Game show da Latam alcança resultados expressivos

Gil do Vigor

Três meses após a estreia no YouTube do game show “Latam Pass: suas escolhas valem milhas!”, realizado em parceria entre a Endemol Shine Brasil – parte da Banijay Américas -, o Google e a LATAM – companhia aérea líder na América Latina, o conteúdo apresenta resultados expressivos:

  • Taxa de visualização: 52%

  • Taxa de retenção: 22% (estimativa de pessoas que assistiram do primeiro ao último episódio)

  • Views das cápsulas educativas (miniaulas de 2 a 3 minutos): 63 milhões

Além disso, um estudo qualitativo conduzido pela equipe do LATAM Pass Brasil, revela:

  • 90% identificam claramente que se trata de um vídeo do LATAM Pass – indicador de forte associação de marca;

  • 81% afirmam que os conteúdos explicam de forma clara e fácil os conceitos apresentados;

  • 74% dizem que pretendem utilizar os benefícios explicados nos vídeos.

O projeto de branded entertainment combina competição e conteúdo educativo em três episódios de aproximadamente 30 minutos conduzidos por Gil do Vigor. O objetivo é explicar, de forma leve e prática, como funciona o LATAM Pass, programa de fidelidade da companhia aérea que permite acumular milhas, resgatar passagens e aproveitar benefícios exclusivos.

“Um dos nossos principais objetivos no LATAM Pass é simplificar a experiência para que mais pessoas tenham acesso aos benefícios de acumular e resgatar milhas de diferentes formas. Com o LATAM Pass: suas escolhas valem milhas, evidenciamos o potencial do branded entertainment para entregar conteúdo relevante, gerar engajamento e ampliar o alcance do programa e de suas vantagens a novos públicos”, aponta Martin Holdschmidt, diretor-geral do LATAM Pass no Brasil.

“Os dados demonstram que o público não apenas absorve ativamente projetos de branded entertainment, mas também os valoriza quando entregam informação relevante em um formato dinâmico e de entretenimento. O sucesso da campanha é evidente ao alcançar um público amplo, indo além dos membros do LATAM PASS. A aceitação e o engajamento têm sido muito positivos”, comenta Mare Leal, Diretora de Branded Content da Endemol Shine Brasil.

Disponível no YouTube e no LATAM Play – plataforma de entretenimento a bordo da companhia – a atração apresenta três duplas de criadores de conteúdo (Rodrigo e Beta; Juzão e Nathalia Cruz; Jacira Doce e Leonardo Bagarolo) em provas clássicas de game show, intercaladas por explicações práticas sobre como maximizar o uso do LATAM Pass.

Matéria completa publicada em Grande Nomes da Propaganda.

O ano de 2025 no audiovisual pela visão das mulheres produtoras

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(Foto IA)

O ano de 2025 foi de altos de baixos no setor audiovisual. O início foi promissor, com a conquista inédita do Oscar para o cinema brasileiro com “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, eleito o Melhor Filme Internacional na maior premiação do cinema mundial depois de ter conquistado diversos outros prêmios em festivais no Brasil e no mundo. Os filmes produzidos aqui continuaram atraindo atenção global, com novas conquistas tanto em premiações quanto na crítica especializada. E, agora, o ano chega ao fim com um clima promissor no ar: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, atingiu mais de um milhão de espectadores nas salas de cinema do país e está entre os pré-indicados ao Oscar de 2026. Ao que tudo indica, o audiovisual nacional seguirá se destacando na premiação.

O setor também viu com bons olhos a retomada de algumas políticas públicas e a reativação de editais, bem como o anúncio dos Arranjos Regionais para o próximo ano. Mas, mesmo com todos os esforços – é nítido que há neste Governo uma boa intenção de fazer acontecer – o mercado chega em dezembro sentindo falta de resultados mais concretos e expressivos. Além de, é claro, frustrado pela falta de regulamentação do VoD. A novela segue em 2026.

Entre os “baixos” do ano que passou, os produtores também sentiram falta de um calendário com previsibilidade de editais e linhas de investimento – promessa que havia sido feita por essa gestão do MinC. Em suma, apesar dos avanços, a sensação é de que falta um projeto estruturante, contínuo e verdadeiramente inclusivo, que garanta uma política audiovisual perene, previsível e tratada como estratégia de desenvolvimento.

TELA VIVA ouviu mais de 20 mulheres produtoras do audiovisual, de todas as regiões do país, para saber que avaliação elas fazem do ano que passou – o que foi bom, o que foi ruim, o que fica de expectativa para o ano que vem. Falando em igualdade e inclusão, as mulheres ainda são minoria nos cargos de liderança, com grandes disparidades de cargos e também de remuneração – daí a decisão de só ouvi-las para a reportagem. A busca por uma representação de Norte a Sul do país, como o audiovisual brasileiro deve ter, também foi levada em conta. Confira abaixo os depoimentos.
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Nani Freitas – (CEO) Endemol Shine Brasil e Banijay Estúdios

Em 2025, o entretenimento foi muito além da tela. O público, atualmente, quer viver experiências completas, que conectem TV, streaming, redes sociais, produtos e eventos. Não basta ter um bom programa, é preciso criar um universo em torno dele, onde cada ponto de contato fortaleça a relação com quem acompanha.

Na América Latina, o mercado de entretenimento imersivo está estimado em US$ 13,07 bilhões em 2025, com crescimento projetado para US$ 42,41 bilhões até 2030. Essa visão de entretenimento 360º é o que vai diferenciar quem apenas entrega conteúdo de quem constrói experiências que realmente engajam.

Outro ponto essencial, que está diretamente conectado, é a criação de comunidades. Hoje, audiência não é só número, é pertencimento. As pessoas querem se sentir parte daquilo que assistem, querem conversar, compartilhar e se conectar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas.

Membros de comunidades passam 5,3 vezes mais tempo consumindo e engajando. Por isso, não basta lançar um formato e esperar que ele funcione sozinho. É preciso alimentar essa comunidade com conteúdos exclusivos, interatividade e experiências que mantenham a conversa viva.

Olhando para o futuro, acredito que quem conseguir unir entretenimento 360º com estratégias de comunidade vai estar um passo à frente.
Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (de São Paulo, SP)

Matéria completa publicada no Tela Viva.

O que o mercado brasileiro pode observar da vitrine de IPs asiáticas

A Korea Character Licensing Fair 2025 mostrou que aquele país é um player essencial nesse setor em expansão

Fernanda Abreu, VP de Licenciamento e Agenciamento da Endemol Shine Brasil

De 17 a 20 de julho, pude ver de perto a maior feira de licenciamento da Coreia do Sul, a Korea Character Licensing Fair. O evento é um reflexo do dinamismo atual do negócio global de licenciamento, e sua intenção é consolidar a Coreia do Sul como potência global na criação de marcas e personagens, com propriedades cada vez mais preparadas para o mercado internacional.

Para o Brasil, o evento representa uma vitrine estratégica: há muito a observar com o modelo asiático de gestão de propriedades intelectuais (IPs, na sigla inglesa), mas também oportunidades concretas de negócios — tanto para importar essas marcas quanto para inspirar novas formas de criação e monetização da propriedade intelectual.

O país asiático é um polo inovador e um player essencial nesse setor em constante expansão. Pude observar diversas marcas locais com grande potencial de conquista de novos espaços e públicos. As animações originais vindas do ambiente digital, foram o que mais se destacaram.

Empresas de todos os portes apresentaram seus portfólios e ficou claro que o interesse em expandir a presença de marcas coreanas no cenário internacional é cada vez maior, abrindo portas para parcerias lucrativas e estratégicas em diversos segmentos, como brinquedos, vestuário, alimentos, jogos e muito mais. Principalmente na distribuição de conteúdo, há um mercado aquecido e cheio de potencial

Exemplos disso são personagens como Bellygom, Esther Bunny e Tomarmon, que vêm conquistando espaços em diferentes continentes, especialmente entre o público da Geração Z e o segmento infantil. A feira reforçou a percepção de que o mercado de licenciamento está em plena ascensão, impulsionado por consumidores e produtos que conectam suas paixões no dia a dia.

A Coreia, em particular, se destaca por sua capacidade de criar tendências globais e por sua paixão por inovação. Isso se reflete na qualidade e na originalidade das propriedades apresentadas, que se alinham com as demandas de um público cada vez mais diversificado e engajado. A sinergia entre o conteúdo digital e o licenciamento físico foi um dos pontos altos, mostrando como a experiência do fã pode ser amplificada através de produtos tangíveis e imersivos.

A integração da inteligência artificial e experiências de marca também chamaram a atenção, demonstrando como a tecnologia pode transformar a forma como interagimos com nossos personagens e marcas favoritos.

A abertura para fazer collabs diferenciadas, com marcas de diversos setores, foi outro destaque. Muitas IPs coreanas apresentadas já nascem integradas a múltiplas plataformas: animações, webtoons, livros infantis, jogos mobile e produtos licenciados. Essa abordagem multiformato, comum na Ásia, mostra o potencial de construção de ecossistemas de marca que podem inspirar produtores e licenciadores a desenvolver franquias desde a origem com essa mentalidade crossmedia.

O Brasil, com sua forte cultura pop e interesse em conteúdos internacionais, pode ser um destino estratégico para essas marcas, tanto via licenciamento quanto parcerias em mídias e produtos. Casos como o de Esther Bunny, que já firmou parcerias com marcas como Crocs, Urban Outfitters, Casetify e CyberAgent, mostram como as IPs coreanas estão se posicionando em diferentes nichos do mercado internacional.

As oportunidades são inúmeras e vale a pena observarmos com atenção esses movimentos.

Artigo publicado no Meio & Mensagem.

 

Por que o Brasil ainda não se tornou um exportador de formatos de TV?

 

Allan Lico, vice-presidente de conteúdo Endemol Shine Brasil

Em menos de uma semana, a TV aberta do Brasil estreia versões nacionais de dois formatos criados no exterior. Na última terça-feira, a Globo lançou Chef de Alto Nível, adaptação do Next Level Chef, desenvolvido nos Estados Unidos. Já neste domingo, a Record exibe o primeiro episódio de Game dos 100, que nasceu originalmente na Bélgica, mas ganhou popularidade quando foi produzido pela TV britânica.

Desde o início dos anos 2000, os formatos estrangeiros tomaram conta da programação dos canais abertos e fechados do nosso país. Se a TV brasileira é referência mundial em ficção, o mesmo não acontece com programas de não ficção que envolvem competições em diferentes segmentos, como música ou gastronomia, formatos de confinamento ou sobrevivência e atrações focadas em relacionamentos e comportamento.

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Será que nossa indústria audiovisual tem criatividade e capacidade para superar essa barreira e emplacar com mais frequência formatos originais não só no mercado interno como também exportá-los? Para responder essa questão, a coluna conversou com profissionais que trabalham com formatos e entendem tudo sobre o tema.

Allan Lico, vice-presidente de conteúdo Endemol Shine Brasil.

“Quando a TV aberta decide fazer um investimento em um novo programa, em geral, esse investimento é alto. Então, é melhor apostar em projetos que deram certo fora do Brasil, porque isso traz uma certa segurança para os canais. Por isso, temos tantos formatos internacionais adaptados no Brasil.”

“Há pouco espaço para o risco. A gente precisa ser mais corajoso e se permitir a errar. No Brasil, parece que somos obrigados a produzir um hit. Não aceitam que um programa tenha um desempenho OK. Tem que ser um mega sucesso. A Holanda se permite experimentar. Existe formato holandês que é uma competição de gente fazendo escultura de balão, aqui temos pouco espaço para experimentação.”

“Acho que a luz no fim do túnel para que a gente consiga desenvolver mais formatos brasileiros é a regulamentação do streaming. Quando você coloca a obrigação de produzir conteúdo original local, você abre o mercado para as produtoras independentes e incentiva a produção de formatos diversos. Com a regulamentação do streaming também precisa ocorrer uma maior abertura para criatividade e dar tempo para as ideias se desenvolverem.”

“Recentemente, estava falando com parceiros americanos e eles contaram que ficam dois anos e meio para desenvolver uma ideia até que se torne um formato. Só então eles oferecem para canais e plataformas. Não temos esse tempo de desenvolvimento no Brasil, nem temos a cultura de investir em pilotos, o que ajuda a entender os pontos fortes e fracos de um formato.”

Artigo completo no Splash UOL.

Endemol Shine Brasil realiza segunda edição do Banijay Futuro

Estudantes durante o Banijay Futuro | Foto: Marina Farhat

Após o sucesso da primeira edição, a Endemol Shine Brasil promove a segunda etapa do Banijay Futuro, iniciativa de formação e empregabilidade voltada a jovens talentos do audiovisual. Realizado em parceria com o Instituto Criar, o projeto consiste em uma série de encontros com executivos da Endemol Shine Brasil para apresentar, na prática, as diferentes etapas da produção e criação de um reality show. Mais do que uma ação de impacto social, o Banijay Futuro integra as estratégias de ESG da empresa e tem como foco fortalecer a capacitação e a empregabilidade de jovens, promovendo assim o crescimento sustentável do setor audiovisual.

Com mais de 100 jovens impactados em sua primeira edição, que contou com workshops e visitas ao estúdio de gravação, o programa segue com foco no desenvolvimento de talentos em áreas como negócios, conteúdo e planejamento. A segunda etapa contará com a participação de estudantes do Instituto Criar, que poderão trocar experiências com profissionais da Endemol Shine Brasil e conhecer de perto os bastidores de diversas produções.

“Tivemos uma primeira edição que superou nossas expectativas. Há muitos jovens que precisam apenas de uma oportunidade para mostrar seu real potencial, e o Banijay Futuro consegue ser essa ponte entre o desejo deles e o início de uma carreira profissional. No começo deste ano, tivemos a alegria de contratar duas pessoas que participaram do projeto e esperamos realizar ainda mais contratações ao final desta temporada”, comenta Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil.

“Acreditamos que uma empresa forte é aquela que transforma positivamente seu entorno. O Banijay Futuro é uma oportunidade concreta de fazer isso acontecer – unindo impacto social, desenvolvimento profissional e o compromisso de fortalecer o futuro do audiovisual com mais diversidade e inovação”, completa Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.

Quezia Dias e Beatriz Bezerra, atualmente na equipe de produção da Endemol Shine Brasil, entraram para o time como parte do pilar de empregabilidade. Em seus primeiros meses, trabalharam nos programas “The Masked Singer Brasil” e “MasterChef Brasil”.

Fundado em 2003 pelo apresentador Luciano Huck, o Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias tem como missão promover o desenvolvimento profissional, sociocultural e pessoal de jovens por meio do audiovisual e da tecnologia. Mais de 2.900 jovens já vivenciaram o Programa de Formação e Inserção, multiplicando os resultados na sociedade com seus projetos e narrativas autorais. A parceria com a produtora teve início em 2023.

Matéria publicada no Tela Viva.

 

Endemol Shine Brasil anuncia a contratação de Chica Barros

A Endemol Shine Brasil, parte do grupo Banijay – referência global em ficção, não-ficção, títulos de branded content e projetos digitais – anuncia a contratação de Chica Barros como sua nova Diretora Artística. Com mais de 25 anos de atuação no audiovisual, a executiva acumula uma trajetória consolidada na direção de realities, documentários e outros formatos de entretenimento.

Ao longo da carreira, Chica comandou projetos nas principais emissoras e plataformas do país, incluindo Globo, SBT, Record, MTV Brasil, Band, Prime Video e Netflix. Especialista em reality shows, a executiva esteve à frente de produções de grande audiência e reconhecimento. Com a Endemol Shine Brasil, já dirigiu a versão brasileira do formato internacional “Ilha da Tentação”, e agora passa a integrar o time fixo da produtora.

“A trajetória profissional da Chica é de se admirar. Ela esteve à frente de projetos conhecidos e amados pelo público e chega à Endemol Shine Brasil com energia e criatividade para desenvolvermos programas ainda mais memoráveis. Temos certeza de que boas surpresas estão por vir com Chica como nossa Diretora Artística”, comenta Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil.

A chegada de Chica Barros pretende expandir, ainda mais, o desenvolvimento artístico das produções da Endemol Shine Brasil a partir de sua vasta experiência. Ao lado de outros diretores, a executiva ficará responsável por projetos de diferentes escalas e em diversos segmentos, que exploram formatos de realities, docu-realities e documentários de forma personalizada às várias plataformas. 

“Em 2023 tive a felicidade de trabalhar com o time da Endemol Shine Brasil em ‘Ilha da Tentação’ e agora, me vejo integrada ao time fixo da produtora, pronta para desenvolver projetos incríveis. Estar na Endemol Shine Brasil é fazer parte de uma das maiores produtoras do país, junto a profissionais superqualificados e com experiências diversas. Esse ambiente criativo e dinâmico é essencial para o meu processo artístico — e estou muito animada com essa nova fase”, afirma Chica Barros.

Matéria completa no Grandes Nomes da Propaganda.

Endemol Shine Brasil apresenta diretora de marketing e comunicação

Vanessa Costa (ex-NWB) chega à produtora para fortalecer as conexões com as marcas, plataformas e público

Vanessa Costa é a nova diretora de marketing e comunicação na Endemol Shine Brasil (Crédito: Divulgação)

A Endemol Shine Brasil, empresa que faz parte do Grupo Banijay, contrata uma nova diretora de marketing e comunicação. Vanessa Costa assume o cargo com o objetivo de fortalecer o posicionamento da empresa e ajudar a ampliar as conexões com as marcas, bem como com plataformas e público.

Com mais de dez anos de experiência no mercado, Vanessa já trabalhou na produtora de conteúdo NWB, do Grupo SBF, e também passou por algumas agências de publicidade.

Entre suas atribuições, também está o desenvolvimento de planos para reforçar a excelência criativa da Endemol Shine Brasil.

Nota publicada no Meio & Mensagem.

Endemol Shine Brasil aposta na capacitação de novos talentos com o Banijay Futuro

Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil durante workshop (Foto: Marina Farhat)

Atenta ao cenário atual e comprometida em formar e inserir novos talentos no mercado, a Endemol Shine Brasil lança o Banijay Futuro, um programa de capacitação voltado para jovens interessados na indústria do entretenimento. A iniciativa teve início em 2024, em parceria com o Instituto Criar, e já alcançou cerca de 100 alunos. Um dos destaques do projeto foi o workshop de 20 horas sobre reality shows, ministrado por lideranças das áreas de Criação, Produção, Pós-Produção e Comercial da Endemol Shine Brasil, para uma turma de 22 estudantes. Além disso, ao longo do ano a empresa abriu as portas dos estúdios de grandes produções, como “Canta Comigo”, “The Masked Singer Brasil”, “MasterChef Brasil” e “Casamento às Cegas” para receber grupos de alunos que participam de diferentes núcleos de formação também pelo Instituto Criar.

Neste mês, o projeto avança para uma nova fase: a contratação de jovens talentos formados por instituições parceiras. Ao longo do ano, esses profissionais terão a oportunidade de atuar diretamente nas produções da Endemol Shine Brasil, com acompanhamento, mentorias, treinamentos e acesso às lideranças executivas da empresa. O objetivo é oferecer uma experiência prática que os prepare para o mercado, desenvolvendo tanto competências técnicas quanto habilidades socioemocionais necessárias para atuar no segmento.

“O Banijay Futuro nasce com a responsabilidade de criar oportunidades práticas reais para jovens que desejam trilhar uma carreira no mercado audiovisual. Acreditamos que fortalecer a capacitação e a empregabilidade destes jovens é essencial para o crescimento sustentável do setor, como uma das iniciativas de Esg. A parceria com instituições de formação e ONGs é indispensável para que possamos abrir novas portas e apoiar a transformação desses talentos em profissionais qualificados”, comenta Carol Dibe, head de Esg da Endemol Shine Brasil.

Em fevereiro, o CineTerritório – projeto que oferece formação audiovisual para jovens de 16 a 24 anos da favela Heliópolis e da aldeia Tekoá Tape Mirim – foi recebido nos Estúdios Banijay para acompanhar as gravações de “Partiu Xv”, novo reality do Gloob, produzido pela Endemol Shine Brasil.

A intenção é que o Banijay Futuro amplie suas oportunidades para jovens talentos e possa reforçar e impulsionar iniciativas semelhantes em todo o mercado audiovisual, enriquecendo as produções e setores da indústria.

Matéria publicada no Tela Viva.

Nani Freitas: “Nuestras producciones se diferencian por la innovación constante”

La CEO de Endemol Shine Brasil, sostiene que en los últimos dos años ha habido un reacomodamiento entre los players y afirma que las excelentes IPs y la buena narración siguen siendo el foco de crecimiento.

Nani Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil.

Es conocido el interés que los reality shows despiertan en el público de América Latina, donde la audiencia brasileña se destaca especialmente por su alto consumo y engagament. “Nani” Freitas, CEO de Endemol Shine Brasil, explica por qué sus contenidos trascienden la televisión y se convierten en pasiones nacionales. Además, destaca que la coproducción es un pilar estratégico para la compañía, mientras pone bajo la lupa el momento que vive la industria con el streaming en el centro de la escena.

¿Qué lugar ocupan en el portafolio de contenidos de ESB y cuáles son los principales atributos que diferencian a estas producciones?“Los reality shows ocupan un lugar mayoritario en el portafolio de Endemol Shine Brasil, lo que nos conecta profundamente con el público brasileño que, además de destacarse por su alto consumo, transforma los contenidos en conversaciones cotidianas, aumentando el engagement.

Nuestras producciones se diferencian por la innovación constante, que adapta los formatos globales al contexto local, la excelencia técnica y artística, además del compromiso con la diversidad, reflejando la pluralidad cultural de nuestro país. Programas como “MasterChef Brasil” y “The Masked Singer Brasil” son una muestra de nuestro objetivo de crear contenidos que trasciendan la televisión, conquisten diferentes generaciones y se conviertan en pasiones nacionales. Seguimos invirtiendo en nuevas ideas para mantener esta conexión vibrante con la audiencia.”

 

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Renato Martínez, Endemol Shine Brasil: «Estamos apuntando a tres productos importantes de Banijay»

Deal or no Deal Island un spin off del éxito mundial Deal or no Deal, The Summit que es un formato original de Australia y The Fortune Hotel, son los tres títulos clave que trae la compañía a Content Americas.

Renato Martinez, VP de Vendas de Conteúdos e Aquisições da Endemol Shine Brasil

Endemol Shine Brasil, empresa del Grupo Banijay, ha logrado colocar importantes contenidos de la compañía en los players más importantes del territorio brasilero y en el marco de Content Americas, están apuntando a consolidar tres productos importantes que aún no han llegado a tierras cariocas, pero que acumulan éxito mundial.

Renato Martínez, VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, comentó a ttvnews que están enfocados en crecer en el territorio brasileño y la disponibilidad de los estudios que tienen en la región, facilitará el desarrollo de todos sus reconocidos formatos.

«Para Content Americas hemos traído tres productos importantes para Banijay en este momento. Estamos apuntando a títulos como Deal or no Deal Island que es un spin off del éxito mundial Deal or no Deal; The Summit que es un formato original de Australia y el otro es The Fortune Hotel, que es un formato que está al aire en ITV en Reino Unido, que es un reality que creemos que funcionará muy bien en nuestro territorio», dijo.

Según el ejecutivo de Endemol Shine Brasil, quieren seguir produciendo con altísima calidad y mantener los éxitos que han logrado con sus socios. «Para los próximos años estamos apuntando a documentales, fuimos los realizadores del documental de Xuxa para Globoplay el año pasado que fue un gran éxito».

«El 2024 se puso muy bueno para Endemol Shine Brasil, tenemos producciones en los principales players de Brasil, desde The Masked Singer en Globo, Love is Blind para Netflix, Canta conmigo para Record, Masterchef en Bandeirantes, Tentation Island en Amazon. Estamos en los principales players y con modelos de negocio distinto, en algunos producimos 100% y en otras ocasiones tenemos la licencia, o una parte más chica de la producción, adaptamos el modelo de negocio como sea más interesante para nuestros socios o la ocasión», señaló Martínez.

El VP de Content Sales & Acquisitions de Endemol Shine Brasil, refirió que en Brasil están acostumbrados a hacer grandes producciones. «Pero también nos estamos enfocando en documentales y realizamos docurealities como Kilos Mortales para Warner», concluyó.

Artículo publicado en TODO TV News.