Neste ano, a Endemol Shine Brasil celebra os dez anos do núcleo de licenciamento, com mais de 34 milhões de produtos vendidos. Fernanda Abreu, Vice-Presidente de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência, e seu time, criaram do zero a operação de licenciamento da produtora, assim como sua transformação em uma das áreas comerciais mais relevantes da empresa, tendo o “MasterChef” como principal case de extensão de marca.
O departamento é responsável por conectar parceiros e audiências a partir do licenciamento de produtos, digital, branded placement e experiências, como foi o caso do “Expresso MasterChef Brasil”, projeto itinerante que garantiu o principal prêmio do setor de licenciamento de marcas e personagens na América Latina, o Prêmio LCON, na categoria “Experiência”. A ação ofereceu uma vivência gastronômica realizada a bordo de um trem de luxo (em parceria com a AirPromo e a Serra Verde Express), comandada pelo chef Henrique Fogaça e outros ex-participantes do programa. A Endemol Shine Brasil foi a única empresa a concorrer e vencer utilizando uma marca licenciada de um reality show.
Outro troféu de destaque foi o de Melhor Produto Licenciado na Categoria “Saúde e Beleza”, pela linha de cosméticos masculinos inspirada na série “Peaky Blinders”, feita em parceria com a marca Don Alcides. A linha trouxe produtos como shampoos, desodorantes e modeladores com notas olfativas ambientadas na atmosfera da Birmingham dos anos 1920.
Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil (Foto: Divulgação)
“Nesses dez anos, ultrapassamos a tela da TV ao criar conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e movido pela inovação contínua. Estamos desenhando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, comenta Fernanda Abreu.
O diferencial da produtora é oferecer ao mercado soluções a partir de marcas próprias, como “Simon’s Cat”, “Mr. Bean”, “Black Mirror” e “MasterChef Brasil”, assim como marcas fora do grupo Banijay – da qual a Endemol Shine Brasil faz parte -, como “Hora do Blec”, “Palavra Cantada”, “TudoGostoso” e “School of Rock”. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados no mercado.
“Comemoramos essa década com mais um importante case que é o Luminiscence – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo que ficou em cartaz por seis meses na Catedral da Sé, unindo arte, cultura e música, para um público de 100 mil espectadores. Resultados como esse refletem nosso compromisso em reunir talentos, criatividade e excelência para desenvolver projetos que emocionam, conectam e proporcionam experiências memoráveis ao público que nos acompanha ao longo de todos esses anos”, conclui Fernanda.
Ouvi de várias pessoas experientes do South by Southwest que, quando foram pela primeira vez, foram “picadas pelo bichinho do SXSW”. Achei curiosa essa expressão. Mais curioso ainda foi perceber que ela vinha de gente muito diferente, mas que hoje tem uma relação profunda com o festival.
Ir ao SXSW pela primeira vez realmente não é simples. Um evento dessa dimensão, com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, não é fácil de entender logo de cara, nem para quem já está acostumado com grandes encontros. Em 2026, foram mais de 3.700 eventos em sete dias, incluindo mais de 850 sessões de conferência, cerca de 4.400 músicos, mais de 375 filmes e produções de TV, 450 marcas com ativações, além de centenas de encontros de networking, mentorias e shows. Pela primeira vez em 40 anos, os festivais de Inovação, Filme e TV, Música e Comédia aconteceram simultaneamente, concentrados em uma única semana. Mais compacto, mais diverso, mais democrático e mais descentralizado. Espalhado pela cidade inteira. O tema do ano, “All Together Now”, parecia fazer ainda mais sentido quando se vivia tudo isso na prática.
Caminhando por Austin, essa sensação ficava ainda mais evidente. Entre casas antigas de madeira, diversos canteiros de obra, prédios novos subindo, bicicletas, patinetes, pedestres, carros autônomos, restaurantes tradicionais e hotéis de luxo, a cidade parecia vibrar em várias frequências ao mesmo tempo. A música vinha dos bares, dos palcos e, às vezes, da própria rua. E, a cada dia, Austin ia sendo tomada por pessoas com badges pendurados no pescoço, indo de um lugar para outro como se o evento estivesse em toda parte. Sem o centro de convenções disponível este ano, o SXSW ganhou outra personalidade. Ele se espalhou. E, espalhado, parecia ainda mais vivo. Andando por ali, dava para sentir o evento pulsando como um organismo.
Foi justamente aí que, para mim, começou a ficar clara uma das grandes mensagens do SXSW 2026. O futuro do entretenimento, das marcas e da cultura não está apenas em produzir conteúdo. Está em criar experiências ao vivo que gerem presença, participação e conexão real. No fundo, o que estava em jogo ali era o valor crescente do IRL — do encontro real, presencial e compartilhado. O SXSW não foi só o lugar onde isso foi discutido. Ele próprio encarnou esse argumento. Em um momento de saturação digital, aceleração da IA e enfraquecimento da confiança online, o festival confirmou que o valor do ao vivo está crescendo, não apenas como formato de entretenimento, mas como espaço de presença, comunidade, autenticidade e experiência cultural.
Um dos temas que mais apareceu nas palestras foi a ideia de que as pessoas já não querem apenas consumir conteúdo. Elas querem participar. Querem viver, comentar, circular, se reconhecer, influenciar. No debate The Death of Passive Entertainment – A Future for Participants, essa mudança apareceu de forma muito clara. A conversa girou em torno da força das comunidades, do fandom e da necessidade de pertencimento. A ideia não é mais interromper uma audiência, mas criar condições para que ela se sinta parte da experiência. O entretenimento deixa de ser algo apenas assistido e passa a ser vivido.
Essa percepção apareceu também em uma das palestras mais importantes para mim no festival, The Present and Future of Live Experiences, com Julius Solaris. Ele diz que redescobrimos o valor do presencial e que é a conexão que está levando as pessoas aos eventos, e não o conteúdo. Essa formulação me marcou muito, porque ajuda a explicar o que está acontecendo agora. Em uma era de IA, deepfakes e baixa confiança no ambiente digital, o presencial volta a ganhar força como espaço de autenticidade, credibilidade e encontro real. Quanto mais o digital se torna excessivo, automatizado e manipulável, mais o ao vivo passa a ser percebido como um lugar de realidade. Julius também observa que as pessoas amam eventos e amam se encontrar ao vivo, e que os CMOs estão obcecados por eventos porque eles funcionam.
Outra ideia forte no SXSW foi a de que o valor do ao vivo não está só no palco. Está no ecossistema. Talvez essa tenha sido uma das coisas que eu mais senti no festival. O SXSW não se resume às palestras. Ele acontece nas filas, nas caminhadas, nos encontros improváveis, nos side events, nas ativações, nas conversas rápidas no meio do caminho. É aí que o festival revela sua dimensão mais IRL: não apenas no que é programado, mas no que acontece entre uma coisa e outra, no encontro, no deslocamento e na presença partilhada. Em muitos momentos, o mais interessante não estava apenas dentro da sala, mas também no intervalo entre uma coisa e outra. Talvez por isso uma das melhores maneiras de entender o SXSW não seja como agenda, mas como sistema de experiência.
Essa leitura conversa muito com outra palestra importante, Reality Hacked: Tech, Story, and the Future of Experience. Ali apareceu uma ideia que ficou na minha cabeça: “The future of storytelling is spatialized.” Ou seja, as experiências estão deixando de acontecer apenas em telas ou recintos fechados e passam a ocupar espaço, cidade, deslocamento, território. Isso fez muito sentido para mim dentro do próprio SXSW. O festival já funciona assim. Ele não é apenas programação formal. É uma experiência urbana espalhada, feita de camadas, trajetos, descobertas, encontros e contextos múltiplos. A cidade deixa de ser pano de fundo e passa a fazer parte da narrativa.
O futuro da experiência também apareceu no SXSW como algo mais sensorial, mais corporal e menos centrado apenas no visual. Em Sensory Storytelling: Using XR to Connect to the Body, esse ponto ficou muito claro. Foi uma palestra que me fez pensar bastante sobre o próximo passo dos eventos e das experiências ao vivo. A imersão do futuro talvez não seja apenas aquilo que o público vê. Talvez seja, cada vez mais, aquilo que ele sente. Uma experiência memorável não é só algo bonito ou impressionante. É algo que atravessa o corpo. Uma das frases que mais me marcou foi: “When a story is felt in the body, it becomes absolutely impossible to ignore.” Quando uma história é sentida no corpo, ela se torna impossível de ignorar. É uma frase forte, mas faz sentido. Há experiências que a gente entende. E há experiências que a gente sente. As segundas costumam marcar mais.
Ao mesmo tempo, o SXSW reforçou para mim uma outra dimensão do ao vivo: a do pertencimento. Em um mundo cada vez mais automatizado e mediado por interfaces, talvez o diferencial dos eventos ao vivo esteja justamente em criar presença significativa. No keynote de Jennifer B. Wallace, ela falou sobre mattering, essa sensação de que você importa, de que é visto, reconhecido e valorizado. Quando ouvi a frase “What we are really nostalgic for is mattering”, tive a sensação de que ela dava nome a algo que eu estava percebendo no festival inteiro. O que muita gente está buscando não é apenas conteúdo, mas a sensação de pertencer a algo, ainda que por algumas horas ou por alguns dias.
Nesse sentido, eventos ao vivo não são apenas plataformas de conteúdo. Eles podem funcionar como espaços de reconexão humana. Lugares onde as pessoas encontram presença, atenção, reconhecimento e uma espécie de comunidade temporária. O SXSW, para mim, foi isso o tempo todo: não apenas uma agenda intensa, mas um contexto social, cultural e emocional em que a sensação de participar de algo maior fazia parte da experiência.
Talvez por isso a fala de Steven Spielberg também tenha ressoado tanto. Quando ele disse que existe um impulso coletivo gerado por uma boa história que atinge todos nós ao mesmo tempo e que, ao final de uma grande experiência cinematográfica, estamos todos unidos, eu senti que aquela observação sobre cinema servia também para o festival como um todo. Pessoas muito diferentes, vindas de lugares e repertórios muito distintos, ainda podem partilhar uma mesma experiência estética, emocional e cultural. E isso, hoje, tem um valor enorme.
No fim, a sensação de estar em Austin durante o SXSW me deixou impregnado por algo que toda boa experiência ao vivo deveria provocar: emoção, memória, conexão, presença. Mais do que conteúdo, o que ficou foi a sensação de ter vivido algo. E talvez esse seja o ponto principal. O SXSW 2026 mostrou que, em um mundo cada vez mais mediado por telas, algoritmos e inteligências artificiais, o valor do ao vivo não diminui. Ele se redefine e cresce. Porque o que está em jogo já não é apenas assistir, mas estar.
Eu fui para estudar eventos ao vivo. Saí de lá com a sensação de que o próprio SXSW era, na prática, o melhor estudo de caso possível. E acho que eu também fui picado.
O ano de 2025 foi de altos de baixos no setor audiovisual. O início foi promissor, com a conquista inédita do Oscar para o cinema brasileiro com “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, eleito o Melhor Filme Internacional na maior premiação do cinema mundial depois de ter conquistado diversos outros prêmios em festivais no Brasil e no mundo. Os filmes produzidos aqui continuaram atraindo atenção global, com novas conquistas tanto em premiações quanto na crítica especializada. E, agora, o ano chega ao fim com um clima promissor no ar: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, atingiu mais de um milhão de espectadores nas salas de cinema do país e está entre os pré-indicados ao Oscar de 2026. Ao que tudo indica, o audiovisual nacional seguirá se destacando na premiação.
O setor também viu com bons olhos a retomada de algumas políticas públicas e a reativação de editais, bem como o anúncio dos Arranjos Regionais para o próximo ano. Mas, mesmo com todos os esforços – é nítido que há neste Governo uma boa intenção de fazer acontecer – o mercado chega em dezembro sentindo falta de resultados mais concretos e expressivos. Além de, é claro, frustrado pela falta de regulamentação do VoD. A novela segue em 2026.
Entre os “baixos” do ano que passou, os produtores também sentiram falta de um calendário com previsibilidade de editais e linhas de investimento – promessa que havia sido feita por essa gestão do MinC. Em suma, apesar dos avanços, a sensação é de que falta um projeto estruturante, contínuo e verdadeiramente inclusivo, que garanta uma política audiovisual perene, previsível e tratada como estratégia de desenvolvimento.
TELA VIVA ouviu mais de 20 mulheres produtoras do audiovisual, de todas as regiões do país, para saber que avaliação elas fazem do ano que passou – o que foi bom, o que foi ruim, o que fica de expectativa para o ano que vem. Falando em igualdade e inclusão, as mulheres ainda são minoria nos cargos de liderança, com grandes disparidades de cargos e também de remuneração – daí a decisão de só ouvi-las para a reportagem. A busca por uma representação de Norte a Sul do país, como o audiovisual brasileiro deve ter, também foi levada em conta. Confira abaixo os depoimentos.
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Nani Freitas – (CEO) Endemol Shine Brasil e Banijay Estúdios
Em 2025, o entretenimento foi muito além da tela. O público, atualmente, quer viver experiências completas, que conectem TV, streaming, redes sociais, produtos e eventos. Não basta ter um bom programa, é preciso criar um universo em torno dele, onde cada ponto de contato fortaleça a relação com quem acompanha.
Na América Latina, o mercado de entretenimento imersivo está estimado em US$ 13,07 bilhões em 2025, com crescimento projetado para US$ 42,41 bilhões até 2030. Essa visão de entretenimento 360º é o que vai diferenciar quem apenas entrega conteúdo de quem constrói experiências que realmente engajam.
Outro ponto essencial, que está diretamente conectado, é a criação de comunidades. Hoje, audiência não é só número, é pertencimento. As pessoas querem se sentir parte daquilo que assistem, querem conversar, compartilhar e se conectar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas.
Membros de comunidades passam 5,3 vezes mais tempo consumindo e engajando. Por isso, não basta lançar um formato e esperar que ele funcione sozinho. É preciso alimentar essa comunidade com conteúdos exclusivos, interatividade e experiências que mantenham a conversa viva.
Olhando para o futuro, acredito que quem conseguir unir entretenimento 360º com estratégias de comunidade vai estar um passo à frente. Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (de São Paulo, SP)
Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil durante workshop (Foto: Marina Farhat)
Atenta ao cenário atual e comprometida em formar e inserir novos talentos no mercado, a Endemol Shine Brasil lança o Banijay Futuro, um programa de capacitação voltado para jovens interessados na indústria do entretenimento. A iniciativa teve início em 2024, em parceria com o Instituto Criar, e já alcançou cerca de 100 alunos. Um dos destaques do projeto foi o workshop de 20 horas sobre reality shows, ministrado por lideranças das áreas de Criação, Produção, Pós-Produção e Comercial da Endemol Shine Brasil, para uma turma de 22 estudantes. Além disso, ao longo do ano a empresa abriu as portas dos estúdios de grandes produções, como “Canta Comigo”, “The Masked Singer Brasil”, “MasterChef Brasil” e “Casamento às Cegas” para receber grupos de alunos que participam de diferentes núcleos de formação também pelo Instituto Criar.
Neste mês, o projeto avança para uma nova fase: a contratação de jovens talentos formados por instituições parceiras. Ao longo do ano, esses profissionais terão a oportunidade de atuar diretamente nas produções da Endemol Shine Brasil, com acompanhamento, mentorias, treinamentos e acesso às lideranças executivas da empresa. O objetivo é oferecer uma experiência prática que os prepare para o mercado, desenvolvendo tanto competências técnicas quanto habilidades socioemocionais necessárias para atuar no segmento.
“O Banijay Futuro nasce com a responsabilidade de criar oportunidades práticas reais para jovens que desejam trilhar uma carreira no mercado audiovisual. Acreditamos que fortalecer a capacitação e a empregabilidade destes jovens é essencial para o crescimento sustentável do setor, como uma das iniciativas de Esg. A parceria com instituições de formação e ONGs é indispensável para que possamos abrir novas portas e apoiar a transformação desses talentos em profissionais qualificados”, comenta Carol Dibe, head de Esg da Endemol Shine Brasil.
Em fevereiro, o CineTerritório – projeto que oferece formação audiovisual para jovens de 16 a 24 anos da favela Heliópolis e da aldeia Tekoá Tape Mirim – foi recebido nos Estúdios Banijay para acompanhar as gravações de “Partiu Xv”, novo reality do Gloob, produzido pela Endemol Shine Brasil.
A intenção é que o Banijay Futuro amplie suas oportunidades para jovens talentos e possa reforçar e impulsionar iniciativas semelhantes em todo o mercado audiovisual, enriquecendo as produções e setores da indústria.
Ninguém duvida do poder do conteúdo ao vivo no engajamento da audiência, bom como do seu valor nas estratégias das operadoras, dos canais tradicionais e do streaming. O assunto foi tema de painel que encerrou o Pay-TV Forum 2024, realizado nestas segunda e terça por TELA VIVA e TELETIME.
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Créditos: Marcos Mesquita Fotografia
Produção
Uma das principais produtoras de formatos no mundo, a Endemol mostra que o ao vivo tem seus momentos nos reality shows. Allan Lico, vice-presidente de conteúdo e criação da Endemol Shine Brasil, conta que alguns poucos momentos dos realities são ao vivo. “A gente fez as finais ao vivo do ‘Masterchef’. Fizemos a primeira transmissão ao vivo para a Netflix na América Latina, que foi o reunion de ‘Casamento Às Cegas’ temporada 3”, conta.
Para ele, a palavra que define a produção ao vivo é libertador. É libertador da audiência e também da tarefa de buscar algo para assistir: “você liga a televisão e está passando. Se entregar é maravilhoso. É uma experiência fantástica”.
Também é libertador do ponto de vista de produção, porque “a coisa acontece e acaba”. Mas, para isso, é necessário ensaiar muito. “A gente também ensaia em reality, mas, claro, são ensaios técnicos, pra gente entender marcação e possibilidades, pontos certos. Principalmente quando é reality de confinamento.
Aviso de Fraude | A Endemol Shine Brasil comunica que não cobra taxas para inscrição nos
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A Endemol Shine Brasil comunica que não realiza a seleção de participantes para projetos através de “olheiros”. Informamos que pessoas mal-intencionadas usam o nome da empresa para aplicar golpes, inclusive, cobrando taxas de inscrição e envio de dados pessoais de forma não oficial.
Esclarecemos que a escolha de participantes de projetos da Endemol Shine Brasil passa por um criterioso processo de seleção, realizado somente pelos contratados e por canais oficiais da empresa, e que não é permitida a cobrança de valores para a participação em seus programas.
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Produzido em mais de 60 territórios e transmitido em mais de 200 pelo mundo, o MasterChef é uma competição que busca o melhor cozinheiro do país, através da paixão, criatividade, habilidade técnica e amor pela comida. Os participantes encaram duros desafios e são testados por jurados que são alguns dos melhores chefs reconhecidos no universo culinário. Visto globalmente por mais de 300 milhões de pessoas, este formato toca os telespectadores, mostrando pessoas comuns realizando seu sonho de se tornar um MasterChef.
As emoções voam alto quando os esperançosos participantes sobem ao palco para cantar em frente a um elenco de 100 consagrados jurados do mundo da música, e são estes 100 que decidem o destino de cada concorrente. O objetivo do jogo é impressionar os jurados e fazer com que o maior número deles se levante de seus assentos e cante junto com você, podendo formar um emocionante coro ou um terrível pesadelo, se ficarem em completo silêncio. Quanto mais cantores participarem, maior será a pontuação, e somente os 3 melhores permanecem na competição para a tão temida final. Diversos estilos musicais tomam conta do palco e o vencedor leva um grande prêmio em dinheiro.
Em The Masked Singer Brasil, versão brasileira do formato original sul-coreano King of Mask Singer, 12 personalidades fazem performances musicais semanais, porém suas identidades estão ocultas por incríveis fantasias. Os jurados, além de julgar as apresentações, devem tentar adivinhar, junto ao público, quem é o artista por trás dos figurinos. A cada episódio, dicas são dadas sobre os competidores, mas apenas o eliminado da semana tem sua identidade revelada. The Masked Singer Brasil é comandado por Ivete Sangalo e conta com uma banca de jurados composta por celebridades convidadas.
Nesse formato totalmente imprevisível, enormes somas em dinheiro estão em jogo. Dois participantes trabalham juntos para enfrentar o gigante muro, enquanto a confiança um no outro é testada durante as apostas. Se os jogadores respondem à pergunta do apresentador corretamente, a bola fica verde. Ao ser jogada, a bola cai aleatoriamente em um dos buracos na base do muro, com diversas quantias, que vão direto para o bolso dos participantes. Já se a resposta for incorreta, a bola fica vermelha e retira o valor do total já acumulado.
Na segunda rodada, um dos participantes fica isolado respondendo às perguntas, sem saber as respostas, enquanto o outro comanda o muro. A rodada final chega com muita emoção, onde o jogador isolado deve escolher entre assinar um contrato por uma quantia fixa ou apostar para ver se tiveram sorte. Uma montanha-russa de emoções, perdas e vitórias, o que The Wall dá, The Wall pode tirar.
A série de renovação de casas mais bem avaliada globalmente. Seja dando destaque para “heróis” locais ou a famílias que enfrentam dificuldades, o formato proporciona uma renovação completa da casa dessas pessoas.
As reformas incluem o interior, exterior, paisagismo – tudo pronto em apenas sete dias, enquanto os moradores tiram férias em algum lugar incrível, sem saber como a transformação ficará. A série mostra construtores, designers e paisagistas que correm contra o relógio para renovar a casa completamente antes que a família retorne.
Formato Netflix, produção Endemol Shine Brasil.
Quem não quer encontrar o verdadeiro amor, para além do interesse físico? Os participantes deste reality show buscam exatamente isso: serem amados por sua essência e não pela aparência. Os solteiros conversam com potenciais candidatos em cabines individuais apenas por voz, sem imagens e sem nenhuma distração do mundo exterior, e devem escolher com quem mais se identificam emocionalmente para fazer o tão esperado pedido de casamento, e só depois do “sim” é que se veem pela primeira vez. Então eles são levados para a vida real: viagem de lua de mel, morar juntos, conhecerem as famílias um do outro e, por fim, a cerimônia de casamento. Será que eles vão conseguir passar por todos os desafios do dia a dia de um casal e provar que o amor é realmente cego?
Após o enorme sucesso da franquia Shore em todo o mundo, o reality show Rio Shore chega ao Brasil, mostrando o dia a dia de 10 jovens fluminenses enquanto aproveitam as festas mais épicas, as pegações mais quentes, as melhores resenhas e as tretas mais avassaladoras! Diretamente de Búzios (RJ), o elenco principal ainda recebe diversos convidados especiais que agitam o dia a dia da casa e tornam Rio Shore o reality mais bombástico de todos.
Versão nacional do formato de sucesso da BBC “Dancing With the Stars”, produzida pela Endemol Shine Brasil. Comandado por Xuxa, uma das apresentadoras mais queridas do país, o programa traz celebridades que são treinadas por dançarinos profissionais. A cada semana eles se apresentam em diferentes estilos de dança e, ao final do programa, o participante vencedor leva para casa um prêmio em dinheiro e seu técnico ganha um carro novo.
Este show de talentos produzido pela Endemol Shine Brasil, é a versão brasileira do programa estadunidense “The Four: Battle for Stardom”. Trata-se de um formato diferente de todas as atrações do gênero, pois ele começa por onde os outros terminam – os quatro finalistas são revelados logo no primeiro episódio. O desafio deles é justamente manter seus lugares na competição e garantir o prêmio em dinheiro.
Apenas os melhores, selecionados criteriosamente pelos jurados e pela plateia, conseguem se qualificar entre esses finalistas. A cada semana, novos desafiantes tentam desbancá-los, através de duelos musicais, fazendo com que a adrenalina da disputa nunca pare.
Produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a Amazon Prime Video, o programa testa se a atração por alguém realmente vai além das aparências. A cada episódio, um participante descreve o seu parceiro dos sonhos, desde a cor do cabelo até a roupa que veste, e entra em uma casa com sete “clones”, de acordo com o seu perfil ideal. Os clones passam por diversos desafios durante os encontros, até restar apenas uma pessoa, escolhida por aspectos de sua personalidade. Apresentado por Sabrina Sato, esse é um formato muito diferente de qualquer reality de relacionamento que você já viu.
Independente de gênero, idade ou orientação sexual, os participantes exploram locais da cidade em busca de um novo amor. A ideia é que eles deixem os aplicativos de namoro de lado e aceitem conhecer pessoas novas de uma forma diferente. Após diversas conversas e beijos com alguns pretendentes, quem eles escolherão para um segundo encontro? Essa versão brasileira do programa estadunidense “Dating Around”, produzida pela Endemol Shine Brasil, é mais um reality show de relacionamento com um toque inusitado.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show produzido para a marca Stella Artrois busca descobrir novas experiências gastronômicas na cidade de São Paulo. Com apresentação de Alex Atala, o programa mostra ao público que não é preciso ir longe ou pagar caro para comer bem. Ao longo de quatro episódios, Alex Atala recebe amigos e anda pela cidade para apresentar oito restaurantes e conhecer as histórias de quem está atrás do balcão. Após cada episódio, o público vota pelo Twitter para escolher a sua experiência preferida. Ao final do programa, os finalistas são testados pelos jurados, para escolher o chef vencedor, que vai comandar a cozinha do “Portinha Stella”, um espaço conceito da cerveja, que funcionará em São Paulo por tempo limitado.
Reality show criado e produzido pela Endemol Shine Brasil e idealizado pela agência Grey Brasil, especialmente para a marca Pantene Brasil. Exibido tanto na TV quanto nos canais digitais, o programa busca os cabelos mais bonitos do país para serem os novos representantes da marca. Mais de 40 mil pessoas de todos os cantos do Brasil já se inscreveram no programa. Os selecionados passam por desafios que testam suas atitudes, fotogenia e, claro, seus cabelos. Os vencedores se tornam embaixadores oficiais de Pantene.
Reality show apresentado por Luan Santana e Mariana Rios, traz participantes com talento de sobra e um sonho em comum: se tornar um astro da música sertaneja. Artistas renomados compõem o time de mentores dos competidores, mas é o público quem escolhe quem será o próximo sucesso nos palcos do Brasil. O formato é uma iniciativa da Brahma em parceria com a Endemol Shine Brasil, Google, VillaMix e Africa.
Beats, a marca da curtição, estreou o reality show como uma grande ação para o carnaval de 2021. O programa isolou a cantora Anitta e mais dez influenciadores em uma ilha paradisíaca no Rio de Janeiro, para cumprir desafios que sacudiram a internet. Distribuído em seis episódios, o reality foi produzido pela Endemol Shine Brasil em parceria com a agência WMcCann, e transmitido através das plataformas digitais.
Com formato e produção da Endemol Shine Brasil, o reality Hit Estourado reuniu os melhores compositores de forró do Brasil na fazenda do cantor Wesley Safadão e mostrou o passo-a-passo para a criação de um novo sucesso. A música, chamada “Eu pulo, eu passo”, foi escolhida com ajuda do público e será lançada pela Som Livre, cantada por Wesley Safadão. O projeto foi realizado para a marca Skol e faz parte da plataforma de conteúdo “Skol Forró”, com conceito criativo assinado pela agência Califórnia.
Uma iniciativa do Facebook, criado e desenvolvido pela Endemol Shine Brasil para a Skol e inspirado no fenômeno digital de um dos grupos mais famosos do Facebook, o LDRV. Com participação de Blogueirinha (Bruno Matos), Rita Von Hunty e Paulette Pink, o curta-metragem traz a trajetória de três personagens: Francis, Bela e Will. Cada um deles tem o sonho de emplacar na vida e na internet, mas nenhum deles conseguiu se realizar ainda.
Onix Music Trip leva 3 bandas para a estrada, em um campeonato de turnês musicais colaborativas! Durante o trajeto, grandes artistas e influenciadores fazem uma viagem incrível enquanto competem pelos seus likes. Os três carros percorrem caminhos diferentes, sempre conectados e movidos pelo engajamento do público e como destino uma live do vencedor.
Unindo música, conectividade e tecnologia, o projeto desenvolvido para a Chevrolet é uma criação da WMcCann – por meio de sua divisão Commonwealth//McCann -, em parceria da Isobar, a dentsu Company, e formato e produção da Endemol Shine Brasil.
Criado pela agência AKQA e com assinatura de formato original e produção da Endemol Shine Brasil, o reality show é uma busca por novos embaixadores para a Beats!
Com participação de Blogueirinha, Foquinha, Gabi Lopes, Rafa Uccman e Jerry Smith como apresentadores e mentores, o formato foi transmitido nas plataformas digitais da marca. Os dois vencedores assinaram um contrato, no valor de R$ 50 mil, para divulgar os novos produtos de Beats.
Para levar educação financeira ao grande público, o Mercado Pago criou, junto com a GUT São Paulo, o Gincana da Grana, com apresentação de Sabrina Sato e Nath Finanças e participação de Richarlyson, Adriana Bombom, Laura Keller e Matheus Negão da BL. O quarteto participa de provas que testam os seus conhecimentos sobre gestão das finanças pessoais. O vencedor leva R$ 50 mil para dar mais fôlego para suas finanças. A produção é assinada pela Endemol Shine Brasil.
Uma adaptação de “Survivor”, No Limite foi o primeiro reality show da televisão brasileira, exibido no ano 2000. Em 2021, retorna com uma nova temporada para trazer adrenalina para os telespectadores. Isolados em uma praia deserta, os participantes encaram desafios que exigem força física, resistência psicológica e coragem, competindo em equipes ou individualmente. O time que não conseguir atingir o resultado estipulado ou demorar mais tempo para realizá-lo, é obrigado a escolher um companheiro para sair do programa, através de votação secreta.
Um formato inovador que revolucionou a televisão e é um fenômeno de audiência até hoje. Criado em 1999, na Holanda, o Big Brother chegou ao Brasil em 2002 e já teve 21 temporadas. Os participantes entram nesta disputa confinados em uma casa, sem contato com o mundo exterior, onde irão compartilhar seu dia a dia com desconhecidos durante meses, sendo filmados 24h por dia. Semanalmente, uma pessoa é eliminada, a partir da votação dos milhões de telespectadores, que assistem, torcem e julgam suas atitudes.
The Bridge reúne 12 estranhos em uma ilha, com um propósito em comum: ganhar um grande prêmio em dinheiro. O tesouro fica a apenas 300 metros de distância, mas no meio há um rio.
Eles têm 30 dias para construir uma ponte com suas próprias mãos. Os desafios físicos e mentais geram conflitos entre os participantes, ao mesmo tempo que dependem um do outro para alcançarem o objetivo. Se chegarem ao outro lado, resta saber: quem ficará com o dinheiro? Cada concorrente deve votar em outro para ganhar o prêmio. A pessoa com mais votos pode optar por ficar com todo o dinheiro ou compartilhá-lo com seus aliados. Chegar a essa final requer um plano de jogo baseado em estratégia, negociação e confiança. O vencedor escolherá manter suas promessas e compartilhar a riqueza, ou queimar suas pontes e acumular o tesouro?
Celulares, redes sociais, webcams – a nossa sociedade atual está sempre sob vigilância, desde sacar dinheiro no caixa eletrônico até quando fazemos compras no supermercado. Já imaginou como seria desaparecer completamente nos dias de hoje? Isso seria possível? Para descobrir, grupos de pessoas comuns fogem, enquanto um time dos melhores e mais experientes investigadores os procuram. Hunted explora o nível de vigilância em que vivemos, por meio de um experimento social em frente às câmeras.
A série mostra participantes em uma ilha remota no Pacífico, onde ficarão totalmente sozinhos com câmeras, filmando a si mesmos, e tendo que caçar sua comida, buscar água, fazer fogo, erguer abrigo e tentar sobreviver usando apenas força, determinação e algumas ferramentas básicas. Será que eles têm o que é necessário para resistir durante um longo mês?
Tanto individualmente, como em pares ou famílias, os concorrentes se mudam para o rancho The Biggest Loser para iniciar uma jornada em busca de reverter os efeitos da obesidade em suas vidas, enquanto competem por um grande prêmio em dinheiro. Além das centenas de concorrentes que perderam peso durante o programa, o formato tem ajudado os telespectadores que estão em casa, motivando-os não apenas com histórias inspiradoras, mas também através de suas extensões de marca de sucesso.
Série premiada, que conta histórias fictícias de dramas envolvendo o mal-estar coletivo sobre nosso mundo moderno. Nos últimos anos, a tecnologia transformou quase todos os aspectos de nossas vidas. Em cada casa; em cada mesa; em cada palma da mão – uma tela de plasma; um monitor; um smartphone – um reflexo de nossa existência do século XXI.
Os algoritmos das plataformas nos conhecem mais intimamente do que nossas famílias ou amigos. Temos acesso a todas as informações do mundo. Black Mirror retrata a imaginação de uma geração e nos leva à uma montanha-russa de sentimentos. Cada episódio traz uma nova história e novas personagens conectadas em torno desse questionamento tecnológico.
Essa série premiada retrata uma história que envolve família, guerra, amor, política, traição e vingança. Passa-se nos anos 20, em Birmingham, em uma era tumultuada por gangues, militares e revolucionários em meio a Primeira Guerra Mundial. Thomas Shelby e a sua família fazem parte da mais temida e poderosa gangue local, os Peaky Blinders. Eles ganham seu dinheiro com apostas ilegais, mas as ambições de Tommy vão além de ser apenas o dono das ruas, querendo expandir o seu negócio para toda a Inglaterra.
Após emigrar da Romênia nos anos 50, a família Zelig ocupa terras que acabaram passando por brechas de diferentes autoridades. Apesar dos desejos do governo, empresários e moradores da elite, os Zeligs não deixam o lugar. A família é comandada pela avó Aliza. Ela é dona da terra, e tem poder e liderança sobre os demais parentes, que vivem amedrontados com a possibilidade de perder a ajuda de Aliza e, principalmente, sua herança. A ideia de matar a avó é exibida como uma piada no primeiro episódio, mas se desenvolve de forma macabra, engraçada e triste no decorrer da série.
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