‘Não olhamos somente o Ibope’: qual o futuro dos reality shows no Brasil?

Kleber Bambam e a icônica boneca Maria Eugênia – Imagem: Globo/ Manoella Mello

Os reality shows continuam ocupando um espaço relevante no mercado brasileiro de entretenimento. O BBB (Globo), por exemplo, garantiu repercussão, audiência e sucesso comercial ao longo da 24ª temporada.

Ao mesmo tempo em que a TV aberta vem perdendo audiência, o programa permanece sendo um exemplo positivo quando o assunto é distribuição multiplataforma. Aqui, o Globoplay e as redes sociais representam fortes aliados.

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Alan Lico, vice-presidente de Criação e Conteúdo da Endemol Shine Brasil, destaca as mudanças no comportamento de consumo do gênero. “Hoje, nós não olhamos somente para o Ibope para medir o sucesso de um reality. A queda nesse índice específico mostra que menos pessoas estão pela TV aberta, mas continuam consumindo em outras plataformas”, disse o executivo, em entrevista a Splash.

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“The Summit”, “Fortune Hotel” e “Deal or No Deal Island” estão sendo negociados com players para estrear no Brasil. Segundo Allan Lico, da Endemol Brasil, “as expectativas são excelentes” neste novo ano.

O Summit, por exemplo, foi indicado ao Emmy Internacional. É um formato de aventura inovador, muito cinematográfico e realmente muito diferente de tudo que já vimos no Brasil.
Allan Lico

Fortune Hotel é um formato onde os participantes, hospedados em um hotel, tem que blefar, fingir e disfarçar o tempo todo para ganhar o prêmio em dinheiro. “Um formato que vem na linha desse novo gênero onde a lealdade e a traição são os principais fatores”, completa o diretor da Endemol Shine Brasil.

Já o Deal or No deal Island é um reboot de um dos maiores sucessos da TV mundial. “É um game show apimentado com convivência e provas físicas. Junte Big Brother, No Limite e o game show de maior sucesso da TV e temos o Deal or No deal Island”, explica Lico.

Leia matéria na íntegra no SPLASH UOL.