Núcleo de licenciamento da Endemol Shine Brasil completa dez anos com mais de 34 milhões de produtos vendidos

Neste ano, a Endemol Shine Brasil celebra os dez anos do núcleo de licenciamento, com mais de 34 milhões de produtos vendidos. Fernanda Abreu, Vice-Presidente de Entretenimento ao Vivo, Licenciamento e Marketing de Influência, e seu time, criaram do zero a operação de licenciamento da produtora, assim como sua transformação em uma das áreas comerciais mais relevantes da empresa, tendo o “MasterChef” como principal case de extensão de marca.

O departamento é responsável por conectar parceiros e audiências a partir do licenciamento de produtos, digital, branded placement e experiências, como foi o caso do “Expresso MasterChef Brasil”, projeto itinerante que garantiu o principal prêmio do setor de licenciamento de marcas e personagens na América Latina, o Prêmio LCON, na categoria “Experiência”. A ação ofereceu uma vivência gastronômica realizada a bordo de um trem de luxo (em parceria com a AirPromo e a Serra Verde Express), comandada pelo chef Henrique Fogaça e outros ex-participantes do programa. A Endemol Shine Brasil foi a única empresa a concorrer e vencer utilizando uma marca licenciada de um reality show.

Outro troféu de destaque foi o de Melhor Produto Licenciado na Categoria “Saúde e Beleza”, pela linha de cosméticos masculinos inspirada na série “Peaky Blinders”, feita em parceria com a marca Don Alcides. A linha trouxe produtos como shampoos, desodorantes e modeladores com notas olfativas ambientadas na atmosfera da Birmingham dos anos 1920.

Fernanda Abreu, Vice Presidente de Entretenimento ao vivo, Licenciamento e Marketing de Influência na Endemol Shine Brasil (Foto: Divulgação)

“Nesses dez anos, ultrapassamos a tela da TV ao criar conexões físicas e reais entre os fãs e suas histórias favoritas. O futuro do licenciamento na Endemol é multiplataforma, ágil e movido pela inovação contínua. Estamos desenhando os próximos anos para sermos ainda mais ousados, transformando novas marcas e personagens em experiências inesquecíveis e produtos que ditam tendências”, comenta Fernanda Abreu.

O diferencial da produtora é oferecer ao mercado soluções a partir de marcas próprias, como “Simon’s Cat”, “Mr. Bean”, “Black Mirror” e “MasterChef Brasil”, assim como marcas fora do grupo Banijay – da qual a Endemol Shine Brasil faz parte -, como “Hora do Blec”, “Palavra Cantada”, “TudoGostoso” e “School of Rock”. Ao todo, são mais de 700 produtos licenciados no mercado.

“Comemoramos essa década com mais um importante case que é o Luminiscence – Luzes de São Paulo, espetáculo imersivo que ficou em cartaz por seis meses na Catedral da Sé, unindo arte, cultura e música, para um público de 100 mil espectadores. Resultados como esse refletem nosso compromisso em reunir talentos, criatividade e excelência para desenvolver projetos que emocionam, conectam e proporcionam experiências memoráveis ao público que nos acompanha ao longo de todos esses anos”, conclui Fernanda.

Matéria publicada em Tela Viva.

SXSW 2026: quando o conteúdo vira presença

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Fernando Contreras, é diretor da Endemol Live

Ouvi de várias pessoas experientes do South by Southwest que, quando foram pela primeira vez, foram “picadas pelo bichinho do SXSW”. Achei curiosa essa expressão. Mais curioso ainda foi perceber que ela vinha de gente muito diferente, mas que hoje tem uma relação profunda com o festival.

Ir ao SXSW pela primeira vez realmente não é simples. Um evento dessa dimensão, com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, não é fácil de entender logo de cara, nem para quem já está acostumado com grandes encontros. Em 2026, foram mais de 3.700 eventos em sete dias, incluindo mais de 850 sessões de conferência, cerca de 4.400 músicos, mais de 375 filmes e produções de TV, 450 marcas com ativações, além de centenas de encontros de networking, mentorias e shows. Pela primeira vez em 40 anos, os festivais de Inovação, Filme e TV, Música e Comédia aconteceram simultaneamente, concentrados em uma única semana. Mais compacto, mais diverso, mais democrático e mais descentralizado. Espalhado pela cidade inteira. O tema do ano, “All Together Now”, parecia fazer ainda mais sentido quando se vivia tudo isso na prática.

Caminhando por Austin, essa sensação ficava ainda mais evidente. Entre casas antigas de madeira, diversos canteiros de obra, prédios novos subindo, bicicletas, patinetes, pedestres, carros autônomos, restaurantes tradicionais e hotéis de luxo, a cidade parecia vibrar em várias frequências ao mesmo tempo. A música vinha dos bares, dos palcos e, às vezes, da própria rua. E, a cada dia, Austin ia sendo tomada por pessoas com badges pendurados no pescoço, indo de um lugar para outro como se o evento estivesse em toda parte. Sem o centro de convenções disponível este ano, o SXSW ganhou outra personalidade. Ele se espalhou. E, espalhado, parecia ainda mais vivo. Andando por ali, dava para sentir o evento pulsando como um organismo.

Foi justamente aí que, para mim, começou a ficar clara uma das grandes mensagens do SXSW 2026. O futuro do entretenimento, das marcas e da cultura não está apenas em produzir conteúdo. Está em criar experiências ao vivo que gerem presença, participação e conexão real. No fundo, o que estava em jogo ali era o valor crescente do IRL — do encontro real, presencial e compartilhado. O SXSW não foi só o lugar onde isso foi discutido. Ele próprio encarnou esse argumento. Em um momento de saturação digital, aceleração da IA e enfraquecimento da confiança online, o festival confirmou que o valor do ao vivo está crescendo, não apenas como formato de entretenimento, mas como espaço de presença, comunidade, autenticidade e experiência cultural.

Um dos temas que mais apareceu nas palestras foi a ideia de que as pessoas já não querem apenas consumir conteúdo. Elas querem participar. Querem viver, comentar, circular, se reconhecer, influenciar. No debate The Death of Passive Entertainment – A Future for Participants, essa mudança apareceu de forma muito clara. A conversa girou em torno da força das comunidades, do fandom e da necessidade de pertencimento. A ideia não é mais interromper uma audiência, mas criar condições para que ela se sinta parte da experiência. O entretenimento deixa de ser algo apenas assistido e passa a ser vivido.

Essa percepção apareceu também em uma das palestras mais importantes para mim no festival, The Present and Future of Live Experiences, com Julius Solaris. Ele diz que redescobrimos o valor do presencial e que é a conexão que está levando as pessoas aos eventos, e não o conteúdo. Essa formulação me marcou muito, porque ajuda a explicar o que está acontecendo agora. Em uma era de IA, deepfakes e baixa confiança no ambiente digital, o presencial volta a ganhar força como espaço de autenticidade, credibilidade e encontro real. Quanto mais o digital se torna excessivo, automatizado e manipulável, mais o ao vivo passa a ser percebido como um lugar de realidade. Julius também observa que as pessoas amam eventos e amam se encontrar ao vivo, e que os CMOs estão obcecados por eventos porque eles funcionam.

Outra ideia forte no SXSW foi a de que o valor do ao vivo não está só no palco. Está no ecossistema. Talvez essa tenha sido uma das coisas que eu mais senti no festival. O SXSW não se resume às palestras. Ele acontece nas filas, nas caminhadas, nos encontros improváveis, nos side events, nas ativações, nas conversas rápidas no meio do caminho. É aí que o festival revela sua dimensão mais IRL: não apenas no que é programado, mas no que acontece entre uma coisa e outra, no encontro, no deslocamento e na presença partilhada. Em muitos momentos, o mais interessante não estava apenas dentro da sala, mas também no intervalo entre uma coisa e outra. Talvez por isso uma das melhores maneiras de entender o SXSW não seja como agenda, mas como sistema de experiência.

Essa leitura conversa muito com outra palestra importante, Reality Hacked: Tech, Story, and the Future of Experience. Ali apareceu uma ideia que ficou na minha cabeça: “The future of storytelling is spatialized.” Ou seja, as experiências estão deixando de acontecer apenas em telas ou recintos fechados e passam a ocupar espaço, cidade, deslocamento, território. Isso fez muito sentido para mim dentro do próprio SXSW. O festival já funciona assim. Ele não é apenas programação formal. É uma experiência urbana espalhada, feita de camadas, trajetos, descobertas, encontros e contextos múltiplos. A cidade deixa de ser pano de fundo e passa a fazer parte da narrativa.

O futuro da experiência também apareceu no SXSW como algo mais sensorial, mais corporal e menos centrado apenas no visual. Em Sensory Storytelling: Using XR to Connect to the Body, esse ponto ficou muito claro. Foi uma palestra que me fez pensar bastante sobre o próximo passo dos eventos e das experiências ao vivo. A imersão do futuro talvez não seja apenas aquilo que o público vê. Talvez seja, cada vez mais, aquilo que ele sente. Uma experiência memorável não é só algo bonito ou impressionante. É algo que atravessa o corpo. Uma das frases que mais me marcou foi: “When a story is felt in the body, it becomes absolutely impossible to ignore.” Quando uma história é sentida no corpo, ela se torna impossível de ignorar. É uma frase forte, mas faz sentido. Há experiências que a gente entende. E há experiências que a gente sente. As segundas costumam marcar mais.

Ao mesmo tempo, o SXSW reforçou para mim uma outra dimensão do ao vivo: a do pertencimento. Em um mundo cada vez mais automatizado e mediado por interfaces, talvez o diferencial dos eventos ao vivo esteja justamente em criar presença significativa. No keynote de Jennifer B. Wallace, ela falou sobre mattering, essa sensação de que você importa, de que é visto, reconhecido e valorizado. Quando ouvi a frase “What we are really nostalgic for is mattering”, tive a sensação de que ela dava nome a algo que eu estava percebendo no festival inteiro. O que muita gente está buscando não é apenas conteúdo, mas a sensação de pertencer a algo, ainda que por algumas horas ou por alguns dias.

Nesse sentido, eventos ao vivo não são apenas plataformas de conteúdo. Eles podem funcionar como espaços de reconexão humana. Lugares onde as pessoas encontram presença, atenção, reconhecimento e uma espécie de comunidade temporária. O SXSW, para mim, foi isso o tempo todo: não apenas uma agenda intensa, mas um contexto social, cultural e emocional em que a sensação de participar de algo maior fazia parte da experiência.

Talvez por isso a fala de Steven Spielberg também tenha ressoado tanto. Quando ele disse que existe um impulso coletivo gerado por uma boa história que atinge todos nós ao mesmo tempo e que, ao final de uma grande experiência cinematográfica, estamos todos unidos, eu senti que aquela observação sobre cinema servia também para o festival como um todo. Pessoas muito diferentes, vindas de lugares e repertórios muito distintos, ainda podem partilhar uma mesma experiência estética, emocional e cultural. E isso, hoje, tem um valor enorme.

No fim, a sensação de estar em Austin durante o SXSW me deixou impregnado por algo que toda boa experiência ao vivo deveria provocar: emoção, memória, conexão, presença. Mais do que conteúdo, o que ficou foi a sensação de ter vivido algo. E talvez esse seja o ponto principal. O SXSW 2026 mostrou que, em um mundo cada vez mais mediado por telas, algoritmos e inteligências artificiais, o valor do ao vivo não diminui. Ele se redefine e cresce. Porque o que está em jogo já não é apenas assistir, mas estar.

Eu fui para estudar eventos ao vivo. Saí de lá com a sensação de que o próprio SXSW era, na prática, o melhor estudo de caso possível. E acho que eu também fui picado.

Artigo publicado no Tela Viva.

O ano de 2025 no audiovisual pela visão das mulheres produtoras

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(Foto IA)

O ano de 2025 foi de altos de baixos no setor audiovisual. O início foi promissor, com a conquista inédita do Oscar para o cinema brasileiro com “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, eleito o Melhor Filme Internacional na maior premiação do cinema mundial depois de ter conquistado diversos outros prêmios em festivais no Brasil e no mundo. Os filmes produzidos aqui continuaram atraindo atenção global, com novas conquistas tanto em premiações quanto na crítica especializada. E, agora, o ano chega ao fim com um clima promissor no ar: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, atingiu mais de um milhão de espectadores nas salas de cinema do país e está entre os pré-indicados ao Oscar de 2026. Ao que tudo indica, o audiovisual nacional seguirá se destacando na premiação.

O setor também viu com bons olhos a retomada de algumas políticas públicas e a reativação de editais, bem como o anúncio dos Arranjos Regionais para o próximo ano. Mas, mesmo com todos os esforços – é nítido que há neste Governo uma boa intenção de fazer acontecer – o mercado chega em dezembro sentindo falta de resultados mais concretos e expressivos. Além de, é claro, frustrado pela falta de regulamentação do VoD. A novela segue em 2026.

Entre os “baixos” do ano que passou, os produtores também sentiram falta de um calendário com previsibilidade de editais e linhas de investimento – promessa que havia sido feita por essa gestão do MinC. Em suma, apesar dos avanços, a sensação é de que falta um projeto estruturante, contínuo e verdadeiramente inclusivo, que garanta uma política audiovisual perene, previsível e tratada como estratégia de desenvolvimento.

TELA VIVA ouviu mais de 20 mulheres produtoras do audiovisual, de todas as regiões do país, para saber que avaliação elas fazem do ano que passou – o que foi bom, o que foi ruim, o que fica de expectativa para o ano que vem. Falando em igualdade e inclusão, as mulheres ainda são minoria nos cargos de liderança, com grandes disparidades de cargos e também de remuneração – daí a decisão de só ouvi-las para a reportagem. A busca por uma representação de Norte a Sul do país, como o audiovisual brasileiro deve ter, também foi levada em conta. Confira abaixo os depoimentos.
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Nani Freitas – (CEO) Endemol Shine Brasil e Banijay Estúdios

Em 2025, o entretenimento foi muito além da tela. O público, atualmente, quer viver experiências completas, que conectem TV, streaming, redes sociais, produtos e eventos. Não basta ter um bom programa, é preciso criar um universo em torno dele, onde cada ponto de contato fortaleça a relação com quem acompanha.

Na América Latina, o mercado de entretenimento imersivo está estimado em US$ 13,07 bilhões em 2025, com crescimento projetado para US$ 42,41 bilhões até 2030. Essa visão de entretenimento 360º é o que vai diferenciar quem apenas entrega conteúdo de quem constrói experiências que realmente engajam.

Outro ponto essencial, que está diretamente conectado, é a criação de comunidades. Hoje, audiência não é só número, é pertencimento. As pessoas querem se sentir parte daquilo que assistem, querem conversar, compartilhar e se conectar com outras pessoas que gostam das mesmas coisas.

Membros de comunidades passam 5,3 vezes mais tempo consumindo e engajando. Por isso, não basta lançar um formato e esperar que ele funcione sozinho. É preciso alimentar essa comunidade com conteúdos exclusivos, interatividade e experiências que mantenham a conversa viva.

Olhando para o futuro, acredito que quem conseguir unir entretenimento 360º com estratégias de comunidade vai estar um passo à frente.
Nani Freitas, CEO da Endemol Shine Brasil (de São Paulo, SP)

Matéria completa publicada no Tela Viva.

Endemol Shine Brasil aposta na capacitação de novos talentos com o Banijay Futuro

Caroline Dibe, Head de ESG da Endemol Shine Brasil durante workshop (Foto: Marina Farhat)

Atenta ao cenário atual e comprometida em formar e inserir novos talentos no mercado, a Endemol Shine Brasil lança o Banijay Futuro, um programa de capacitação voltado para jovens interessados na indústria do entretenimento. A iniciativa teve início em 2024, em parceria com o Instituto Criar, e já alcançou cerca de 100 alunos. Um dos destaques do projeto foi o workshop de 20 horas sobre reality shows, ministrado por lideranças das áreas de Criação, Produção, Pós-Produção e Comercial da Endemol Shine Brasil, para uma turma de 22 estudantes. Além disso, ao longo do ano a empresa abriu as portas dos estúdios de grandes produções, como “Canta Comigo”, “The Masked Singer Brasil”, “MasterChef Brasil” e “Casamento às Cegas” para receber grupos de alunos que participam de diferentes núcleos de formação também pelo Instituto Criar.

Neste mês, o projeto avança para uma nova fase: a contratação de jovens talentos formados por instituições parceiras. Ao longo do ano, esses profissionais terão a oportunidade de atuar diretamente nas produções da Endemol Shine Brasil, com acompanhamento, mentorias, treinamentos e acesso às lideranças executivas da empresa. O objetivo é oferecer uma experiência prática que os prepare para o mercado, desenvolvendo tanto competências técnicas quanto habilidades socioemocionais necessárias para atuar no segmento.

“O Banijay Futuro nasce com a responsabilidade de criar oportunidades práticas reais para jovens que desejam trilhar uma carreira no mercado audiovisual. Acreditamos que fortalecer a capacitação e a empregabilidade destes jovens é essencial para o crescimento sustentável do setor, como uma das iniciativas de Esg. A parceria com instituições de formação e ONGs é indispensável para que possamos abrir novas portas e apoiar a transformação desses talentos em profissionais qualificados”, comenta Carol Dibe, head de Esg da Endemol Shine Brasil.

Em fevereiro, o CineTerritório – projeto que oferece formação audiovisual para jovens de 16 a 24 anos da favela Heliópolis e da aldeia Tekoá Tape Mirim – foi recebido nos Estúdios Banijay para acompanhar as gravações de “Partiu Xv”, novo reality do Gloob, produzido pela Endemol Shine Brasil.

A intenção é que o Banijay Futuro amplie suas oportunidades para jovens talentos e possa reforçar e impulsionar iniciativas semelhantes em todo o mercado audiovisual, enriquecendo as produções e setores da indústria.

Matéria publicada no Tela Viva.

“Ao vivo” é estratégia para capturar e engajar audiência

Ninguém duvida do poder do conteúdo ao vivo no engajamento da audiência, bom como do seu valor nas estratégias das operadoras, dos canais tradicionais e do streaming. O assunto foi tema de painel que encerrou o Pay-TV Forum 2024, realizado nestas segunda e terça por TELA VIVA e TELETIME.

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Créditos: Marcos Mesquita Fotografia

Produção

Uma das principais produtoras de formatos no mundo, a Endemol mostra que o ao vivo tem seus momentos nos reality shows. Allan Lico, vice-presidente de conteúdo e criação da Endemol Shine Brasil, conta que alguns poucos momentos dos realities são ao vivo. “A gente fez as finais ao vivo do ‘Masterchef’. Fizemos a primeira transmissão ao vivo para a Netflix na América Latina, que foi o reunion de ‘Casamento Às Cegas’ temporada 3”, conta.

Para ele, a palavra que define a produção ao vivo é libertador. É libertador da audiência e também da tarefa de buscar algo para assistir: “você liga a televisão e está passando. Se entregar é maravilhoso. É uma experiência fantástica”.

Também é libertador do ponto de vista de produção, porque “a coisa acontece e acaba”. Mas, para isso, é necessário ensaiar muito. “A gente também ensaia em reality, mas, claro, são ensaios técnicos, pra gente entender marcação e possibilidades, pontos certos. Principalmente quando é reality de confinamento.

 

Leia matéria na íntegra no site do Tela Viva.