem. Falando em igualdade e inclusão, as mulheres ainda são minoria nos cargos de liderança, com grandes disparidades de cargos e também de remuneração – daí a decisão de só ouvi-las para a reportagem. A busca por uma representação de Norte a Sul do país, como o audiovisual brasileiro deve ter, também foi levada em conta. Confira abaixo os depoimentos.
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Nani Freitas – (CEO) Endemol Shine Brasil e Banijay Estúdios
Em 2025, o entretenimento foi muito além da tela. O público, atualmente, quer viver experiências completas, que conectem TV, streaming, redes sociais, produtos e eventos. Não basta ter um bom programa, é preciso criar um universo em torno dele, onde cada ponto de contato fortaleça a relação com quem acompanha.
Na América Latina, o mercado de entretenimento imersivo está estimado em US$ 13,07 bilhões em 2025, com crescimento projetado para US$ 42,41 bilhões até 2030. Essa visão de entretenimento 360º é o que vai diferenciar quem apenas entrega conteúdo de quem constrói experiências que realmente engajam.
Outro ponto essencial, que está diretamente conectado, é a criação de comunidades. Hoje, audiência não é só número, é pertencimento. As pessoas querem se sentir parte daquilo que assistem, querem conversar, compartilhar e se conectar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas.
Membros de comunidades passam 5,3 vezes mais tempo consumindo e engajando. Por isso, não basta lançar um formato e esperar que ele funcione sozinho. É preciso alimentar essa comunidade com conteúdos exclusivos, interatividade e experiências que mantenham a conversa viva.
Olhando para o futuro, acredito que quem conseguir unir entretenimento 360º com estratégias de comunidade vai estar um passo à frente. Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (de São Paulo, SP)
A Korea Character Licensing Fair 2025 mostrou que aquele país é um player essencial nesse setor em expansão
Fernanda Abreu, VP de Licenciamento e Agenciamento da Endemol Shine Brasil
De 17 a 20 de julho, pude ver de perto a maior feira de licenciamento da Coreia do Sul, a Korea Character Licensing Fair. O evento é um reflexo do dinamismo atual do negócio global de licenciamento, e sua intenção é consolidar a Coreia do Sul como potência global na criação de marcas e personagens, com propriedades cada vez mais preparadas para o mercado internacional.
Para o Brasil, o evento representa uma vitrine estratégica: há muito a observar com o modelo asiático de gestão de propriedades intelectuais (IPs, na sigla inglesa), mas também oportunidades concretas de negócios — tanto para importar essas marcas quanto para inspirar novas formas de criação e monetização da propriedade intelectual.
O país asiático é um polo inovador e um player essencial nesse setor em constante expansão. Pude observar diversas marcas locais com grande potencial de conquista de novos espaços e públicos. As animações originais vindas do ambiente digital, foram o que mais se destacaram.
Empresas de todos os portes apresentaram seus portfólios e ficou claro que o interesse em expandir a presença de marcas coreanas no cenário internacional é cada vez maior, abrindo portas para parcerias lucrativas e estratégicas em diversos segmentos, como brinquedos, vestuário, alimentos, jogos e muito mais. Principalmente na distribuição de conteúdo, há um mercado aquecido e cheio de potencial
Exemplos disso são personagens como Bellygom, Esther Bunny e Tomarmon, que vêm conquistando espaços em diferentes continentes, especialmente entre o público da Geração Z e o segmento infantil. A feira reforçou a percepção de que o mercado de licenciamento está em plena ascensão, impulsionado por consumidores e produtos que conectam suas paixões no dia a dia.
A Coreia, em particular, se destaca por sua capacidade de criar tendências globais e por sua paixão por inovação. Isso se reflete na qualidade e na originalidade das propriedades apresentadas, que se alinham com as demandas de um público cada vez mais diversificado e engajado. A sinergia entre o conteúdo digital e o licenciamento físico foi um dos pontos altos, mostrando como a experiência do fã pode ser amplificada através de produtos tangíveis e imersivos.
A integração da inteligência artificial e experiências de marca também chamaram a atenção, demonstrando como a tecnologia pode transformar a forma como interagimos com nossos personagens e marcas favoritos.
A abertura para fazer collabs diferenciadas, com marcas de diversos setores, foi outro destaque. Muitas IPs coreanas apresentadas já nascem integradas a múltiplas plataformas: animações, webtoons, livros infantis, jogos mobile e produtos licenciados. Essa abordagem multiformato, comum na Ásia, mostra o potencial de construção de ecossistemas de marca que podem inspirar produtores e licenciadores a desenvolver franquias desde a origem com essa mentalidade crossmedia.
O Brasil, com sua forte cultura pop e interesse em conteúdos internacionais, pode ser um destino estratégico para essas marcas, tanto via licenciamento quanto parcerias em mídias e produtos. Casos como o de Esther Bunny, que já firmou parcerias com marcas como Crocs, Urban Outfitters, Casetify e CyberAgent, mostram como as IPs coreanas estão se posicionando em diferentes nichos do mercado internacional.
As oportunidades são inúmeras e vale a pena observarmos com atenção esses movimentos.
Allan Lico, vice-presidente de conteúdo Endemol Shine Brasil
Em menos de uma semana, a TV aberta do Brasil estreia versões nacionais de dois formatos criados no exterior. Na última terça-feira, a Globo lançou Chef de Alto Nível, adaptação do Next Level Chef, desenvolvido nos Estados Unidos. Já neste domingo, a Record exibe o primeiro episódio de Game dos 100, que nasceu originalmente na Bélgica, mas ganhou popularidade quando foi produzido pela TV britânica.
Desde o início dos anos 2000, os formatos estrangeiros tomaram conta da programação dos canais abertos e fechados do nosso país. Se a TV brasileira é referência mundial em ficção, o mesmo não acontece com programas de não ficção que envolvem competições em diferentes segmentos, como música ou gastronomia, formatos de confinamento ou sobrevivência e atrações focadas em relacionamentos e comportamento.
[…]
Será que nossa indústria audiovisual tem criatividade e capacidade para superar essa barreira e emplacar com mais frequência formatos originais não só no mercado interno como também exportá-los? Para responder essa questão, a coluna conversou com profissionais que trabalham com formatos e entendem tudo sobre o tema.
Allan Lico, vice-presidente de conteúdo Endemol Shine Brasil.
“Quando a TV aberta decide fazer um investimento em um novo programa, em geral, esse investimento é alto. Então, é melhor apostar em projetos que deram certo fora do Brasil, porque isso traz uma certa segurança para os canais. Por isso, temos tantos formatos internacionais adaptados no Brasil.”
“Há pouco espaço para o risco. A gente precisa ser mais corajoso e se permitir a errar. No Brasil, parece que somos obrigados a produzir um hit. Não aceitam que um programa tenha um desempenho OK. Tem que ser um mega sucesso. A Holanda se permite experimentar. Existe formato holandês que é uma competição de gente fazendo escultura de balão, aqui temos pouco espaço para experimentação.”
“Acho que a luz no fim do túnel para que a gente consiga desenvolver mais formatos brasileiros é a regulamentação do streaming. Quando você coloca a obrigação de produzir conteúdo original local, você abre o mercado para as produtoras independentes e incentiva a produção de formatos diversos. Com a regulamentação do streaming também precisa ocorrer uma maior abertura para criatividade e dar tempo para as ideias se desenvolverem.”
“Recentemente, estava falando com parceiros americanos e eles contaram que ficam dois anos e meio para desenvolver uma ideia até que se torne um formato. Só então eles oferecem para canais e plataformas. Não temos esse tempo de desenvolvimento no Brasil, nem temos a cultura de investir em pilotos, o que ajuda a entender os pontos fortes e fracos de um formato.”
Estudantes durante o Banijay Futuro | Foto: Marina Farhat
Após o sucesso da primeira edição, a Endemol Shine Brasil promove a segunda etapa do Banijay Futuro, iniciativa de formação e empregabilidade voltada a jovens talentos do audiovisual. Realizado em parceria com o Instituto Criar, o projeto consiste em uma série de encontros com executivos da Endemol Shine Brasil para apresentar, na prática, as diferentes etapas da produção e criação de um reality show. Mais do que uma ação de impacto social, o Banijay Futuro integra as estratégias de ESG da empresa e tem como foco fortalecer a capacitação e a empregabilidade de jovens, promovendo assim o crescimento sustentável do setor audiovisual.
Com mais de 100 jovens impactados em sua primeira edição, que contou com workshops e visitas ao estúdio de gravação, o programa segue com foco no desenvolvimento de talentos em áreas como negócios, conteúdo e planejamento. A segunda etapa contará com a participação de estudantes do Instituto Criar, que poderão trocar experiências com profissionais da Endemol Shine Brasil e conhecer de perto os bastidores de diversas produções.
“Tivemos uma primeira edição que superou nossas expectativas. Há muitos jovens que precisam apenas de uma oportunidade para mostrar seu real potencial, e o Banijay Futuro consegue ser essa ponte entre o desejo deles e o início de uma carreira profissional. No começo deste ano, tivemos a alegria de contratar duas pessoas que participaram do projeto e esperamos realizar ainda mais contratações ao final desta temporada”, comenta Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil.
“Acreditamos que uma empresa forte é aquela que transforma positivamente seu entorno. O Banijay Futuro é uma oportunidade concreta de fazer isso acontecer – unindo impacto social, desenvolvimento profissional e o compromisso de fortalecer o futuro do audiovisual com mais diversidade e inovação”, completa Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.
Quezia Dias e Beatriz Bezerra, atualmente na equipe de produção da Endemol Shine Brasil, entraram para o time como parte do pilar de empregabilidade. Em seus primeiros meses, trabalharam nos programas “The Masked Singer Brasil” e “MasterChef Brasil”.
Fundado em 2003 pelo apresentador Luciano Huck, o Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias tem como missão promover o desenvolvimento profissional, sociocultural e pessoal de jovens por meio do audiovisual e da tecnologia. Mais de 2.900 jovens já vivenciaram o Programa de Formação e Inserção, multiplicando os resultados na sociedade com seus projetos e narrativas autorais. A parceria com a produtora teve início em 2023.
A Endemol Shine Brasil, parte do grupo Banijay – referência global em ficção, não-ficção, títulos de branded content e projetos digitais – anuncia a contratação de Chica Barros como sua nova Diretora Artística. Com mais de 25 anos de atuação no audiovisual, a executiva acumula uma trajetória consolidada na direção de realities, documentários e outros formatos de entretenimento.
Ao longo da carreira, Chica comandou projetos nas principais emissoras e plataformas do país, incluindo Globo, SBT, Record, MTV Brasil, Band, Prime Video e Netflix. Especialista em reality shows, a executiva esteve à frente de produções de grande audiência e reconhecimento. Com a Endemol Shine Brasil, já dirigiu a versão brasileira do formato internacional “Ilha da Tentação”, e agora passa a integrar o time fixo da produtora.
“A trajetória profissional da Chica é de se admirar. Ela esteve à frente de projetos conhecidos e amados pelo público e chega à Endemol Shine Brasil com energia e criatividade para desenvolvermos programas ainda mais memoráveis. Temos certeza de que boas surpresas estão por vir com Chica como nossa Diretora Artística”, comenta Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.
A chegada de Chica Barros pretende expandir, ainda mais, o desenvolvimento artístico das produções da Endemol Shine Brasil a partir de sua vasta experiência. Ao lado de outros diretores, a executiva ficará responsável por projetos de diferentes escalas e em diversos segmentos, que exploram formatos de realities, docu-realities e documentários de forma personalizada às várias plataformas.
“Em 2023 tive a felicidade de trabalhar com o time da Endemol Shine Brasil em ‘Ilha da Tentação’ e agora, me vejo integrada ao time fixo da produtora, pronta para desenvolver projetos incríveis. Estar na Endemol Shine Brasil é fazer parte de uma das maiores produtoras do país, junto a profissionais superqualificados e com experiências diversas. Esse ambiente criativo e dinâmico é essencial para o meu processo artístico — e estou muito animada com essa nova fase”, afirma Chica Barros.
Vanessa Costa (ex-NWB) chega à produtora para fortalecer as conexões com as marcas, plataformas e público
Vanessa Costa é a nova diretora de marketing e comunicação na Endemol Shine Brasil (Crédito: Divulgação)
A Endemol Shine Brasil, empresa que faz parte do Grupo Banijay, contrata uma nova diretora de marketing e comunicação. Vanessa Costa assume o cargo com o objetivo de fortalecer o posicionamento da empresa e ajudar a ampliar as conexões com as marcas, bem como com plataformas e público.
Com mais de dez anos de experiência no mercado, Vanessa já trabalhou na produtora de conteúdo NWB, do Grupo SBF, e também passou por algumas agências de publicidade.
Entre suas atribuições, também está o desenvolvimento de planos para reforçar a excelência criativa da Endemol Shine Brasil.
Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil durante workshop (Foto: Marina Farhat)
Atenta ao cenário atual e comprometida em formar e inserir novos talentos no mercado, a Endemol Shine Brasil lança o Banijay Futuro, um programa de capacitação voltado para jovens interessados na indústria do entretenimento. A iniciativa teve início em 2024, em parceria com o Instituto Criar, e já alcançou cerca de 100 alunos. Um dos destaques do projeto foi o workshop de 20 horas sobre reality shows, ministrado por lideranças das áreas de Criação, Produção, Pós-Produção e Comercial da Endemol Shine Brasil, para uma turma de 22 estudantes. Além disso, ao longo do ano a empresa abriu as portas dos estúdios de grandes produções, como “Canta Comigo”, “The Masked Singer Brasil”, “MasterChef Brasil” e “Casamento às Cegas” para receber grupos de alunos que participam de diferentes núcleos de formação também pelo Instituto Criar.
Neste mês, o projeto avança para uma nova fase: a contratação de jovens talentos formados por instituições parceiras. Ao longo do ano, esses profissionais terão a oportunidade de atuar diretamente nas produções da Endemol Shine Brasil, com acompanhamento, mentorias, treinamentos e acesso às lideranças executivas da empresa. O objetivo é oferecer uma experiência prática que os prepare para o mercado, desenvolvendo tanto competências técnicas quanto habilidades socioemocionais necessárias para atuar no segmento.
“O Banijay Futuro nasce com a responsabilidade de criar oportunidades práticas reais para jovens que desejam trilhar uma carreira no mercado audiovisual. Acreditamos que fortalecer a capacitação e a empregabilidade destes jovens é essencial para o crescimento sustentável do setor, como uma das iniciativas de Esg. A parceria com instituições de formação e ONGs é indispensável para que possamos abrir novas portas e apoiar a transformação desses talentos em profissionais qualificados”, comenta Carol Dibe, head de Esg da Endemol Shine Brasil.
Em fevereiro, o CineTerritório – projeto que oferece formação audiovisual para jovens de 16 a 24 anos da favela Heliópolis e da aldeia Tekoá Tape Mirim – foi recebido nos Estúdios Banijay para acompanhar as gravações de “Partiu Xv”, novo reality do Gloob, produzido pela Endemol Shine Brasil.
A intenção é que o Banijay Futuro amplie suas oportunidades para jovens talentos e possa reforçar e impulsionar iniciativas semelhantes em todo o mercado audiovisual, enriquecendo as produções e setores da indústria.
La CEO de Endemol Shine Brasil, sostiene que en los últimos dos años ha habido un reacomodamiento entre los players y afirma que las excelentes IPs y la buena narración siguen siendo el foco de crecimiento.
Nani Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil.
Es conocido el interés que los reality shows despiertan en el público de América Latina, donde la audiencia brasileña se destaca especialmente por su alto consumo y engagament. “Nani” Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil, explica por qué sus contenidos trascienden la televisión y se convierten en pasiones nacionales. Además, destaca que la coproducción es un pilar estratégico para la compañía, mientras pone bajo la lupa el momento que vive la industria con el streaming en el centro de la escena.
¿Qué lugar ocupan en el portafolio de contenidos de ESB y cuáles son los principales atributos que diferencian a estas producciones?“Los reality shows ocupan un lugar mayoritario en el portafolio de Endemol Shine Brasil, lo que nos conecta profundamente con el público brasileño que, además de destacarse por su alto consumo, transforma los contenidos en conversaciones cotidianas, aumentando el engagement.
Nuestras producciones se diferencian por la innovación constante, que adapta los formatos globales al contexto local, la excelencia técnica y artística, además del compromiso con la diversidad, reflejando la pluralidad cultural de nuestro país. Programas como “MasterChef Brasil” y “The Masked Singer Brasil” son una muestra de nuestro objetivo de crear contenidos que trasciendan la televisión, conquisten diferentes generaciones y se conviertan en pasiones nacionales. Seguimos invirtiendo en nuevas ideas para mantener esta conexión vibrante con la audiencia.”
Deal or no Deal Island un spin off del éxito mundial Deal or no Deal,The Summit que es un formato original de Australia y The Fortune Hotel, son los tres títulos clave que trae la compañía a Content Americas.
Renato Martinez, VP de Vendas de Conteúdos e Aquisições da Endemol Shine Brasil
Endemol Shine Brasil, empresa del Grupo Banijay, ha logrado colocar importantes contenidos de la compañía en los players más importantes del territorio brasilero y en el marco de Content Americas, están apuntando a consolidar tres productos importantes que aún no han llegado a tierras cariocas, pero que acumulan éxito mundial.
Renato Martínez, VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, comentó a ttvnews que están enfocados en crecer en el territorio brasileño y la disponibilidad de los estudios que tienen en la región, facilitará el desarrollo de todos sus reconocidos formatos.
«Para Content Americas hemos traído tres productos importantes para Banijay en este momento. Estamos apuntando a títulos como Deal or no Deal Island que es un spin off del éxito mundial Deal or no Deal; The Summit que es un formato original de Australia y el otro es The Fortune Hotel, que es un formato que está al aire en ITV en Reino Unido, que es un reality que creemos que funcionará muy bien en nuestro territorio», dijo.
Según el ejecutivo de Endemol Shine Brasil, quieren seguir produciendo con altísima calidad y mantener los éxitos que han logrado con sus socios. «Para los próximos años estamos apuntando a documentales, fuimos los realizadores del documental de Xuxa para Globoplay el año pasado que fue un gran éxito».
«El 2024 se puso muy bueno para Endemol Shine Brasil, tenemos producciones en los principales players de Brasil, desde The Masked Singer en Globo, Love is Blind para Netflix, Canta conmigo para Record, Masterchef en Bandeirantes, Tentation Island en Amazon. Estamos en los principales players y con modelos de negocio distinto, en algunos producimos 100% y en otras ocasiones tenemos la licencia, o una parte más chica de la producción, adaptamos el modelo de negocio como sea más interesante para nuestros socios o la ocasión», señaló Martínez.
El VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, refirió que en Brasil están acostumbrados a hacer grandes producciones. «Pero también nos estamos enfocando en documentales y realizamos docurealities como Kilos Mortales para Warner», concluyó.
Aviso de Fraude | A Endemol Shine Brasil comunica que não cobra taxas para inscrição nos
projetos.
A Endemol Shine Brasil comunica que não realiza a seleção de participantes para projetos através de “olheiros”. Informamos que pessoas mal-intencionadas usam o nome da empresa para aplicar golpes, inclusive, cobrando taxas de inscrição e envio de dados pessoais de forma não oficial.
Esclarecemos que a escolha de participantes de projetos da Endemol Shine Brasil passa por um criterioso processo de seleção, realizado somente pelos contratados e por canais oficiais da empresa, e que não é permitida a cobrança de valores para a participação em seus programas.
Para você se prevenir contra essas atitudes mal-intencionadas, a Endemol Shine Brasil mantém permanentemente informações oficiais de inscrições a novos projetos nas redes sociais oficiais da empresa.
Se você desconfiar de alguma informação sobre projetos da Endemol Shine Brasil, fale conosco. Denuncie aqui
Produzido em mais de 60 territórios e transmitido em mais de 200 pelo mundo, o MasterChef é uma competição que busca o melhor cozinheiro do país, através da paixão, criatividade, habilidade técnica e amor pela comida. Os participantes encaram duros desafios e são testados por jurados que são alguns dos melhores chefs reconhecidos no universo culinário. Visto globalmente por mais de 300 milhões de pessoas, este formato toca os telespectadores, mostrando pessoas comuns realizando seu sonho de se tornar um MasterChef.
As emoções voam alto quando os esperançosos participantes sobem ao palco para cantar em frente a um elenco de 100 consagrados jurados do mundo da música, e são estes 100 que decidem o destino de cada concorrente. O objetivo do jogo é impressionar os jurados e fazer com que o maior número deles se levante de seus assentos e cante junto com você, podendo formar um emocionante coro ou um terrível pesadelo, se ficarem em completo silêncio. Quanto mais cantores participarem, maior será a pontuação, e somente os 3 melhores permanecem na competição para a tão temida final. Diversos estilos musicais tomam conta do palco e o vencedor leva um grande prêmio em dinheiro.
Em The Masked Singer Brasil, versão brasileira do formato original sul-coreano King of Mask Singer, 12 personalidades fazem performances musicais semanais, porém suas identidades estão ocultas por incríveis fantasias. Os jurados, além de julgar as apresentações, devem tentar adivinhar, junto ao público, quem é o artista por trás dos figurinos. A cada episódio, dicas são dadas sobre os competidores, mas apenas o eliminado da semana tem sua identidade revelada. The Masked Singer Brasil é comandado por Ivete Sangalo e conta com uma banca de jurados composta por celebridades convidadas.
Nesse formato totalmente imprevisível, enormes somas em dinheiro estão em jogo. Dois participantes trabalham juntos para enfrentar o gigante muro, enquanto a confiança um no outro é testada durante as apostas. Se os jogadores respondem à pergunta do apresentador corretamente, a bola fica verde. Ao ser jogada, a bola cai aleatoriamente em um dos buracos na base do muro, com diversas quantias, que vão direto para o bolso dos participantes. Já se a resposta for incorreta, a bola fica vermelha e retira o valor do total já acumulado.
Na segunda rodada, um dos participantes fica isolado respondendo às perguntas, sem saber as respostas, enquanto o outro comanda o muro. A rodada final chega com muita emoção, onde o jogador isolado deve escolher entre assinar um contrato por uma quantia fixa ou apostar para ver se tiveram sorte. Uma montanha-russa de emoções, perdas e vitórias, o que The Wall dá, The Wall pode tirar.
A série de renovação de casas mais bem avaliada globalmente. Seja dando destaque para “heróis” locais ou a famílias que enfrentam dificuldades, o formato proporciona uma renovação completa da casa dessas pessoas.
As reformas incluem o interior, exterior, paisagismo – tudo pronto em apenas sete dias, enquanto os moradores tiram férias em algum lugar incrível, sem saber como a transformação ficará. A série mostra construtores, designers e paisagistas que correm contra o relógio para renovar a casa completamente antes que a família retorne.
Formato Netflix, produção Endemol Shine Brasil.
Quem não quer encontrar o verdadeiro amor, para além do interesse físico? Os participantes deste reality show buscam exatamente isso: serem amados por sua essência e não pela aparência. Os solteiros conversam com potenciais candidatos em cabines individuais apenas por voz, sem imagens e sem nenhuma distração do mundo exterior, e devem escolher com quem mais se identificam emocionalmente para fazer o tão esperado pedido de casamento, e só depois do “sim” é que se veem pela primeira vez. Então eles são levados para a vida real: viagem de lua de mel, morar juntos, conhecerem as famílias um do outro e, por fim, a cerimônia de casamento. Será que eles vão conseguir passar por todos os desafios do dia a dia de um casal e provar que o amor é realmente cego?
Após o enorme sucesso da franquia Shore em todo o mundo, o reality show Rio Shore chega ao Brasil, mostrando o dia a dia de 10 jovens fluminenses enquanto aproveitam as festas mais épicas, as pegações mais quentes, as melhores resenhas e as tretas mais avassaladoras! Diretamente de Búzios (RJ), o elenco principal ainda recebe diversos convidados especiais que agitam o dia a dia da casa e tornam Rio Shore o reality mais bombástico de todos.
Versão nacional do formato de sucesso da BBC “Dancing With the Stars”, produzida pela Endemol Shine Brasil. Comandado por Xuxa, uma das apresentadoras mais queridas do país, o programa traz celebridades que são treinadas por dançarinos profissionais. A cada semana eles se apresentam em diferentes estilos de dança e, ao final do programa, o participante vencedor leva para casa um prêmio em dinheiro e seu técnico ganha um carro novo.
Este show de talentos produzido pela Endemol Shine Brasil, é a versão brasileira do programa estadunidense “The Four: Battle for Stardom”. Trata-se de um formato diferente de todas as atrações do gênero, pois ele começa por onde os outros terminam – os quatro finalistas são revelados logo no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio em dinheiro.
Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados e pela plateia, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, através de duelos musicais, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare.
Produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Amazon Prime Video, o programa testa se a atração por alguém realmente vai além das aparências. A cada episódio, um participante descreve o seu parceiro dos sonhos, desde a cor do cabelo até a roupa que veste, e entra em uma casa com sete “clones”, de acordo com o seu perfil ideal. Os clones passam por diversos desafios durante os encontros, até restar apenas uma pessoa, escolhida por aspectos de sua personalidade. Apresentado por Sabrina Sato, esse é um formato muito diferente de qualquer reality de relacionamento que você já viu.
Independente de gênero, idade ou orientação sexual, os participantes exploram locais da cidade em busca de um novo amor. A ideia é que eles deixem os aplicativos de namoro de lado e aceitem conhecer pessoas novas de uma forma diferente. Após diversas conversas e beijos com alguns pretendentes, quem eles escolherão para um segundo encontro? Essa versão brasileira do programa estadunidense “Dating Around”, produzida pela Endemol Shine Brasil, é mais um reality show de relacionamento com um toque inusitado.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show produzido para a marca Stella Artrois busca descobrir novas experiências gastronômicas na cidade de São Paulo. Com apresentação de Alex Atala, o programa mostra ao público que não é preciso ir longe ou pagar caro para comer bem. Ao longo de quatro episódios, Alex Atala recebe amigos e anda pela cidade para apresentar oito restaurantes e conhecer as histórias de quem está atrás do balcão. Após cada episódio, o público vota pelo Twitter para escolher a sua experiência preferida. Ao final do programa, os finalistas são testados pelos jurados, para escolher o chef vencedor, que vai comandar a cozinha do “Portinha Stella”, um espaço conceito da cerveja, que funcionará em São Paulo por tempo limitado.
Reality show criado e produzido pela Endemol Shine Brasil e idealizado pela agência Grey Brasil, especialmente para a marca Pantene Brasil. Exibido tanto na TV quanto nos canais digitais, o programa busca os cabelos mais bonitos do país para serem os novos representantes da marca. Mais de 40 mil pessoas de todos os cantos do Brasil já se inscreveram no programa. Os selecionados passam por desafios que testam suas atitudes, fotogenia e, claro, seus cabelos. Os vencedores se tornam embaixadores oficiais de Pantene.
Reality show apresentado por Luan Santana e Mariana Rios, traz participantes com talento de sobra e um sonho em comum: se tornar um astro da música sertaneja. Artistas renomados compõem o time de mentores dos competidores, mas é o público quem escolhe quem será o próximo sucesso nos palcos do Brasil. O formato é uma iniciativa da Brahma em parceria com a Endemol Shine Brasil, Google, VillaMix e Africa.
Beats, a marca da curtição, estreou o reality show como uma grande ação para o carnaval de 2021. O programa isolou a cantora Anitta e mais dez influenciadores em uma ilha paradisíaca no Rio de Janeiro, para cumprir desafios que sacudiram a internet. Distribuído em seis episódios, o reality foi produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a agência WMcCann, e transmitido através das plataformas digitais.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality Hit Estourado reuniu os melhores compositores de forró do Brasil na fazenda do cantor Wesley Safadão e mostrou o passo-a-passo para a criação de um novo sucesso. A música, chamada “Eu pulo, eu passo”, foi escolhida com ajuda do público e será lançada pela Som Livre, cantada por Wesley Safadão. O projeto foi realizado para a marca Skol e faz parte da plataforma de conteúdo “Skol Forró”, com conceito criativo assinado pela agência Califórnia.
Uma iniciativa do Facebook, criado e desenvolvido pela Endemol Shine Brasil para a Skol e inspirado no fenômeno digital de um dos grupos mais famosos do Facebook, o LDRV. Com participação de Blogueirinha (Bruno Matos), Rita Von Hunty e Paulette Pink, o curta-metragem traz a trajetória de três personagens: Francis, Bela e Will. Cada um deles tem o sonho de emplacar na vida e na internet, mas nenhum deles conseguiu se realizar ainda.
Onix Music Trip leva 3 bandas para a estrada, em um campeonato de turnês musicais colaborativas! Durante o trajeto, grandes artistas e influenciadores fazem uma viagem incrível enquanto competem pelos seus likes. Os três carros percorrem caminhos diferentes, sempre conectados e movidos pelo engajamento do público e como destino uma live do vencedor.
Unindo música, conectividade e tecnologia, o projeto desenvolvido para a Chevrolet é uma criação da WMcCann – por meio de sua divisão Commonwealth//McCann -, em parceria da Isobar, a dentsu Company, e formato e produção da Endemol Shine Brasil.
Criado pela agência AKQA e com assinatura de formato original e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show é uma busca por novos embaixadores para a Beats!
Com participação de Blogueirinha, Foquinha, Gabi Lopes, Rafa Uccman e Jerry Smith como apresentadores e mentores, o formato foi transmitido nas plataformas digitais da marca. Os dois vencedores assinaram um contrato, no valor de R$ 50 mil, para divulgar os novos produtos de Beats.
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago criou, junto com a GUT São Paulo, o Gincana da Grana, com apresentação de Sabrina Sato e Nath Finanças e participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL. O quarteto participa de provas que testam os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. O vencedor leva R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
Uma adaptação de “Survivor”, No Limite foi o primeiro reality show da televisão brasileira, exibido no ano 2000. Em 2021, retorna com uma nova temporada para trazer adrenalina para os telespectadores. Isolados em uma praia deserta, os participantes encaram desafios que exigem força física, resistência psicológica e coragem, competindo em equipes ou individualmente. O time que não conseguir atingir o resultado estipulado ou demorar mais tempo para realizá-lo, é obrigado a escolher um companheiro para sair do programa, através de votação secreta.
Um formato inovador que revolucionou a televisão e é um fenômeno de audiência até hoje. Criado em 1999, na Holanda, o Big Brother chegou ao Brasil em 2002 e já teve 21 temporadas. Os participantes entram nesta disputa confinados em uma casa, sem contato com o mundo exterior, onde irão compartilhar seu dia a dia com desconhecidos durante meses, sendo filmados 24h por dia. Semanalmente, uma pessoa é eliminada, a partir da votação dos milhões de telespectadores, que assistem, torcem e julgam suas atitudes.
The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar um grande prêmio em dinheiro. O tesouro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio.
Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Os desafios físicos e mentais geram conflitos entre os participantes, ao mesmo tempo que dependem um do outro para alcançarem o objetivo. Se chegarem ao outro lado, resta saber: quem ficará com o dinheiro? Cada concorrente deve votar em outro para ganhar o prêmio. A pessoa com mais votos pode optar por ficar com todo o dinheiro ou compartilhá-lo com seus aliados. Chegar a essa final requer um plano de jogo baseado em estratégia, negociação e confiança. O vencedor escolherá manter suas promessas e compartilhar a riqueza, ou queimar suas pontes e acumular o tesouro?
Celulares, redes sociais, webcams – a nossa sociedade atual está sempre sob vigilância, desde sacar dinheiro no caixa eletrônico até quando fazemos compras no supermercado. Já imaginou como seria desaparecer completamente nos dias de hoje? Isso seria possível? Para descobrir, grupos de pessoas comuns fogem, enquanto um time dos melhores e mais experientes investigadores os procuram. Hunted explora o nível de vigilância em que vivemos, por meio de um experimento social em frente às câmeras.
A série mostra participantes em uma ilha remota no Pacífico, onde ficarão totalmente sozinhos com câmeras, filmando a si mesmos, e tendo que caçar sua comida, buscar água, fazer fogo, erguer abrigo e tentar sobreviver usando apenas força, determinação e algumas ferramentas básicas. Será que eles têm o que é necessário para resistir durante um longo mês?
Tanto individualmente, como em pares ou famílias, os concorrentes se mudam para o rancho The Biggest Loser para iniciar uma jornada em busca de reverter os efeitos da obesidade em suas vidas, enquanto competem por um grande prêmio em dinheiro. Além das centenas de concorrentes que perderam peso durante o programa, o formato tem ajudado os telespectadores que estão em casa, motivando-os não apenas com histórias inspiradoras, mas também através de suas extensões de marca de sucesso.
Série premiada, que conta histórias fictícias de dramas envolvendo o mal-estar coletivo sobre nosso mundo moderno. Nos últimos anos, a tecnologia transformou quase todos os aspectos de nossas vidas. Em cada casa; em cada mesa; em cada palma da mão – uma tela de plasma; um monitor; um smartphone – um reflexo de nossa existência do século XXI.
Os algoritmos das plataformas nos conhecem mais intimamente do que nossas famílias ou amigos. Temos acesso a todas as informações do mundo. Black Mirror retrata a imaginação de uma geração e nos leva à uma montanha-russa de sentimentos. Cada episódio traz uma nova história e novas personagens conectadas em torno desse questionamento tecnológico.
Essa série premiada retrata uma história que envolve família, guerra, amor, política, traição e vingança. Passa-se nos anos 20, em Birmingham, em uma era tumultuada por gangues, militares e revolucionários em meio a Primeira Guerra Mundial. Thomas Shelby e a sua família fazem parte da mais temida e poderosa gangue local, os Peaky Blinders. Eles ganham seu dinheiro com apostas ilegais, mas as ambições de Tommy vão além de ser apenas o dono das ruas, querendo expandir o seu negócio para toda a Inglaterra.
Após emigrar da Romênia nos anos 50, a família Zelig ocupa terras que acabaram passando por brechas de diferentes autoridades. Apesar dos desejos do governo, empresários e moradores da elite, os Zeligs não deixam o lugar. A família é comandada pela avó Aliza. Ela é dona da terra, e tem poder e liderança sobre os demais parentes, que vivem amedrontados com a possibilidade de perder a ajuda de Aliza e, principalmente, sua herança. A ideia de matar a avó é exibida como uma piada no primeiro episódio, mas se desenvolve de forma macabra, engraçada e triste no decorrer da série.
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